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  • Último membro de povo indígena vive isolado na mata há 22 anos 
    by Pablo Marques, do R7 on 20 de julho de 2018 at 21:45

    Funai monitora as atividade de índio isolado na mata há 22 anos Arquivo Funai A Funai divulgou nesta semana imagens do último membro de um povo indígena que está isolada desde junho de 1996, quando foi localizada uma barraca de paus e folhas secas e outros vestígios do chamado "índio do buraco". Segundo a Funai, o processo de invasão da mata por fazendeiros e madeireiros ilegais foi o motivo de ter restando apenas um índio sobrevivente desse povo. Cabana construído pelo "índio do buraco" no meio da mata Arquivo Funai A região onde o solitário índio habita é a Terra Indígena de Tanaru. A área de 8.070 hectares está localizada na Floresta Amazônia do estado de Rondônia.  A Funai tentou entrar em contato com o índio pela última vez em 2005, mas desistiu de novas empreitadas ao identificar que não era da vontade dele. O contato, então, passou a ser apenas por ferramentas e sementes deixadas no meio da mata. Terra Indígena de Tanaru está localizada no estado de Rondônia Reprodução/terrasindigenas.org.br Há seis anos, foram encontradas roças de milho, batata, cará, banana e mamão plantadas pelo indígena. Isso indicaria que ele vive basicamente desses alimentos e da caça. Pelos dados divulgados pela Funai, são 28 registros confirmados da presença de povos isolados na região amazônica, do qual o "índio do buraco" faz parte. Outros 86 estão fase de pesquisas. A Funai conseguiu filmar o índio utiliza um machado. Houve uma tentativa de chamar sua atenção, mas após alguns golpes na madeira ele desiste e sai caminhando por entre as árvores. &nbs […]

  • Maior eclipse lunar do século, 'lua de sangue' acontece na próxima sexta e poderá ser visto do Brasil
    by BBC BRASIL on 20 de julho de 2018 at 19:37

    Eclipse lunar de 2014 deixou a lua 'laranja' Getty Images Na próxima sexta-feira, dia 27 de julho, o Brasil verá aquele que deve ser o mais longo eclipse lunar total deste século 21. No país, o início da fase total do eclipse será às 16h30min e o final será às 18h13min, em hora de Brasília. O eclipse lunar vai durar cerca de uma hora e 40 minutos.   De acordo com o Observatório Nacional, a parte leste do Brasil verá o eclipse total - na parte oeste, o eclipse será visto somente como parcial. O Observatório diz que, para ver a Lua ainda no eclipse total, as pessoas devem buscar um local onde seja possível ver o ceú perto do horizonte a leste. A partir das 18h13min, a Lua vai começar a sair da sombra mais escura. Nesse momento começará o eclipse parcial, que vai até as 19h19min. Nesse instante a Lua começará a entrar na sombra mais clara, o que marca a fase penumbral do eclipse, que vai terminar às 20h29min. O que é um eclipse Um eclipse acontece quando o Sol, a Terra e a Lua se alinham. Isso faz com que a Terra fique diretamente entre o Sol e a Lua, bloqueando a luz solar.   Eclipse visto de Houston, Texas Norah Moran – NASA – Johnson Space Center O eclipse acontece porque a Lua entra na sombra criada pela Terra. O que é a 'lua de sangue'? Quando acontece um eclipse total, a Lua adquire uma cor avermelhada ou alaranjada, por isso algumas pessoas chamam o fenômeno de "lua de sangue". De acordo com o Observatório Nacional, quando toda a Lua está mergulhada na sombra do Sol, nós vemos o satélite mesmo que ele não esteja recebendo luz direta do Sol. Isso porque luz solar atinge a superfície da Lua por meio da atmosfera da Terra. Algumas faixas de frequência da luz solar são, então, filtradas, criando esse efeito alaranjado, exatamente como acontece nos crepúsculos matutino e vespertino que estamos acostumados a ver antes do nascer e após o pôr do Sol.   Quando acontece um eclipse total, às vezes a Lua pode ficar com uma cor avermelhada ou alaranjada, por isso algumas pessoas chamam o fenômeno de "lua de sangue" Getty Images  Não é necessário usar um telescópio, mas um bom par de binóculos pode ajudar. Por que é o eclipse mais longo? Afinal, por que esse será o eclipse mais longo do século? A pesquisadora do Observatório Nacional Josina Nascimento diz que "é tudo uma questão de geometria: nesse eclipse a Lua vai passar bem no centro da sombra da Terra". A pesquisadora diz que é fácil ver diversos planetas no céu em julho, principalmente Marte, que estará próximo da Lua no dia do eclipse. "Vários planetas estão visíveis a olho nu no céu: Vênus está visível a oeste após o pôr do Sol, Júpiter já está alto no céu quando o Sol se põe, Saturno está visível também no início da noite a leste e Marte que está em máxima brilhância, está visível a leste logo no início da noite." Ela lembra que o próximo eclipse total da Lua será na noite de 20 para 21 de janeiro de 2019, quando, diz ela, "o Brasil inteiro verá o eclipse total da Lua do início ao fim". […]

  • Aprenda como tirar as melhores fotos com a câmera do celular
    by Pablo Marques, do R7 on 20 de julho de 2018 at 19:30

    Fazer fotos com o celular é algo comum no cotidiano da maioria das pessoas pela facilidade de ter sempre uma câmera por perto. Porém, nem sempre esse recurso é usado corretamente e os clique podem ficar escuros, sem foco e até tortos. Conheça algumas dicas para ter os melhores registrosEscolha o sol - a luz natural é sempre uma boa pedida na hora de fotografar. Os sensores do celular não são muito bons em ambiente com pouca luz ou mal iluminadosO risco de usar o flash - prefira tirar fotos com o flash automático desabilitado. Você pode corrigir a luminosidade pela própria tela do celular tocando em ponto mais claros e mais escuros da imagem. A luz extra pode ser até útil, mas você corre o risco de deixar tudo muito brilhante. Se essa for a sua intenção, faça os testes e explore as possibilidadesFotos contra a luz - se você busca fotos com cores e detalhes, não fique de frente para o sol ou para a fonte de luz do ambiente. Isso fará com quem o objeto fique muito escuro e só sombras aparecerão na fotoFotos de perfil - tirar fotos contra a luz não é um erro. Essa decisão pode ser consciente se você quiser fazer o registro de perfis. Neste caso, ficar na frente do sol ou da lâmpada é uma forma de criar fotos bonitas e diferentesTenha foco -  quando a imagem do celular está "embaçada", isso significa que o foco precisa ser ajustado. Para fazer isso no celular, basta tocar o dedo na tela sobre o ponto que deve ser destacado. Assim, automaticamente o sistema da câmera faz os ajustes para melhor a visualizaçãoFoco com estilo - ter a imagem clara e definida pode não ser a sua intenção. Neste caso, toque o dedo em diferentes pontos da tela para encontrar um jeito de focar ou desfocar os objetos e cenáriosRegra dos terços - utilize o "jogo da velha" da câmera para destacar o que está sendo fotografado. O cruzamento das linhas indica o ponto ideal para colocar o objeto ou a pessoa ter uma composição mais harmônica. Inicialmente, pode parecer que está atrapalhando, mas com a prática a estratégia se torna automáticaSegure com as duas mãos - o hábito de tirar selfies força as pessoas a usarem o celular apenas com uma das mãos. Essa não é a melhor forma de segurar o aparelho na hora de fazer um clique de paisagens, por exemplo. Prefira segurar com as duas mãos e preste atenção para não tirar fotos tortas, principalmente quando tiver a linha do horizonte ao fundoCuidado com o zoom - ao contrário das câmeras convencionais, que permitem aproximar a imagem com uma combinação de lentes, nos celulares isso é feito de maneira digital. Isso cria distorções de cores e formar ao acionar o zoom. Se possível, mude a posição e chegue mais pertoExplore os filtros - a hastag #nofilter é muito usada para exaltar uma foto que é tão bonita que nem precisou de retoques. Mas, é possível usar os filtros para fazer alguns ajustes na imagem como deixar mais clara, mais escura ou mais colorida. Se não foi possível fazer uma foto melhor, use os recursos do próprio celular ou das redes sociais para salvar o registroModo manual - A sua câmera do celular, por melhor que seja, dificilmente terá a mesma qualidade de uma câmera profissional. No entanto, se você já tiver alguma intimidade com esse tipo de equipamento, pode ter recursos bem semelhantes. Neste caso, selecione a opção manual para ter o controle de abertura, ISO e velocidade e usar a câmera com mais liberdadeLimpeza - Um detalhe muito importante para ter uma boa foto é a limpeza da lente. Em geral as capinhas não protegem esta parte do aparelho e qualquer sujeira ou marcas de dedo pode atrapalhar na hora de usa a câmera. Limpe com delicadeza utilizando uma flanela ou um pano de microfibra. Nunca use água ou produtos que possam arranhar […]

  • Feira de plantas carnívoras é realizada em Bogotá
    by Do R7 on 20 de julho de 2018 at 16:48

    O evento exibe mais de 500 das mais esquisitas plantas de mais de 52 espécies diferentes no Jardim Botânico de Bogotá. […]

  • Em 20 de julho de 1969, Neil Armstrong pisou na Lua
    by Pablo Marques, do R7 on 20 de julho de 2018 at 15:11

    Pegada deixada por Edwin 'Buzz' Aldrin na Lua Foto: Nasa &nbs […]

  • O que defendem os negacionistas do Holocausto, no centro de polêmica envolvendo Mark Zuckerberg
    by BBC BRASIL on 20 de julho de 2018 at 14:34

    Os negacionistas afirmam que as mortes de judeus sob o domínio nazista foram resultado da guerra e não de uma perseguição sistemática e assassinato em massa organizado pelo Estado BBC BRASIL/Getty Images "O Holocausto, a tentativa da Alemanha nazista de exterminar judeus europeus durante a Segunda Guerra Mundial, nunca aconteceu." É o que pensam os "negacionistas do Holocausto", que rejeitam a ideia de que a Alemanha nazista sistematicamente aniquilou judeus durante a Segunda Guerra, como explicou à BBC a historiadora Deborah Lipstadt, da Emory University, dos Estados Unidos. "Eles afirmam que os nazistas não assassinaram seis milhões de judeus, que a noção de que havia câmaras de gás para matar em massa é um mito, e que qualquer morte de judeus ocorrida sob o domínio nazista foi resultado da guerra e não de uma perseguição sistemática e assassinato em massa organizado pelo Estado", disse Lipstadt. "Alguns até afirmam que Hitler era o melhor amigo que os judeus tinham na Alemanha e que ele trabalhou ativamente para protegê-los", diz a especialista. Pesquisadores acreditam que entre 5 milhões e 6 milhões de judeus morreram na Europa durante a Segunda Guerra Mundial BBC BRASIL/Getty Images O tema da negação do Holocausto ressurgiu esta semana após o presidente e cofundador do Facebook, Mark Zuckerberg, defendeu o direito de "negacionistas do Holocausto" de fazerem parte da rede social. Veja também WhatsApp restringe serviços após linchamentos na Índia Dados vazados do Facebook podem ter sido acessados da Rússia Como judeu, ele disse ver esse pensamento como "profundamente ofensivo", mas que rejeita a ideia de excluir os perfis de quem o difunde. "Eu acho que há coisas sobre as quais as pessoas se equivocam. Não acho que estejam intencionalmente interpretando os fatos de forma errada", disse ele ao site de tecnologia Recode, na quarta-feira. Mas o que dizem os negacionistas do Holocausto? Lipstadt apresenta seus 4 principais postulados. 1. Auschwitz não era um campo de extermínio Lipstadt, autora do best-seller A Negação do Holocausto, diz que os "negacionistas" veem Auschwitz, o complexo de campos de concentração e extermínio no sul da Polônia tido como símbolo do Holocausto, como meros campos de prisioneiros. As notórias câmaras de gás, fartamente documentadas após a guerra, teriam sido, na verdade, câmaras de desinfecção ou necrotérios, ou apenas abrigos antiaéreos. "Esse argumento ('abrigos antiaéreos') ignora o fato de que eram pequenos demais para abrigar os prisioneiros do campo e que ficavam a mais de um quilômetro dos alojamentos dos guardas, uma distribuição decididamente tola se os abrigos eram feitos para protegê-los", explica Lipstadt. Alguns negacionistas afirmam que os milhares de judeus mortos em Auschwitz faleceram em consequência de uma epidemia de tifo. Aqueles que negam o Holocausto afirmam que os edifícios identificados como "câmaras de gás" de extermínio em massa não tinham essa função BBC BRASIL/Getty Images 2. A documentação foi fabricada O extermínio de judeus teria sido um "mito fabricado". Os argumentos são de que as provas documentais teriam sido falsificadas no final da Segunda Guerra Mundial por pessoas que trabalham para a comunidade judaica mundial, diz Lipstadt. Também alegam que "milhares dessas falsificações foram plantadas em arquivos de toda a Europa". Mencionam a ausência do que seria uma prova concreta "convincente": uma ordem de Hitler, por escrito, autorizando a aniquilação dos judeus. Para Lipstadt, a alegação de que toda a documentação do Holocausto foi feita por falsificadores é "incrivelmente improvável". "Isso não explica por que esses supostos falsificadores, incrivelmente talentosos, não conseguiram produzir a única folha de papel que os negacionistas exigem como 'prova' de que o genocídio ocorreu", isto é, a ordem que teria partido do próprio Hitler. 3. Muitos judeus não morreram, apenas foram embora Outro argumento comum de negacionistas é a explicação que dão para o desaparecimento de judeus de países como a Alemanha: eles simplesmente foram embora. Segundo Lipstadt, a alegação é de que "perdeu-se o rastro deles quando foram para lugares como a União Soviética ou os Estados Unidos". "Eles afirmam que nesses países já havia tantos judeus que ninguém notou a presença de mais alguns milhões", explica a pesquisadora. Um dos defensores dessa teoria, o professor americano Arthur Butz, diz que muitos judeus que teriam sido mortos na Segunda Guerra na verdade sobreviveram mas não voltaram a contatar suas famílias porque teriam montado "novas famílias" em outros lugares. Segundo Butz, estes teriam encontrado outras parceiras ou parceiros, estabeleceram melhores relacionamentos, começaram a vida nova e não atualizaram seus registros oficiais. Lipstadt considera esta argumentação "improvável". Os negacionistas afirmam que muitos dos judeus dados como mortos foram, na verdade, embora para outros países BBC BRASIL/Getty Images 4. As confissões não são válidas Otto Ohlendorf, comandante de uma das unidades das Einsatzgruppen - um esquadrão da morte responsável por diversas execuções em massa na Alemanha nazista - testemunhou publicamente que entre junho de 1941 e 1942 o grupo que comandava assassinou 90 mil pessoas. Mas os negacionistas rejeitam as confissões e testemunhos feitos por ex-comandantes militares ou membros do governo nazista, alegando que estes teriam sido feitos sob tortura - e, por isso, deveriam ser ignoradas. "Eles dizem que aqueles que confessavam sabiam que a admissão levaria a uma condenação à morte, por isso não teriam confessado se não tivessem sido forçados a isso", explica Lipstadt. No entanto, a acadêmica ressalta que várias das confissões mais detalhadas foram escritas depois que os acusados pelos crimes já haviam sido condenados à morte. Para negacionistas, entretanto, estas confissões pós-condenação refletem a "enxurrada de propaganda" a que foram submetidas essas "vítimas do engano". Oskar Groening, conhecido como "contador de Auschwitz", foi um dos muitos oficiais nazistas que relataram como funcionavam os campos de concentração BBC BRASIL/AFP O que disse Zuckerberg? As declarações polêmicas de Mark Zuckerberg foram dadas em entrevista ao site da tecnologia Recode, em resposta a perguntas sobre o que o Facebook está fazendo para combater notícias e sites falsos, como o InfoWars, que promovem teorias da conspiração. Quando perguntado sobre sua política relacionada a notícias falsas no Facebook, Zuckerberg citou como exemplo as pessoas que negam o Holocausto. "Sou judeu e há um grupo de pessoas que negam que o Holocausto tenha acontecido", disse ele à repórter Kara Swisher. "Acho isso profundamente ofensivo. Mas, no fim das contas, não acho que nossa plataforma deva excluir (esses usuários), porque creio que existem coisas sobre as quais as pessoas se equivocam. Não acho que estejam intencionalmente interpretando os fatos de forma errada", disse Zuckerberg. Depois de críticas por seus comentários sobre os negacionistas do Holocausto, Mark Zuckerberg disse que não os defende BBC BRASIL/Reuters Por causa da repercussão de seu comentário, Zuckerberg enviou, depois, uma declaração à revista esclarecendo seu posicionamento. "Pessoalmente acho a negação do Holocausto profundamente ofensiva e não pretendia defender as pessoas que o negam", frisou. […]

  • O que são os ônibus anfíbios, como o que naufragou matando ao menos 13 nos EUA
    by BBC BRASIL on 20 de julho de 2018 at 14:26

    Ônibus anfíbio é usado em cidades como Londres para excursões turísticas BBC BRASIL Pelo menos 13 pessoas morreram depois que uma embarcação turística naufragou nesta quinta (19) no lago Table Rock, no Missouri, nos Estados Unidos, após as fortes tempestades na região. O ônibus anfíbio, que pode ser utilizado tanto em terra quanto na água, transportava 31 pessoas. Sete pessoas foram levadas para o hospital, duas em estado grave, segundo a polícia local. As autoridades acreditam que os ventos de mais de 65 km por hora que atingiram a cidade de Branson, de onde o barco partiu, fizeram a embarcação virar. Veja também Por que o vulcão Kilauea continua em erupção no Havaí e os cientistas não sabem até quando vai durar Um vídeo feito por uma testemunha em terra mostra dois ônibus anfíbios que tentavam chegar à terra lutando contra a agitação da água. Nas redes sociais pessoas postaram fotos de uma das embarcações que naufragou no Missouri tentando chegar à costa BBC BRASIL/Reuters Uma das embarcações conseguiu chegar à costa, mas a outra foi levada de volta pelo vento e acabou virando e afundando. "Houve vento forte. Estava tendo problemas com o vento. Eles estavam voltando para a terra. Na verdade, havia dois barcos. O primeiro conseguiu voltar e o segundo, não", disse o xerife do condado de Stone, Doug Rader. O que são os veículos anfíbios? Os ônibus anfíbios turísticos têm design inspirado no DUKW, um veículo de transporte usado na Segunda Guerra Mundial. O DUKW, uma espécie de tanque anfíbio de seis rodas, foi fabricado nos EUA nos anos 40 para transportar pessoas e suprimentos tanto na terra quanto na água em locais onde não existiam portos. Cerca de 21 mil DUKWs foram produzidos para uso na Segunda Guerra. Muitos estiveram em uso em desembarques na Normandia no Dia D; estima-se que 40% dos suprimentos desembarcados nas praias eram transportados por DUKWs. Os DUKWs continuaram sendo usados por Exércitos de vários países; mais tarde, começaram a ser adaptados para uso por operadores turísticos. Os veículos anfíbios DUKW foram criados nos anos 40 e usados na 2ª Guerra Mundial para transportar pessoas e suprimentos tanto por terra quanto por água BBC BRASIL Os veículos anfíbios são perigosos? Existem centenas de veículos anfíbios em uso em todo o mundo, principalmente em passeios com excursões turísticas. Há poucos registros de incidentes fatais com esse veículo nos EUA. Em 2016, uma mulher morreu quando sua moto foi atingida por um ônibus anfíbio em Boston, levando a uma revisão das normas de segurança em torno desses veículos. Um ano antes, cinco estudantes foram mortos e dezenas de pessoas ficaram feridas quando um veículo anfíbio colidiu com um ônibus em Seattle. A NTSB, organização de segurança do transporte nos EUA, publicou mais tarde um relatório afirmando que um dos eixos do veículo estava rachado, daí o acidente. Cinco pessoas foram mortas em um acidente envolvendo um ônibus anfíbio em Seattle, nos EUA, em 2015 BBC BRASIL/Getty Images Em 2013, uma operadora de turismo no Reino Unido teve seus passeios suspensos depois que um de seus veículos anfíbios pegou fogo. Mas o incidente mais grave foi em 1999, quando um desses veículos afundou apenas alguns minutos depois de entrar no lago Hamilton, no Arkansas. Treze pessoas morreram, incluindo três crianças, depois que elas ficaram presas embaixo do veículo. A causa foi mais tarde relatada como "inundação descontrolada" devido a uma parte solta. […]

  • Sarcófago de 2 mil anos encontrado no Egito tinha esgoto e três múmias
    by Carolina Vilela do R7*, com agências internacionais on 20 de julho de 2018 at 13:50

    Três esqueletos podem pertencer a soldados Reprodução/Facebook/Ministry of Antiquities وزارة الآثار O Ministério de Antiguidades do Egito comunicou, nesta quinta-feira (19), que encontrou três ossadas dentro do sarcófago de granito preto encontrado no começo do mês de julho em Alexandria e que chegou a ser apontado como sendo de Alexandre, O Grande. O sarcófago estava tomado por água de esgoto, o que pode ter coloborado para danificar a mumificação dos três corpos. "A previsão inicial de estruturas ósseas sugere que eles são mais propensos a pertencer a três oficiais ou soldados militares", disse o comunicado, observando que um dos esqueletos parece ter uma ferida de flecha. No dia em que os arqueólogos encontraram a tumba, houver especulações de que o sarcógafo pertecia ao imperador Alexandre, o Grande. O local onde Alexandre foi enterrado nunca foi encontrado, mas existem registros que apontam que o imperador gostaria que seu cadáver fosse lançado no rio Eufrates. Múmias seguem para análise Autoridades egípcias vão transferir os esqueletos do sarcófago para o Museu de Alexandria para análise. Os especialistas querem descobrir mais detalhes sobre os restos mortais, como a causa da morte. O secretário-geral do Conselho Supremo de Antiguidades e chefe da missão egípcia, Mustafa Waziri, fez uma brincadeira ao falar sobre a abertura do sarcófago, dizendo que "Graças a Deus, o mundo não caiu na escuridão". "Fui o primeiro a colocar a cabeça dentro do sarcófago, e aqui estou, diante de todos e bem", afirmou, em referência às piadas sobre pragas caso o sarcófago fosse aberto. *Estagiária do R7 sob supervisão de Cristina Charão […]

  • WhatsApp restringe serviços após linchamentos na Índia
    by Ana Luísa Vieira, do R7, com Reuters on 20 de julho de 2018 at 13:25

    Encaminhamento de mensagens foi restrito por Whatsapp REUTERS/Dado Ruvic/File Photo/14.09.2017 O WhatsApp está restringindo, desde quinta-feira (19), a possibilidade de usuários encaminharem mensagens para vários grupos, depois que fraudes virais propagadas pelo aplicativo passaram a ser apontadas como responsáveis por uma recente onda de linchamentos e violência na Índia. As informações são da rede de notícias CNN. Atualmente, a plataforma permite aos usuários encaminhar mensagens simultaneamente para contatos e grupos ilimitados. "Estamos lançando um teste para limitar o encaminhamento de mensagens que será aplicado a todos que usam o WhatsApp. Na Índia, onde as pessoas enviam mais mensagens, fotos e vídeos do que qualquer outro país do mundo, também testamos um limite inferior de cinco chats por vez e removemos o botão de encaminhamento rápido ao lado das mensagens de mídia", afirmou a companhia em post no seu blog oficial. Acompanhe o noticiário internacional no R7 O WhatsApp também está testando rotular mensagens para mostrar a usuários quando uma mensagem recebida foi apenas encaminhada e não criada por quem a enviou. No início da semana, a plataforma já havia publicado anúncios em importantes jornais indianos para enfrentar a disseminação de desinformações. Os espancamentos e mortes incitadas por mensagens falsas na Índia — maior mercado do WhatsApp, com mais de 200 milhões de usuários — causaram um pesadelo de relações públicas, levando autoridades a pedirem uma ação imediata. […]

  • Aprenda como trocar sua foto do perfil no Facebook por um vídeo
    by Pablo Marques, do R7 on 19 de julho de 2018 at 19:01

    O Facebook oferece alguns recursos que ajudam a personalizar o perfil exibido na rede social. Trocar a foto por um vídeo é uma forma divertida e fácil de interagir com os amigosAbra o aplicativo do Facebook no celular e acesse a sua conta. No canto inferior direito da sua foto no perfil, há um ícone escrito editar. Toque sobre ele para iniciar o passo a passoUma aba será aberta na parte inferior da tela com algumas opções para trocar a foto. Toque sobre o item fazer um novo vídeo do perfil para habilitar a câmera do celular e fazer uma filmagem com até 7 segundosUma outra alternativa é usar um vídeo que foi salvo na memória do aparelho. Neste caso, toque sobre o item selecionar vídeo do perfilLeia também: Um manual para espionar alguém nas redes sociais sem deixar pistasIndependente da opção escolhida, será possível fazer alguns ajustes no vídeo. Para isso, toque em editar no canto inferior direitoNa tela seguinte, é possível diminuir o tempo de exibição ou mudar o corteLeia também: Limpe o WhatsApp e resolva de uma vez a falta de memória do celularA decisão de usar um vídeo no lugar da foto de perfil não precisa ser definitiva. Se quiser, é possível definir um período ao tocar sobre o ícone tornar temporáriaSão três opções com um tempo já definido e uma quarta para definir manualmente o período de exibiçãoLeia também: Fique invisível no WhatsApp e não dê pistas sobre o uso do aplicativoAo finalizar a edição, toque em usar no canto superior direito. Pronto! […]

  • Por que o vulcão Kilauea continua em erupção no Havaí e os cientistas não sabem até quando vai durar
    by BBC BRASIL on 19 de julho de 2018 at 15:01

    O Kilauea está ativo desde 1983 e não é a erupção em si que tem impressionado especialistas. A atividade do vulcão, afirmam eles, mudou AFP/GETTY IMAGES Durante mais de dois meses, ele não parou de expelir lava nem de sacudir a terra. Em maio passado, o vulcão Kilauea, no Havaí, EUA, entrou em atividade e, desde então, rios de pedra derretida, fumaça e cinzas correm pela encosta no sudeste da Grande Ilha até as águas do Pacífico. Mais de 10 mil pessoas foram evacuadas e dezenas de casas destruídas. A magnitude da erupção fez surgir novas ilhas com a lava jogada no mar. Quase três meses depois, o Kilauea ainda está acordado e os cientistas não veem sinais de que a atividade diminuirá a curto prazo. "Não houve qualquer sinal de mudança: nem a quantidade de lava que emana nem os tremores de terra diminuíram...Não sabemos o quanto de magma ainda vai brotar", disse à BBC News Mundo a vulcanóloga Janine Krippner. No entanto, de acordo com a pesquisadora da Universidade de Concord, da Virgínia Ocidental, o mais impressionante não é a erupção em si, já que o Kilauea está ativo desde 1983. Segundo especialista, não houve qualquer sinal de mudança na atividade do vulcão: nem a quantidade de lava nem os tremores de terra diminuíram Getty Images "O que acontece é que, em maio, a atividade do vulcão mudou. Agora, observamos a subsidência do lago de lava dentro do vulcão e a lava chegando a uma das áreas habitadas. Está brotando lava em novos lugares e também foram reportados novos fluxos", diz ela. A lava que brota agora, segundo a especialista, é mais líquida e mais rica em gases tóxicos do que nos primeiros dias, o que faz com que ela se mova mais rápido e que sejam reportadas explosões maiores. Uma "bomba de lava", de fato, feriu no início desta semana 23 pessoas que viajavam em um barco pelas costas da Ilha Grande, a dezenas de quilômetros do vulcão. Mas como se explica que, tanto tempo depois, a erupção do Kilauea não pareça diminuir? Vulcão jovem De acordo com Krippner, o Kilauea é um vulcão geologicamente muito jovem, o que o torna particularmente ativo. Mas algo o diferencia dos outros vulcões. "A maioria dos vulcões mais ativos do mundo está em zonas de subducção (convergência) de placas tectônicas - onde uma placa se move sob a outra - mas a situação no Havaí é diferente", diz ela. "O que acontece é que os vulcões estão sobre uma espécie de pontos quentes, uma área de fluxos a uma temperatura muito alta, onde o calor faz com que o magma suba sob pressão. E, à medida que vai subindo, vai derretendo mais rocha. Esta é uma particularidade que torna esses vulcões do Havaí especialmente ativos ", acrescenta ela. A vulcanóloga afirma que o que torna a atual erupção do Kilauea incomum é que ela está ocorrendo perto de uma região habitada e que a quantidade de lava que emana é alta. No entanto, ela observa que há outros vulcões em erupção por mais tempo: tudo depende da quantidade de magma que se está gerando sob o local onde eles estão localizados. "Há vulcões que entraram em atividade há meses ou há anos. O que acontece agora é que, como está perto de uma área habitada, ele tem recebido uma cobertura maior da mídia. Mas no momento há 43 vulcões em erupção em todo o mundo e muita gente não sabe ", diz ela. A atual erupção do Kilauea é incomum porque está acontecendo próxima a uma região habitada e a quantidade de lava que emana é alta Getty Images A grande questão é saber quando essa atividade toda arrefecerá. Mas por que os cientistas acham tão difícil prever o fim da erupção de um vulcão? "É muito difícil prever quando a erupção de qualquer vulcão vai acabar porque depende da quantidade de magma abaixo da superfície e não temos como saber isso", explica Krippner. Ela aponta que, em geral, os vulcanólogos conseguem prever quando uma erupção chegará ao fim quando os efeitos associados a isso começam a diminuir, como pode acontecer com os fluxos de lava ou os terremotos que eles geram. No entanto, a especialista reitera que isso ainda não começou a ser percebido no Kilauea, por isso não é possível saber quanto tempo mais essa erupção pode durar. […]

  • Dados vazados do Facebook podem ter sido acessados da Rússia
    by Pablo Marques, do R7 on 19 de julho de 2018 at 14:56

    Rússia e outros países podem ter acessado informações vazadas do Facebook Regis Duvignau/Reuters - 01.02.2017. O Escritório do Comissariado da Informação, órgão regulador que atua na proteção de dados do Reino Unido investiga o vazamento de dados de 87 milhões de perfis do Facebook. De acordo com informações publicadas pela CNN, as autoridades britânicas encontraram evidências as informações obtidas a partir da Rede Social foram acessadas a partir da Rússia. Veja também Facebook recebe multa máxima no Reino Unido por vazamentos Investigação sobre violação de dados pelo Facebook se amplia Facebook admite que compartilhou dados dos usuários com empresas Investiga-se também o uso dessas informações para beneficiar a campanha presidencial de Donald Trump. A coleta irregular de dados pela Cambridge Analytica teria sido usada para direcionar post nas redes sociais com propagandas do candidato republicano. "Nós queremos saber quem eram essas pessoas, qual acesso elas tinham e se elas eram capazes de usar esses dados como quisessem", disse Damian Collins, membro do Parlamento Britânico, à CNN. O vazamento de dados pessoais de milhões de usuários, inclusive de 443 mil brasileiros, aconteceu a partir do uso de um aplicativo que usou uma brecha nos termos de uso para acessar os perfis e também os amigos vinculados à conta. O escândalo fez autoridades dos EUA e da Europa convocarem Mark Zuckerberg para prestar esclarecimento a atuação de sua empresa. O empresário afirmar que os aplicativos irregulares serão deletados da plataforma e que os termos de uso foram corrigidos.  Veja também: Conheça 7 patentes assustadoras que o Facebook já registrou &nbs […]

  • Trump critica multa ao Google e diz que UE "se aproveita dos EUA"
    by Agência Estado on 19 de julho de 2018 at 14:00

    Presidente dos EUA, Donald Trump critica multa aplicada ao Google Leah Millis/Reuters - 18.07.2018. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, usou sua conta no Twitter na manhã desta quinta-feira (19) para criticar a multa imposta ontem pela União Europeia ao Google. Segundo o líder americano, o bloco "se aproveita dos EUA", o que ele pretende reverter em breve. Veja também Pelas leis do Brasil, Google pode ser multado por tentativa de monopólio Google enfrenta quatro processos administrativos no Brasil Comissão dos EUA diz que analisará de perto decisão da UE sobre Google "Eu disse a vocês! A União Europeia acaba de impor uma multa de US$ 5 bilhões a uma de nossas grandes companhias, o Google. Eles realmente se aproveitam dos EUA, mas não por muito tempo!", afirmou Trump na mensagem. I told you so! The European Union just slapped a Five Billion Dollar fine on one of our great companies, Google. They truly have taken advantage of the U.S., but not for long!— Donald J. Trump (@realDonaldTrump) 19 de julho de 2018 Ontem, a UE multou a Alphabet, controladora do Google, em 4,34 bilhões de euros (US$ 5,06 bilhões), com o argumento de que a empresa abusava do domínio de seu sistema operacional Android para promover seus próprios aplicativos e seu serviço de buscas. A empresa afirma ser inocente no caso e disse que pretende apelar da decisão. […]

  • Comissão dos EUA diz que analisará de perto decisão da UE sobre Google
    by Reuters on 19 de julho de 2018 at 13:24

    Google é multado na Europa e poderá receber punição também nos EUA Charles Platiau/Reuters - 25.05.2018 O presidente da Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos, que investigou o Google no passado por abuso de mercado na web, disse nesta quarta-feira (18) que daria uma olhada de perto na decisão recente da Europa de multar a companhia em 4,34 bilhões de euros. Veja também Pelas leis do Brasil, Google pode ser multado por tentativa de monopólio Google enfrenta quatro processos administrativos no Brasil Comissão dos EUA diz que analisará de perto decisão da UE sobre Google Falando em audiência no Capitol Hill, o presidente da comissão, Joseph Simons, disse que falou na véspera com o chefe antitruste da UE, Margrethe Vestager. "Vamos ler o que a UE apontou muito de perto", afirmou Simons a um subcomitê do Comitê de Energia e Comércio da Câmara dos Deputados dos EUA. Além da multa, equivalente a duas semanas de receita, as autoridades reguladoras antitruste da UE mandaram o Google parar de usar seu sistema operacional Android para bloquear rivais. O Google disse que vai apelar da decisão. Simons acrescentou que os mercados dominados por poucas empresas são onde reguladores antitruste frequentemente encontram "condutas problemáticas". A Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos anteriormente investigou o Google por abusar da liderança de mercado em buscas na internet, mas encerrou o processo no início de 2013 com uma repreensão moderada. Também na audiência de quarta-feira, parlamentares republicanos e democratas pressionaram os comissários da agência a fazer mais para impedir robôs de chamadas e garantir melhor segurança para dados sensíveis. Para lidar com esses e outros assuntos, os comissários --três republicanos e dois democratas-- disseram que a agência precisava de mais recursos e mais autoridade, especificamente a capacidade de criar regras relativamente rápido. […]

  • A primeira família a se mudar para uma casa construída com uma impressora 3D
    by BBC BRASIL on 19 de julho de 2018 at 12:28

    A impressão da casa demorou 54 horas, mas equipe técnica diz já ser capaz de fazer em 33 BBC As impressoras 3D fizeram sua estreia no mundo da construção de moradias. Uma família em Nantes, na França, se tornou recentemente a primeira do mundo a se mudar para uma casa construída com a impressão tridimensional. O imóvel tem 95 metros quadrados e foi projetado para uma família de cinco pessoas, com quatro quartos. Seu design inclui paredes curvas para reduzir os efeitos da umidade e controles digitais para pessoas com deficiências. Nouria e Nordine Ramdani se sentem muito sortudos de morar na casa construída com uma impressora 3D BBC Por enquanto, ela é apenas um protótipo, mas, de acordo com seus criadores, pode ser o início de uma grande mudança na indústria da construção. O projeto foi liderado pelo conselho de Nantes, ligado à universidade da cidade francesa. A impressão da casa demorou 54 horas. No entanto, foram necessários 4 meses para concluir as janelas, portas e teto. No total, o imóvel custou cerca de US$ 234 mil (cerca de R$ 900 mil), o que representa uma economia de 20% em comparação com o que uma casa idêntica construída de maneira tradicional custaria. A impressora é usada para imprimir blocos do chão até o topo para formar as paredes BBC A equipe que construiu a casa agora diz ser capaz de imprimir outra semelhante em apenas 33 horas. É só o começo Francky Trichet, chefe do conselho de Nantes em questões de tecnologia e inovação, disse que o objetivo do projeto é ver se esse tipo de moradia poderia ser construído massivamente e se essa tecnologia pode ser aplicada em outros tipos de construções, como ginásios esportivos. O espaço entre os dois blocos impressos é preenchido com cimento para formar as paredes BBC "Durante 2 mil anos, não houve uma mudança no paradigma do processo de construção", diz Trichet. "Queríamos varrer todo esse processo de construção." "Estamos no começo de uma história. Acabamos de escrever: 'Era uma vez...'" Agora, diz Trichet, esse avanço "obrigará" as empresas privadas a "pegar a caneta" e continuar a narrativa. Portas e janelas foram as partes que demoraram mais tempo para serem construídas pela impressora 3D BBC Nordine e Nouria Ramdani, junto com seus três filhos, foram os sortudos a morar nessa casa. "É uma honra fazer parte deste projeto", diz Nordine. "Nós moramos em um bloco de apartamentos dos anos 1960, então, isso é uma grande mudança para nós." "É incrível poder morar em um lugar com jardim e ter sua casa independente." Como funciona? Primeiro, a casa foi projetada por uma equipe de arquitetos e cientistas. Cada parede é composta por duas camadas de isolamento de poliuretano BBC Em seguida, o desenho foi programado em uma impressora 3D, que foi transportada até o local onde a casa seria erguida. A impressora começou a levantar as paredes em camadas. Cada parede é composta por duas camadas de isolamento de poliuretano, com um espaço entre elas que é preenchido com cimento. Depois, são instaladas as janelas, as portas e o teto. E pronto, a casa está concluída. Furet diz que seu objetivo era combinar moradias sociais com arquitetura moderna BBC Segundo estimativa de Benoit Furet, líder do projeto na Universidade de Nantes, essa tecnologia reduzirá o custo de construção em 25% nos próximos 5 anos e 40% nos próximos 10 ou 15 anos. Isso se deve em parte pelo fato de que a tecnologia está ficando mais barata e mais refinada, enquanto os custos caem se as casas forem construídas em larga escala. Além disso, Furet diz que a impressão 3D permite que os arquitetos sejam muito mais criativos quando se trata de imaginar as formas das casas que eles projetam. A casa em Nantes, por exemplo, foi construída para contornar as árvores de 100 anos de idade que existem no terreno onde ela foi erguida. Fabricação a partir de impressora 3D facilitou construir a casa contornando árvores de 100 anos de idade que existem no terreno BBC As paredes curvas também melhoram a circulação de ar, reduzem a umidade e reforçam a resistência térmica. A casa também é adaptada para pessoas com deficiência, tem acesso para cadeira de rodas e algumas de suas instalações podem ser controladas a partir de um telefone celular. Finalmente, também respeita o meio ambiente, já que não produz resíduos durante a impressão. Agora, o sonho de Furet é criar um bairro inteiro baseado nesses mesmos princípios. Na verdade, ele diz que está trabalhando em um projeto no norte de Paris que incluirá 18 casas feitas com impressoras 3D. Ele também trabalha em um prédio comercial.     Leia também: Descubra 8 usos de uma impressora 3D que você nunca imaginou &nbs […]

  • Zuckerberg diz que prefere reduzir fluxo de fake news a fazer censura
    by Fábio Fleury, do R7 on 19 de julho de 2018 at 00:16

    Zuckerberg explicou porque site não derruba fake news Reprodução via Reuters O criador do Facebook, Mark Zuckerberg, explicou seu posicionamento sobre páginas que difundem fake news em sua rede social. Ele quis justificar porque muitas delas não estão sendo banidas, mesmo após anunciar uma fiscalização mais rigorosa. A ideia do empresário é que os algoritmos do Facebook distribuam os conteúdos para um número cada vez menor de pessoas. Na opinião dele, seria uma maneira de evitar a criação de um tipo de 'censura' na rede social mais usada do mundo. Veja também União Europeia multa Google em 4,3 bilhões de euros MP investiga Youtube sobre uso de dados de crianças brasileiras Google enfrenta quatro processos administrativos no Brasil Alemanha autoriza pais a acessarem conta no Facebook de filha morta Notícias falsas Durante entrevista ao site norte-americano Recode, ele explicou porque o Facebook não tira do ar sites como o Infowars, veículo de extrema-direita que circulou, entre outras notícias falsas, o boato de que o massacre na escola infantil de Sandy Hook, em 2012, seria uma "farsa". Índia tem onda de linchamentos causados por fake news "Vamos trazer o assunto mais para perto. Eu sou judeu e há um grupo de pessoas que negam que o Holocausto aconteceu. Acho isso profundamente ofensivo", disse Zuckerberg. "Mas no fim das contas, não acredito que a nossa plataforma deveria apagar isso, porque acho que há coisas que as pessoas entendem errado e não acho que isso seja intencional." Segundo ele, por esse motivo o discurso público não deve ser censurado no Facebook, mesmo quando existe esse tipo de erro de informação. "Eu não acho que seja a coisa certa a se fazer, tirar alguém da plataforma se eles estão errados, mesmo que isso aconteça várias vezes", completou. No automático Para Zuckerberg, a solução de confiar nos robôs que filtram o conteúdo do site e confiar que eles limitarão que as informações falsas sejam disseminadas para mais pessoas é o caminho mais correto a seguir. A censura de conteúdo seria indicada em casos mais graves, como aqueles em que as notícias falsas contribuem para atos violentos. "Se o conteúdo falso induzir a violência, vamos derrubar. Me sinto profundamente responsável por casos assim." […]

  • Pelas leis do Brasil, Google pode ser multado por tentativa de monopólio
    by Pablo Marques, do R7 on 18 de julho de 2018 at 21:04

    Google enfrente processos no Brasil por empresas que alegam concorrência desleal Reuters O Google foi condenado na União Europeia a pagar 4,3 bilhões de euros, cerca de R$ 19,5 bilhões, por concorrência desleal. No Brasil, a Microsoft, a Yelp e a E-Commerce Media Group, dona do Buscapé e do Bondfaro, entraram com processos no Cade (Conselho Administrativos de Defesa Econômica) alegando que seus negócios foram prejudicados pelas práticas do buscador que interferem no alcance de links e propagandas. Veja também União Europeia multa Google em 4,3 bilhões de euros Google enfrenta quatro processos administrativos no Brasil "Se comprovado pelo Cade, o Google poderá ser condenado a pagar uma multa por tentativa de monopólio de mercado", afirma Armando Luis Rovai, professor de direito empresarial da Universidade Presbiteriana Mackenzie. A multa aplicada ao Google pelas autoridades brasileiras poderá ter um valor que varia de 0,1% a 20% do faturamento bruto da empresa no Brasil no ano anterior ao da instauração do processo, segundo os artigos 37 e 38 da Lei 12.529/11. "Qualquer monopólio deve ser combatido. A prática vai contra o direito do consumidor e também contra os princípios de livre concorrência e de livre iniciativa, presentes na Constituição Federal", explica o professor de Direito. Caso o Google seja condenado mais de uma vez pelo mesmo motivo, o valor da multa pode aumentar, mas não há risco do serviço ser suspenso, por exemplo. Armando afirma que a intenção das autoridades não é impedir a atividade produtiva no país. A Yelp e a E-Commerce Media Group afirmam que o Google favorece a exibição das posições de maior destaque das páginas para produtos e serviços do próprio buscador. Dessa forma, os usuários seriam induzidos a não clicarem em links que disputam o mesmo público. A E-Commerce Media Group também procurou o Cade alegando o uso indevido das avaliações feitas por clientes do Bondfaro e Buscapé. O Google Shopping, que também faz a comparação de preços, teria usado os mesmos relatos sem autorização. Já a Microsoft, alega que a empresa prejudica a veiculação de publicidades seu buscador, o Bing. Isso porque os contratos de publicidade impediriam que a mesma propaganda fosse criada para o Google e também para as plataformas concorrentes. O processo da Microsoft e o da E-Commerce Media Group, sobre uso dos comentários, receberam a recomendação de arquivamento e aguardam a decisão final. Os demais seguem em tramite na autarquia e o Google ainda pode ser condenado.  "Os processos no Cade não têm um prazo para a conclusão e por isso costumam demorar. As tramitações relacionadas ao Google podem levar mais de 10 anos", diz Rovai. O processo mais antigo contra o Google foi protocolado no Cade em 2011 e o mais recente data de 2016. […]

  • Como prever um terremoto: cientistas testam alternativa com cabos de internet
    by BBC BRASIL on 18 de julho de 2018 at 20:19

    Redes de comunicação podem detectar movimentos da terra Science Photo Library / BBC BRASIL O uso de sistemas sofisticados para lançar alertas preventivos de terremotos tem agora uma alternativa inesperada e muito acessível: os cabos de internet. Pesquisadores da Islândia usaram com sucesso um cabo de comunicações de fibra ótica para avaliar a atividade sísmica. E eles provaram ser sensíveis aos tremores de terra, embora ainda não estejam prontos para um uso generalizado. Este método se soma a uma série de avanços recentes na detecção de terremotos, que incluem aplicativos para smartphones e hardware mais acessível.   O estudo foi realizado na região geologicamente ativa de Reykjanes, na Islândia Getty Images / BBC BRASIL Em países de todo o mundo, esses cabos são colocados debaixo do solo para fornecer serviços de internet e televisão. Como funciona? A atividade dos terremotos geralmente é monitorada por sismógrafos: dispositivos cuidadosamente calibrados - e caros - instalados em locais sensíveis. O método testado pela equipe de pesquisadores, liderada por Philippe Jousset, do Centro Alemão de Pesquisas em Geociências (GFZ), com sede em Potsdam, usou 15 km de cabo de fibra ótica originalmente instalado em 1994 entre duas usinas de energia geotérmica na Islândia. Um pulso de laser enviado por uma única fibra do cabo foi o suficiente para determinar se havia alguma interferência. "Inicialmente, não sabíamos o que poderíamos registrar", disse Jousset à BBC News, "mas pudemos detectar terremotos a partir de muito longe".   A atividade sísmica é geralmente monitorada com sismógrafos cuidadosamente instalados em buracos no solo USGS / Science Photo Library / BBC BRASIL Quando o solo e, consequentemente, o cabo se esticou ou comprimiu, os pesquisadores conseguiram gravá-lo. Eles detectaram o tráfego local, a atividade sísmica e até mesmo os pedestres que passavam. Também captaram o sinal de um forte terremoto na Indonésia. "É quase tão bom quanto um sismógrafo", diz Jousset. Alerta preventivo de terremoto O instrumento que deve ser anexado a cada cabo para tornar o monitoramento possível ainda é caro, mas os pesquisadores estão trabalhando em alternativas acessíveis. Quando eles estiverem disponíveis, o método promete revolucionar os sistemas de detecção sísmica.   A falha de San Andreas, nos EUA, foi a causa de um terremoto que destruiu grande parte de São Francisco em 1906, matando mais de 3 mil pessoas Science Photo Library / BBC BRASIL Elizabeth Cochran, geofísica do Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, da sigla em inglês), afirma que, quando for aprimorada, a tecnologia pode ser aplicada aos sistemas de alerta precoce de terremotos. Essas redes, que já estão ativas em países como o Japão e o México, atuam para alertar a população local. "Para [aviso precoce] não precisamos necessariamente de informações muito precisas. Você só precisa saber que estão ocorrendo fortes movimentos de terra em uma área." "Existem milhares de quilômetros de cabos que já atravessam as cidades. Então, se podemos acessar esses cabos e descobrir como interpretar os dados com precisão, há um potencial muito interessante para as redes de sensores muito densas onde quer que haja cabos", disse ela à BBC News.   Um sistema de alerta precoce de terremotos para a costa oeste dos EUA, chamado ShakeAlert, está sendo desenvolvido e testado neste momento Getty Images / BBC BRASIL Por enquanto, continuam a ser instalados sismógrafos para o ShakeAlert, um sistema de alerta precoce de terremotos para a costa oeste dos EUA que está sendo desenvolvido e testado pelo USGS junto com parceiros do governo e universidades. Qual é o inconveniente? No caso do uso de cabos de internet, além da necessidade de aperfeiçoar a técnica, há outros desafios previstos. "(O uso em larga escala) Muito dependerá da disposição das empresas de comunicação em aderir ao conceito e oferecer o uso de seus cabos a um custo mínimo ou sem custo algum", explica Cochran. Ela observa que "a maioria das empresas nos Estados Unidos tem fornecido acesso aos cabos por tempo limitado, mas indicado que cobraria por um acesso de mais longo prazo". No entanto, a equipe de Jousset encontrou empresas na Europa bastante abertas à ideia.   Cabos de fibra ótica são amplamente usados no setor de comunicação e pesquisadores esperam aperfeiçoar o uso também para alertas de terremotos Science Photo Library / BBC BRASIL Os pesquisadores estão prontos para realizar mais estudos em um futuro próximo e demonstram otimismo com o potencial da tecnologia para monitorar a atividade vulcânica e sísmica. "Atualmente, há cada vez mais possibilidades, os preços estão baixando e (a tecnologia) poderia estar operacional em alguns anos, não em todos os lugares, mas em alguns lugares". […]

  • Google enfrenta quatro processos administrativos no Brasil
    by Pablo Marques, do R7 on 18 de julho de 2018 at 18:46

    Google é multado na Europa e pode também ser multado no Brasil Charles Platiau/Reuters - 28.05.2018 Além de ser multado pela União Europeia em 4,3 bilhões de euros (cerca de R$ 19,5 bilhões) por usar o Android, sistema operacional para celulares, como forma de obter vantagens na disputa por espaço na internet, o Google enfrenta quatro processos no Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). Em 2011, a E-Commerce Media Group, dona dos sites Buscapé e Bondfaro, entrou com o processo administrativo alegando concorrência desleal. Tanto nas buscas orgânicas como nas patrocinadas, os locais de destaque da página seriam reservados para o Google Shopping, um serviço semelhante de comparativo de preços. Em 2013, a E-Commerce Media Group entrou novamente com um processo no Cade alegando que o Google Shopping estaria copiando as avaliações feitas por clientes sem autorização. Nesse mesmo ano, a Microsoft também procurou o Cade para fazer uma denúncia contra o Google. O motivo foi o uso dos termos e condições de uso para interferir na disputa por venda de propagandas. Os anunciantes seriam proibidos de veicular as mesmas campanhas em outras plataformas. Isso prejudicaria as demais concorrentes. O caso mais recente é de 2016 e envolve a Yelp, site de avaliação de estabelecimentos comerciais. A empresa afirma que o mecanismo de buscas daria preferência para exibir em locais de destaque da página, como no topo, os serviços semelhantes oferecidos pelo Google. Tramitações no Cade Os processos administrativos iniciados em 2013 pela Microsoft e pela E-Commerce Media Group receberam a recomendação de arquivamento da Superintendência-Geral do Cade, em maio deste ano. O motivo foi falta de provas de que a conduta do Google teria prejudicado consumidores brasileiros. Mesmo com a recomendação, ambos foram distribuídos a conselheiros relatores, que analisarão os casos e levarão a julgamento pelo colegiado. A decisão final é do tribunal do Cade, que pode aceitar a recomendação ou aplicar as medidas previstas, mas não há um prazo para isso. Os outros dois processos seguem em tramitação na autarquia e estão em análise na Superintendência-Geral. Se condenado, o Google poderá receber uma multa que varia de 0,1% a 20% do faturamento bruto da empresa no ano anterior ao da instauração do processo administrativo, como determina o Art. 37 e o Art. 38 da Lei 12.529/11. […]

  • Pornô de vingança com 'deepfakes': por que precisamos nos preocupar com isso
    by BBC BRASIL on 18 de julho de 2018 at 14:04

    Donald Trump tem o rosto trocado por um programa de computador Reprodução/BBC   Você recebeu um link para assistir vídeos pornôs de celebridades ou viu um político dizendo algo completamente incomum? Cuidado: pode ser falso. Vídeos chamados de "deepfake" são produzidos com programas de Inteligência Artificial que criam versões computadorizadas do rosto de alguém e são capazes de manipular sua fala – literalmente colocar “palavras na boca" desse alguém – ou seu contexto, por exemplo, adicionando a cabeça de uma atriz de Hollywood ao corpo de uma estrela pornô. Já existem falsos vídeos do ex-presidente americano Barack Obama e falsos pornôs com atrizes como Emma Watson. Diversos desses vídeos têm sido tirados de circulação de sites americanos como o Gfycat. Até pessoas comuns podem ser alvo: especialistas temem que a prática do “pornô da vingança” (quando uma pessoa divulga um vídeo íntimo do ex-namorado, por exemplo) ganhe novo impulso com a possibilidade de manipulação de imagens. Outro perigo, potencialmente ainda mais danoso e de impactos globais, é a adulteração de falas de políticos em campanhas eleitorais. A criação desses vídeos tornou-se mais comum e fácil depois do lançamento de uma ferramenta grátis, no início deste ano, que tornou a troca de rostos um processo relativamente simples. O desenvolvedor do FakeApp diz que ele foi baixado mais de 100 mil vezes. Seu funcionamento se baseia em um algoritmo que cria uma versão computadorizada do rosto de uma celebridade ao analisar centenas de fotos desta pessoa e também um vídeo de quem terá seu rosto substituído. Os resultados variam bastante em termos de qualidade. Mas, em alguns casos, quando as duas pessoas envolvidas na troca são parecidas fisicamente, o produto final chega a ser convincente. Também preocupa o fato de as legislações dos países não conseguirem acompanhar a tecnologia, criando um vácuo legal que dificulta a punição de criadores de “deepfakes”. Como identificar? Para tentar identificar possíveis “deepfakes”, uma dica é prestar atenção à qualidade dos vídeos e na maneira como os rostos se movem. Em vídeos "fakes" de celebridades, os rostos digitalmente "transplantados" tinham resolução mediana, oscilações, tremores e flutuações. Em termos técnicos, também há diferenças entre os “deepfakes” e os vídeos verdadeiros, explicou à BBC News Brasil o pesquisador de computação gráfica Christian Riess, da Universidade Friedrich-Alexander Erlangen-Nürnberg, na Alemanha. "Um vídeo editado tem na área do rosto uma sobreposição de gráficos computacionais. É isso que o algoritmo detecta", explica Riess. Ou seja, algoritmos automatizados inteligentes deixam vestígios. O grupo de Riess criou o software FaceForensics, que almeja justamente identificar esses traços. Mas, segundo o pesquisador, não demorará até que os programas de "deepfakes" evoluam a ponto de edições serem imperceptíveis ao olho humano. Logo, dependeremos de softwares para autenticar vídeos suspeitos. Em assuntos mais sérios, como edições em vídeos de políticos, é preciso sempre analisar o contexto. "Em qual veículo esse vídeo aparece? Você confia na fonte? Alguém a checou? Quem se beneficiaria desse vídeo? Essas perguntas clássicas de jornalismo e checagem de fatos devem ser aplicadas", orienta o pesquisador. […]