Portal R7

  • Atrase o envelhecimento fazendo colágeno e ácido hialurônico em casa
    by Cura pela Natureza - Saúde on 19 de junho de 2018 at 23:37

    Cura pela Natureza […]

  • Vacinação contra a gripe será ampliada para maiores de 50 em SP
    by Deborah Giannini, do R7 on 19 de junho de 2018 at 20:53

    Vacina trivalente protege contra H1N1, H3N2 e influenza B Correio do Povo - Cidades A Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo divulgou nesta terça-feira (19) que a vacina contra a gripe, restrita a grupos prioritários, será ampliada a partir de segunda-feira (25) para adultos acima de 50 anos e crianças entre 5 a 9 anos. Esta ampliação se dá em decorrência da baixa adesão à vacina, que atingiu somente 66,2% do públicos-alvo até o dia 13 de junho, de acordo com a secretaria. A meta é atingir 90% da população. Até o momento, a vacina é oferecia apenas para crianças de seis meses a 5 anos, idosos acima de 60 anos, gestantes, puérperas, indígenas, profissionais de saúde, pessoas privadas de liberdade, funcionários do sistema prisional, pessoas com comorbidades, como hipertensão, diabetes e transplantados, e professores da rede pública e privada. Leia também: Gripe pode precipitar infarto, comprova estudo A escolha dos grupos prioritários, considerados mais propensos a complicações da gripe, segue a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS). A vacina, oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), é a trivalente, que protege contra três tipos de vírus influenza: H1N1, H3N2 e influenza B. A secretaria informou que o critério para a escolha para incluir dois novos grupos ao público-alvo foi a melhor resposta das crianças à vacinação, além de serem elas as maiores transmissoras do vírus entre as outras faixas etárias, e o maior risco de internação e de morte entre adultos entre 50 e 59. A média de idade entre os casos fatais é 52 anos. A adesão à vacina está baixa entre gestantes (cobertura de 43,5%) e crianças com idade entre seis meses e cinco anos (cobertura de 44,8%). Saiba mais: Gripe: vacina quadrivalente deve substituir trivalente no futuro A maior cobertura entre os grupos prioritários é o da população indígena, com 106,9%, seguida de pessoas com 60 anos ou mais (79,6%), mulheres que estão no período de até 45 dias após o parto-puérperas (72%), profissionais de saúde (64,1%) e pessoas com doenças crônicas e outras comorbidades (57,2%). Para receber a vacina, é necessário levar documento de identificação e, se possível, a carteira de vacinação e cartão SUS. Os profissionais de saúde e educação precisam apresentar holerite ou crachá de identificação. Portadores de doenças crônicas e outras comorbidades devem levar a receita da medicação que faz uso com data dos últimos seis meses. Até o último dia 18, foram confirmados na cidade de São Paulo 438 casos de gripe, sendo 226 provocados pelo H1N1, 52 para influenza A, 118 para influenza A não subtipado e 42 para influenza B. Entenda a diferença entre sintomas da gripe, dengue, febre amarela, zika e chikungunya: &nbs […]

  • Médico da seleção: dor de Neymar é por pancadas que sofreu da Suíça
    by Giovanna Borielo, do R7* on 19 de junho de 2018 at 20:07

    Neymar deixa o treino acompanhado de seu fisioterapeuta REUTERS/Hannah McKay O ortopedista Rodrigo Lasmar, médico da seleção brasileira, afirmou à reportagem do R7 que a dor no tornozelo relatada por Neymar no treino desta terça-feira (19) está relacionada às pancadas sofridas no jogo de estreia do Brasil na Copa da Rússia contra a Suíça no último domingo (17). "Neymar se queixou de incômodo no tornozelo em decorrência das pancadas que levou no último jogo. Treina amanhã normalmente. Nenhuma relação com o local da cirurgia, que está muito bem", disse. Ao aparecer no treino da seleção em Sochi, na Rússia, nesta terça, Neymar estava sorridente mas, logo, o tempo fechou para o craque, que não conseguiu passar dez minutos em uma "roda de bobinho". O jogador deixou o treino mancando, ao lado do fisioterapeuta Bruno Mazziotti, após sentir dor no tornozelo direto. No vídeo, o atleta ainda tira as chuteiras e massageia o pé, indicando a Mazziotti onde sente dor, e o fisioterapeuta analisa o local. No dia 3 março, Neymar foi submetido a uma cirurgia no pé direito após uma fratura no quinto metatarso, osso que liga a lateral do pé ao dedo mínimo, durante uma partida do Paris Saint German. A fratura ocorreu devido a uma torção do tornozelo que provocou a tração do tendão do fibular curto, que está ligado ao metatarso. A cirurgia, de médio porte, incluiu implante (parafuso) e mobilização pós-operatória, afastando o jogador dos campos durante dois meses. Leia também: Rodízio de pontapés em Neymar. A nova preocupação de Tite O ortopedista Maurício Póvoa, do Hospital Moriah, explica que é comum a presença de dor após desgaste da competição. "Ele está voltando ao ritmo de treinos de alta performance", afirma. "Em relação às faltas, eu não vi nenhuma diretamente no pé. As dores podem estar relacionadas mais ao esforço do que às pancadas propriamentes ditas. Acredito que o estresse mecânico, e um tornozelo que passou recentemente por um procedimento, que talvez ainda não esteja com a força plena, podem estar relacionados", completa. Póvoa afirma que o jogador provavalmente fará exames para verificar o osso operado para se certificar de que não há nenhum problema, o que vai gerar mais confiança ao atleta. Já o fisiologista do esporte Paulo Zogaib, professor de medicina esportiva da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), explica que essas dores costumam ser fortes e que, o fato de o tornozelo ser um osso praticamente exposto, as lesões podem provocar edemas, tornando o local inchado e dolorido. *Estagiária do R7 sob supervisão de Deborah Giannini &nbs […]

  • Misture tomate com 1 ingrediente que todo mundo tem em casa para ter pele macia e sem marcas
    by Cura pela Natureza - Saúde on 19 de junho de 2018 at 19:58

    Cura pela Natureza […]

  • Ordem do dia suspende votação de PL dos agrotóxicos em comissão
    by Agência Estado on 19 de junho de 2018 at 19:34

    câmera record agrotóxicos - 800 Reprodução/Record TV A votação do projeto de lei (PL) 6299/2002, que flexibiliza as regras para fiscalização e utilização de agrotóxicos no País, foi suspensa pela Comissão Especial que analisa o texto, por causa do início da "ordem do dia" da Câmara, sessão em que a presidência da Casa chama os deputados para votarem projetos que tramitam em regime de urgência ou prioridade. A deputada Tereza Cristina (DEM-MS), presidente da Frente Parlamentar Agropecuária (FPA) e da comissão, disse que pretende retomar a votação ainda nesta terça-feira (19), se houver tempo, mas a oposição declarou que a própria deputada teria dito, anteriormente, que suspenderia a votação nesta terça, para uma próxima sessão. Depois de mais de cinco horas de debate, troca de acusações e críticas entre parlamentares das bancadas ruralista e ambientalista, a votação não foi concluída. Desde o horário das 10 horas, a oposição utilizou todas as manobras regimentais possíveis para tentar adiar a votação do projeto relatado pelo deputado Luiz Nishimori (PR-PR). A base governista conseguiu avançar com a votação, mas o início dos trabalhos no plenário da Casa interrompeu o andamento. O projeto de lei é profundamente criticado por instituições do próprio governo, como o Ministério da Saúde, o Ministério do Meio Ambiente e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), além do Ibama. Na avaliação de técnicos desses órgãos o projeto enfraquece o processo de fiscalização no País e abre o setor para entrada de substâncias que já foram banidas da maior parte das nações, por conta de seus riscos à saúde. O Instituto Nacional de Câncer é um dos órgãos que também atacam o uso de agrotóxicos no País. O Ministério da Agricultura e a bancada ruralista negam essas acusações, dizem que a "farmácia do campo" está defasada e que precisam de produtos mais competitivos. O Brasil é hoje o maior consumidor de agrotóxicos em todo o mundo. No fim da tarde de segunda-feira, o texto sofreu uma pequena alteração. Em vez de propor que o termo "agrotóxico" seja substituído por "produto fitossanitário", o PL passou a sugerir que a palavra seja trocada por "pesticidas", que seria a palavra mais adequada e utilizada na maioria dos países. Para além das discussões semânticas, o que de fato preocupa é a concentração de poderes de decisão e registro de produtos nas mãos do Ministério da Agricultura, principal interessado na abertura do setor para novos produtos. O Ministério Público Federal já declarou que o PL seria inconstitucional e pediu a sua rejeição. Centenas de organizações socioambientais também assinaram cartas de repúdio ao chama de "PL do veneno". Como relação ao projeto dos ruralistas, deputado Alessandro Molon (PSB-RJ) propôs audiência pública para debater outro projeto de lei (PL 6670, de 2016), que institui o oposto: a Política Nacional de Redução de Agrotóxicos. Veja também: Câncer após agrotóxicos impede agricultor de voltar a trabalhar […]

  • Artista recria embalagens para mostrar calorias de alimentos no lugar da marca
    by Remédio Caseiro - Saúde on 19 de junho de 2018 at 19:11

    O artigo Artista recria embalagens para mostrar calorias de alimentos no lugar da marca faz parte do conteúdo do Remédio Caseiro.Conheça o valor exato das calorias dos alimentos industrializados mais famososO artigo Artista recria embalagens para mostrar calorias de alimentos no lugar da marca faz parte do conteúdo do Remédio Caseiro. […]

  • Pele do goleiro do Brasil chama atenção da internet; saiba como evitar o problema
    by Remédio Caseiro - Saúde on 19 de junho de 2018 at 17:54

    O artigo Pele do goleiro do Brasil chama atenção da internet; saiba como evitar o problema faz parte do conteúdo do Remédio Caseiro.Existem alguns tratamentos naturais que podem ajudar a controlar a rosácea, como a babosaO artigo Pele do goleiro do Brasil chama atenção da internet; saiba como evitar o problema faz parte do conteúdo do Remédio Caseiro. […]

  • Gordura no fígado: qual a dieta indicada
    by Remédio Caseiro - Saúde on 19 de junho de 2018 at 17:50

    O artigo Gordura no fígado: qual a dieta indicada faz parte do conteúdo do Remédio Caseiro.A gordura no fígado é uma doença conhecida pelo acúmulo de gordura nas células do órgãoO artigo Gordura no fígado: qual a dieta indicada faz parte do conteúdo do Remédio Caseiro. […]

  • 'Competíamos para ver quem tinha mais químico nas mãos': o holandês que foi de entusiasta de agrotóxicos a pioneiro de orgânicos no Brasil
    by BBC BRASIL on 19 de junho de 2018 at 16:25

    Joop e Tini se conheceram no Brasil, mas ambos vieram de famílias grandes e ligadas à terra na Holanda; juntos, descobriram paixão por orgânicos Sítio A Boa Terra/BBC BRASIL O holandês Joop Stoltenborg se lembra bem de quando o primeiro agrotóxico chegou ao sítio de sua família na Holanda, em 1955, quando tinha 15 anos. Era um herbicida que deixava a pele amarelada. "Nós ficamos muito felizes. Arrancar o mato à mão demorava dias e pulverizando, demorávamos apenas algumas horas. Aos domingos, quando eu encontrava a galera, a gente olhava quem tinha as mãos mais amarelas de herbicida. Quanto mais amarelo, mais moderna e pop era a pessoa", disse à BBC Brasil. Quando estava com cerca de 40 anos, Joop era, em suas próprias palavras, um "especialista em veneno". "Importei livros com descrições sobre centenas de agrotóxicos: o que era bom para qual praga, a dosagem e o grau de toxicidade de cada um." Hoje, aos 79 anos, o holandês é um dos pioneiros da agricultura orgânica no Brasil - seu sítio é o sétimo certificado como orgânico no país - e um forte opositor dos agrotóxicos. Em uma palestra no evento Food Forum, em São Paulo, no último mês de março, ele começou colocando cuidadosamente uma máscara e borrifando veneno em um prato de salada fresca. "Aqui eu usei só a dose permitida, dentro das normas. Agora quero ver quem quer comer essa comida", desafia. O Brasil é um dos maiores consumidores de agrotóxicos no mundo, e usa mais de 10 substâncias que já foram proibidas em outros países. Nas últimas semanas, deputados tentaram algumas vezes votar, em comissão especial, o Projeto de Lei (PL) 6.299/2002, que pretende reformular a lei atual sobre registro, fiscalização e controle de agrotóxicos. A votação na Comissão Especial da Câmara dos Deputados foi adiada três vezes e deve ser concluída nesta terça-feira. O projeto, proposto originalmente pelo ex-senador e atual ministro da Agricultura Blairo Maggi (PP-MT) e cujo relator é o deputado Luiz Nishimori (PR-PR), também quer concentrar no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) a avaliação toxicológica das substâncias e aprovação do seu uso. Atualmente, os agrotóxicos precisam ter uma avaliação toxicológica feita pela Anvisa, uma avaliação ambiental feita pelo Ibama e uma avaliação agronômica feita pelo Ministério.   "Quem não gosta de agrotóxicos fica criativo", diz agricultor holandês sobre necessidade de encontrar técnicas alternativas de cultivo Sítio A Boa Terra/BBC BRASIL Pela nova lei, a Anvisa e o Ibama ficariam fora do processo e as substâncias seriam integralmente avaliadas por uma comissão técnica que incluiria representantes dos ministérios da Agricultura, da Saúde, do Meio Ambiente, da Ciência, Tecnologia e Inovação e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O debate vem causando polêmica entre ruralistas, a favor do PL, e órgãos como Anvisa, Ibama e Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), que se posicionam contra. Os produtores reclamam da demora na liberação dos agrotóxicos e dizem que, quando o governo autoriza a aplicação, os produtos já estão obsoletos. Opositores, por sua vez, afirmam que a nova medida favoreceria apenas os fabricantes dos químicos, facilitando a entrada de produtos possivelmente danosos à saúde e ao ambiente no mercado. "Eu não estou tão preocupado com a vinda de novos agrotóxicos porque a tendência em todo mundo é que os novos produtos sejam menos tóxicos que os velhos, que devem ser retirados do mercado", contemporiza Joop. "Mas o Brasil precisa retirar os antigos do mercado. Ninguém quer comer comida com veneno, mas as pessoas estão comendo." Histórias de contaminação A trajetória de Joop - de entusiasta do uso de químicos na agricultura a ativista antiagrotóxicos - incluiu um período trabalhando em plantações mecanizadas no Canadá e uma viagem de milhares de quilômetros até o Brasil, em um Fusca, com um amigo. "Viajando pelos países da América do Sul, deu pra ver que o Brasil estava crescendo. Era 1965, e aqui havia muito mais máquinas, estradas, caminhões, a indústria estava começando. Deu para ver um ânimo diferente dos outros países." A viagem terminou em Holambra 2, colônia holandesa no interior de São Paulo, na casa de um tio que já morava no país. Foi onde Joop conheceu Tini, também holandesa, de família grande e ligada à terra. Juntos, eles tiveram três filhas e duas netas, e criaram o Sítio A Boa Terra que, em 1981, se tornou o sétimo produtor de orgânicos certificado pela Associação de Certificação Instituto Biodinâmico, a maior do país.   Na Holanda, agrotóxicos começaram a ser usados por pequenos produtores nos anos 1950, quando Joop tinha 15 anos: "Ficamos muito felizes, era o que havia de melhor" Arquivo pessoal/BBC BRASIL "Decidimos parar de usar agrotóxicos depois que tivemos vários acidentes. O irmão de Tini foi intoxicado pelo vazamento de uma máquina de pulverizar, e o veneno penetrou nos rins. Ele ficou muitos meses na cama e até hoje sofre com problemas renais", afirma. "Uma vez, estávamos plantando bulbos de flores e colocando um agrotóxico em cima dos bulbos para matar pragas. Atrás de nós vinha um funcionário com um burro, que caiu morto no fim do dia. Tinha cheirado a substância o dia inteiro. Também já tivemos que levar três funcionários para o hospital por intoxicação grave depois de usarmos um veneno misturado às sementes de milho. Tudo isso mexeu muito comigo." A transição, no entanto, levou cerca de 10 anos, e precisou de uma boa dose de "criatividade", segundo o agricultor. Pedido de ajuda na internet Inicialmente, Joop e Tini tentaram - e conseguiram - diminuir o uso de agrotóxicos seguindo uma estratégia chamada manejo integrado de pragas, em que aplicavam agrotóxicos em um ponto específico da germinação. Isso permitiu, diz o holandês, que eles passassem a aplicar apenas 30% da quantidade de herbicida normalmente recomendada. "Nessa época também ouvimos falar do uso do lança-chamas para o controle de ervas daninhas, por exemplo, na plantação de cenouras. Pedimos ajuda na internet para saber como usar e uma pessoa da Escandinávia até nos mandou um livro pelo correio." "Você normalmente semeia a cenoura, e ela começa a nascer em oito dias. Mas 80% das ervas daninhas crescem antes da cenoura. Aí no sexto dia, por exemplo, você passa uma chama que mata essas ervas e depois de uns dias nasce a cenoura tranquilamente, sem mato", descreve. Hoje, o sítio da família de origem holandesa também produz tomates em estufa usando apenas produtos com certificado orgânico e faz rotação de culturas. A monocultura, segundo especialistas, está associada à necessidade maior de agrotóxicos, já que altera o ecossistema e favorece o surgimento de pragas e insetos.   Joop saiu do Canadá para o Brasil, com um amigo, em um Fusca; aqui, foi recebido por tio que já trabalhava na agricultura Arquivo pessoal/BBC BRASIL "Além de plantarmos vários produtos, também deixamos crescer um pouco de mato. Na agricultura convencional existe um fanatismo de combater até o último mato, é quase uma doença." "Mas se você deixa um pouco, a diversidade de plantas atrai uma diversidade de insetos. E aí você garante que os inimigos naturais das pragas também estejam lá. Se você tem pulgões, terá joaninhas que comem os pulgões", explica. Ele admite, no entanto, que a produção é mais difícil sem agrotóxicos, e exige mais cuidados e investimento - coisa que muitos pequenos agricultores não estão aptos a fazer. "É fácil de condenar quem ainda usa (os químicos), mas não é tão fácil de mudar. Eu entendo isso. Ainda falta apoio para investirmos na tecnologia de produzir orgânicos." Desafio de manter e mudar hábitos de consumo O setor de orgânicos movimenta mais de R$ 3 bilhões e cresce cerca de 20% a cada ano no Brasil, segundo o Organis - Conselho Brasileiro da Produção Orgânica e Sustentável. Cerca de 70% deste mercado corresponde a alimentos produzidos dessa forma e certificados por organismos credenciados no Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Os outros 30% correspondem a cosméticos, roupas, produtos de limpeza e outros. Mas, apesar do crescimento, Joop diz que ainda é difícil para pequenos agricultores seguirem esse caminho. Com 30 funcionários, o Sítio A Boa Terra produz cenoura, mandioca, milho, quiabo, batata doce, beterraba, rabanete e inhame, além de folhas - alface, escarola, rúcula, alho poró, salsinha, cebolinha e temperos em geral. Semanalmente, eles enviam para assinantes uma cesta de produtos orgânicos que tem, além da sua colheita, produtos de parceiros. Mas a manutenção dos consumidores, ele diz, é um dos principais desafios.   Sítio produz oito tipo de hortaliças, além das folhas, mas principal desafio é manter clientes fidelizados BBC BRASIL/Getty Images "Temos muitos clientes entrando e saindo, mas os que permanecem ainda são poucos. As pessoas também questionam o preço, mas é preciso lembrar que na agricultura convencional, o produtor tem uma máquina que substitui 10, 20, 40 homens", afirma. Como exemplo, ele explica que um hectare de batata pode ser cultivado por apenas uma pessoa na agricultura convencional. O manejo orgânico, no entanto, requer pelo menos oito. "Aliás, todo mundo sabe que batata inglesa é o que mais precisa de agrotóxicos para produzir. Só que o Brasil tem raízes bem melhores que essa. A batata doce, em termos de nutrientes, é dez vezes melhor. Se o consumidor passar a consumir mais inhame, batata doce, cará, mandioca, mandioquinha, a mudança não fica impossível. O consumidor ajuda os agricultores a procurar outros produtos." […]

  • A cura de infecções na garganta com remédios naturais
    by Cura pela Natureza - Saúde on 19 de junho de 2018 at 16:07

    Cura pela Natureza […]

  • 'Descobri que tinha câncer vendo um programa de TV'
    by BBC BRASIL on 19 de junho de 2018 at 14:03

    Repórter da BBC (à esq.) falou sobre descoberta do câncer em vídeos online e em programas de TV, e despertou a atenção de duas mulheres que tinham o mesmo problema BBC BRASIL Quando a jornalista da BBC Victoria Derbyshire falou abertamente sobre os sintomas que levaram ao seu diagnóstico de câncer de mama no programa da rede ITV The Real Full Monty, duas mulheres entraram em contato para dizer que seu depoimento fez com que elas mesmas fossem diagnosticadas. "Eu quero agradecer a você por salvar minha vida", dizia a primeira linha do email enviado por Margaret Witts, de 86 anos. Pouco depois, a repórter se reuniu com ela e com Maren Marshall, de 53 anos, para ouvir suas histórias. "Eu peguei uma taça de sherry (bebida alcoólica), me sentei, levantei as pernas e coloquei um cobertor sobre elas (para assistir ao programa)", relembra. "Mas quando você disse que descobriu ter um mamilo invertido e que seu seio tinha ficado achatado, meu alarme soou." Quando, ao final do programa, um aviso aconselhava as mulheres a irem conferir seus seios para detectar possíveis alterações, Margaret percebeu, diante do seu espelho, que um deles estava muito menor que o outro. "O mamilo daquele seio também estava mais elevado e metade dele estava virada para dentro. Comecei a apalpar o mamilo e senti um caroço áspero. Fiquei sem conseguir acreditar." Um mamilo invertido nem sempre é sinal de câncer - algumas pessoas nascem com eles assim, ou seu formato se altera com o tempo. No entanto, uma mudança repentina na aparência do seio precisa ser examinada imediatamente. De acordo com a ONG britânica Breast Cancer Care, um terço das pessoas que desenvolvem câncer de mama são diagnosticadas depois de encontrarem outro sintoma que não um caroço. 'Você fica sobrecarregada' A menção do mamilo invertido também chamou a atenção de Maren Marshall. "Eu sempre tive o mamilo invertido, mas estava um pouco mais do que antes", descreve. "Quando eu não usava sutiã, percebia uma depressão maior no seio. Antes, era mais liso. Acho que não teria feito nada a respeito se não tivesse visto o programa." Maren foi diagnosticada com câncer de mama depois de uma consulta com seu médico em maio. Agora, ele fez uma cirurgia para remover o tumor e o tecido que o rodeava. Margaret, por sua vez, fará uma mastectomia (cirurgia de remoção da mama) ainda neste mês de junho. "Depois (da mastectomia) vou ter que viver com a falta do seio de um lado, mas eu consigo superar isso. Não é o fim do mundo", diz. "Mas a palavra 'câncer' afeta todo mundo. Você fica sobrecarregada." Maren diz que ainda está "um pouco dormente" depois da experiência, e brinca que talvez ainda esteja se recuperando da anestesia. Sintomas menos conhecidos O câncer de mama pode ser detectado em suas fases iniciais na maioria dos casos, o que cria mais chances de tratamento e cura - que podem chegar a 95% de acordo com alguns especialistas. Daí a importância de observar possíveis sintomas e de procurar o médico em caso de observação de qualquer mudança incomum nos seios.   "Depois (da mastectomia) vou ter que viver com a falta do seio de um lado, mas eu consigo superar isso. Não é o fim do mundo", diz Margaret, de 86 anos BBC BRASIL "Mamilo invertido" é o nome que se dá quando o mamilo vira para dentro ou "afunda" no seio. O fenômeno nem sempre está ligado ao câncer, no entanto. Algumas mulheres nascem assim e outras ficam dessa forma após a amamentação. No entanto, se um mamilo afundar repentinamente ou ficar muito diferente do que era antes em curto espaço de tempo, deve ser examinado por um médico. Um terço das pessoas que desenvolvem câncer de mama são diagnosticadas depois de encontrarem um sintoma que não seja um caroço. Há uma lista de 12 sinais que podem indicar algo de errado, mas que não necessariamente significam a presença da doença. Confira: 1) Engrossamento da pele 2) Sulco na mama 3) Crostas no mamilo 4) Secreção mamilar 5) Irritação ou dores 6) Afundamento do mamilo 7) Crescimento de veias 8) Protuberâncias 9) Úlceras 10) Mudanças na textura da pele que a deixam parecida com "casca de laranja" 11) Mudança de forma e/ou tamanho 12) Nódulos […]

  • Raiva humana já deixou 12 pessoas mortas no PA; SP está em alerta
    by Agência Estado on 19 de junho de 2018 at 13:57

    Animais estão sendo vacinados no Pará para conter o surto Secretaria Estadual de Saúde do Pará Pelo menos 12 pessoas morreram vítimas de raiva humana desde o início do ano na paupérrima comunidade de Melgaço, no arquipélago de Marajó, no Pará, município com o menor IDH do Brasil. Até agora, foram 14 casos notificados e sete confirmados laboratorialmente pelo Instituto Evandro Chagas e pelo Instituto Pasteur. Técnicos da Secretaria de Saúde do Pará permanecem na região até julho, fazendo um trabalho de investigação e prevenção. Há cerca de 30 dias nenhum novo caso ou suspeita foi registrado e a secretaria considera a situação sob controle. Especialistas em saúde afirmam que as precárias condições sanitárias da comunidade estariam contribuindo para o surto de raiva no município, onde as pessoas são tão pobres que não teriam dinheiro sequer para colocar telas nas janelas, evitando a entrada dos morcegos. A maioria dos habitantes vive em palafitas, com esgoto ao ar livre. O Ministério da Saúde informou que o Brasil se encontra próximo da eliminação da doença. Em 2017, foram registrados seis casos de raiva humana, sendo um em Pernambuco, um em Tocantins, uma na Bahia e três no Amazonas, todos causados pela variante do vírus que circula entre morcegos. Vacinas O ministério informou ainda que não há falta de vacinas antirrábicas caninas. Para este ano, estão previstas 29,5 milhões de doses que já estão sendo distribuídas nos Estados. A maioria deles, no entanto, realiza as campanhas de vacinação entre setembro e novembro. São Paulo em alerta De janeiro até esta segunda-feira (18), houve no Estado de São Paulo 101 registros de raiva em bovinos, equinos e suínos, além de dois casos em animais domésticos. O aumento foi de 53% ante o mesmo período de 2017, quando houve 66 casos. Os dados são da Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento. A tendência de crescimento já havia sido observada no ano passado, quando houve 196 casos em bovinos, equinos e ovinos, ante 105 em 2016. Esses registros têm levado a alertas sanitários no interior paulista. A doença, de alta letalidade, pode ser transmitida para o homem, principalmente pela saliva do animal doente. Em Angatuba, na região de Itapetininga, a Defesa Agropecuária confirmou na Sexta-feira (15) o vírus em um cavalo, que morreu com sintomas de raiva. Na mesma propriedade, foi encontrada uma colônia de morcegos hematófagos - que se alimentam do sangue dos animais -, possíveis transmissores da doença. Em Monte Mor, região de Campinas, oito animais morreram este ano. A doença atingiu bovinos e equinos jovens e adultos. Jundiaí teve cinco mortes confirmadas este ano. Inspeções Segundo o médico veterinário Paulo Antonio Fadil, responsável pelo Programa Estadual de Controle da Raiva dos Herbívoros, nas regiões com casos positivos estão sendo realizadas inspeções para o controle de focos do morcego. Este ano, foram feitas 1,6 mil inspeções em abrigos, com 2,9 mil morcegos hematófagos capturados. "Sempre que há suspeita ou diagnóstico positivo para raiva animal, uma equipe de controle é mobilizada para realizar a fiscalização no entorno do foco", explicou Fadil. O controle da raiva em animais domésticos, como cães e gatos, é feito pela Secretaria da Saúde por causa da maior proximidade desses animais com o homem. Em maio, foi confirmado um caso em um cão, em Santa Fé do Sul, no noroeste paulista. O animal morreu e a vacinação de cães e gatos, prevista para outubro, foi antecipada para o início de junho. Em Piracicaba, um gato morreu com a doença no bairro Ibitiruna e gatos foram vacinados em um raio de cinco quilômetros. A Vigilância Epidemiológica aplicou soro e vacina nas pessoas que tiveram contato com o animal. Em Americana, foi confirmada a raiva em um morcego encontrado morto no bairro Ibitiruna. Cães e gatos da região estão sendo vacinados.&nbs […]

  • Para que serve o chá de hortelã?
    by Remédio Caseiro - Saúde on 19 de junho de 2018 at 12:28

    O artigo Para que serve o chá de hortelã? faz parte do conteúdo do Remédio Caseiro.O chá de hortelã pode ser usado para aliviar enjoos e até mesmo para baixar os níveis de colesterolO artigo Para que serve o chá de hortelã? faz parte do conteúdo do Remédio Caseiro. […]

  • Fiocruz inicia plano de pesquisa para usar maconha
    by Agência Estado on 19 de junho de 2018 at 12:16

    Fiocruz aguarda regulamentação da Anvisa para plantio com fins medicinais Getty Images A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) vai desenvolver um projeto de pesquisa para o uso medicinal da Cannabis sativa (maconha). A proposta prevê um conjunto de atividades, que vão desde análises de formas de cultivo da planta, metodologia para extração de substâncias ativas, testes clínicos e controle de qualidade até desenvolvimento do medicamento. O trabalho prevê investimento de R$ 3,4 milhões - os R$ 400 mil iniciais seriam recursos da própria fundação. O restante deverá fazer parte de linhas de crédito disponíveis para a instituição a partir do próximo ano, de acordo com informações do coordenador do Grupo de Trabalho Cannabis Medicinal da Fiocruz, Hayne Felipe da Silva. O coordenador esteve reunido semana passada com o secretário executivo do Ministério da Saúde, Adeilson Cavalcante. O aporte de recursos, segundo a pasta, está em negociação. A meta primordial do Grupo de Trabalho da Fiocruz é o desenvolvimento de um fitoterápico para epilepsia refratária, denominação dada para a forma da doença de difícil controle com medicamentos atualmente disponíveis no mercado. O projeto da Fiocruz é um dos que aguardam a regulamentação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para o plantio de maconha com fins medicinais e para pesquisa no País. "Sem essa autorização, não podemos colocar em prática a pesquisa. Somente vamos trabalhar com folhas plantadas no País", disse Felipe da Silva. O primeiro passo para a regulação na Anvisa deverá ser dado em julho, com a apresentação na reunião da diretoria colegiada de um documento batizado de "proposta de iniciativa". Ao jornal O Estado de S. Paulo, o presidente da Anvisa, Jarbas Barbosa, disse acreditar que, uma vez apresentada tal proposta, a discussão não deverá ser longa. "O assunto vem sendo discutido há tempos pela agência." Para Barbosa, a regulamentação do plantio da maconha no País para fins de pesquisa ou para fabricação de remédios poderá reduzir de forma expressiva o valor gasto atualmente por pacientes para se tratar com produtos à base de derivados da Cannabis. "Temos algumas famílias que ganharam na Justiça o direito de cultivar em casa a planta para fazer o extrato, justamente para tornar mais acessível o tratamento." A proposta de iniciativa de regulação, no entanto, não vai tratar do plantio artesanal. "Esse assunto é do Legislativo. O que vamos fazer é apenas regulamentar algo que a lei já permite: o plantio para uso medicinal e pesquisa." O texto que será levado para consideração da diretoria colegiada da Anvisa prevê uma série de requisitos no plantio. Vão desde a iluminação e irrigação, indispensáveis para se garantir a qualidade e um padrão do extrato de canabidiol, até a segurança que deve ser feita na área plantada. As exigências variam de acordo com a finalidade do plantio, a pesquisa ou a produção de medicamentos. Farmacopeia Ano passado, a Cannabis foi incluída na lista de plantas medicinais da Anvisa. A mudança abriu caminho para que a planta possa integrar a farmacopeia brasileira, publicação que detalha como sua fabricação deve ser feita, e para que fabricantes peçam registro de medicamentos. Plantio A regulação pela Anvisa do plantio da maconha para pesquisa e para o desenvolvimento de medicamentos pode ajudar a reduzir o custo da terapia no País, afirma Margarete Brito, integrante da Associação de Apoio à Pesquisa e Pacientes de Cannabis Medicinal (Apepi). A estimativa é de que o tratamento com extratos com canabidiol, uma das substâncias presentes na maconha, custe entre R$ 1 mil e R$ 5 mil por mês. "Com produção nacional, esse valor certamente vai cair." Mas ela avalia que, além da regulamentação da Anvisa, seria essencial a existência de uma lei para permitir o plantio doméstico de Cannabis sativa para o preparo doméstico do extrato usado por pacientes. Uma audiência pública sobre o assunto está marcada para esta quarta-feira, 20, no Senado. Há quatro anos, Margarete iniciou o tratamento da filha, Sofia, que tem uma doença genética. Ao lado de outros familiares de pacientes, Margarete liderou um movimento bem-sucedido pela liberação da importação do produto pela Anvisa. Há dois anos, diante de dificuldades na importação e com risco de ficar sem o extrato, Margarete decidiu iniciar o plantio em casa. Conseguiu autorização na Justiça e passou a auxiliar outras famílias na atividade. Todos com autorização da Justiça. "Em casa, o investimento pode ser mínimo." Pelo menos 150 pessoas já fizeram cursos coordenados pelo seu grupo para orientar a melhor forma do plantio. "Além de facilitar o acesso, o extrato doméstico pode dar mais fôlego na terapia", conta. A experiência das famílias mostra que o uso por longos períodos faz com que o extrato importado, aos poucos, perca sua eficácia. As famílias notam que com o uso intercalado há um ganho na qualidade de vida do paciente. De acordo com Margarete, ainda há várias perguntas que precisam ser respondidas sobre efeitos colaterais e interações. "E isso novos estudos poderão responder." […]

  • Lesões em Mundiais mudaram destino de times e de jogadores
    by Gabriela Lisbôa, do R7 on 19 de junho de 2018 at 08:00

    A distensão e o estiramento podem acontecer durante um chute ou uma dividida, quando o músculo está contraído para produzir a força contra a bola e, de repente, inverte o movimento. A dor pode variar de moderada a muito intensa. Os mais comuns são os estiramentos dos músculos posteriores da coxa. Em 1994, uma lesão dessas pode ter dado uma mãozinha para o tetra brasileiro. Na semi-final, no jogo entre Itália e Bulgária, o craque italiano Roberto Baggio, eleito melhor jogador do mundo em 1993, sofreu uma distensão muscular na parte posterior da coxa direitaBaggio sofreu a lesão depois de fazer os dois gols que garantiram a classificação da Itália para a final contra o Brasil - a azzurra venceu a Bulgária por 2 a 1. O então médico da seleção italiana, Andrea Ferretti, chegou a dizer que não sabia se Baggio estaria em campo na final, mas ele foi submetido a um tratamento intenso e, mesmo com dores, entrou em campo. A partida terminou em 0 a 0 tanto no tempo regulamentar quanto na prorrogação. A decisão foi para os pênaltis e, para alegria do Brasil, o atacante italiano chutou para foraUm estiramento que causou problemas para os nossos vizinhos argentinos na última copa, em 2014, foi o do meia Ángel Di María, um dos principais jogadores da seleção argentina. Ele sofreu estiramento na coxa direita durante a partida contra a Bélgica, pelas quartas de final. Mesmo sem Di Maria, a Argentina foi para a final, mas o meia fez falta e os hermanos perderam para os alemãesA concussão cerebral é um trauma leve sofrido pelo cérebro, normalmente causado por um forte impacto, uma batida que provoca movimento dentro do crânio e causa lesões cerebrais não-definitivas. O caso mais famoso de concussão cerebral durante uma copa aconteceu na semi final do mundial de 1982, durante uma disputa de bola entre o goleiro alemão Toni Schumacher e o zagueiro francês Patrick Battiston. Ao dominar a bola depois do lançamento feito pelo goleiro, Battiston bateu a cabeça no quadril de Schumacher, que estava em alta velocidade. O francês desmaiou no gramado, sem pulsação, para desespero dos franceses. O jogo terminou em 3 a 3, mas os alemães ganharam nos pênaltis e foram para a finalMesmo sendo um esporte de contato, o futebol não é considerado um esporte violento. No entanto, a intensidade das disputas de bola, faz com que o número de lesões no crânio e na face não seja pequeno. Outro exemplo que marcou a carreira dos jogadores envolvidos foi o que aconteceu entre o brasileiro Leonardo e o norte-americano Tab Ramos no jogo pelas oitavas de final da copa de 1994. No fim do primeiro tempo, Leonardo acertou uma cotovelada no rosto de Tab Ramos na lateral do campo. Tab caiu no chão, enquanto o brasileiro levava um cartão vermelho. Leonardo foi suspenso por quatro partidas e não voltou a jogar naquela Copa. Ramos sofreu um traumatismo craniano e uma fratura no maxilarParece que o mundial de 1994 foi mesmo a Copa das lesões e fraturas. Mais um exemplo é o que aconteceu com o meia espanhol Luis Enrique. Durante a partida contra a Itália pelas quartas de final, ele levou uma cotovelada do zagueiro italiano Mauro Tassotti. O saldo foi o nariz do espanhol quebrado. O juiz não viu o lance, mas, depois do jogo, a Fifa analisou os vídeos e decidiu suspender o italiano por oito partidas - ele nunca mais entrou em campo para defender a seleção italianaA Copa de 1990 também teve um caso de fratura. Foi com o goleiro Nery Pumpido, da Argentina, durante a fase de grupos, na partida contra a extinta União Soviética. Para impedir o gol do adversário, Pumpido e seu colega de equipe, o zagueiro Olarticoechea foram ao mesmo tempo na bola. O problema é que nenhum dos dois encontrou o que procurava e o goleiro levou um chute do zagueiro na perna direita. O saldo foi a perna quebrada. Nery Pumpido foi substituído por Goycochea, que defendeu três pênaltis e levou a Argentina para a final. Pumpido nunca mais defendeu a seleção do paísPara o Brasil, a fratura que doeu mais foi a de Neymar, na Copa de 2014. Durante o jogo válido pelas quartas de final contra a Colômbia, o atacante levou uma joelhada nas costas do colombiano Zúñiga. O resultado foi uma fratura na terceira vértebra lombar. Embora considerada leve, a fratura poderia evoluir, por isso, Neymar não voltou a jogar naquele Mundial. O Brasil avançou, mas, sem o craque, sofreu o maior vexame da história, o 7 a 1 contra a Alemanha na semi fina […]

  • Ruralistas tentam avançar projeto que flexibiliza uso de agrotóxicos
    by Agência Estado on 18 de junho de 2018 at 23:49

    Pimentão é campeão em teor de agrotóxico, com 91,8% Marcos Santos/USP Imagens A bancada ruralista tenta aprovar nesta terça-feira (19), na comissão especial da Câmara, o projeto de lei (PL) que flexibiliza as regras para fiscalização e utilização de agrotóxicos no país. O projeto relatado pelo deputado Luiz Nishimori (PR-PR), texto que divide opiniões dentro do próprio governo e é alvo de críticas da bancada ambientalista. Saiba mais: Menor controle de agrotóxicos põe pessoas em risco, dizem órgãos "Faremos de tudo para que seja votado e aprovado", disse ao jornal O Estado de S. Paulo a deputada Tereza Cristina (DEM-MS), presidente da Frente Parlamentar Agropecuária (FPA), que também preside Comissão Especial que analisa o projeto. A bancada ambientalista pretende obstruir a votação até onde for possível. Se for aprovado na comissão, o texto seguirá para a presidência da Câmara, para que seja submetido ao plenário da Casa. É grande a polêmica que envolve a proposta. O texto, que foi juntado ao projeto de Lei 6.299/2002, de autoria do ministro da Agricultura, Blairo Maggi, propõe várias mudanças no setor, envolvendo até a forma como esses produtos são chamados. Pelo texto, o termo "agrotóxico" deixaria de existir, dando lugar para a expressão "produto fitossanitário". Segundo os ruralistas, há "preconceito" na nomenclatura atual e o Brasil deve se adequar à expressão que é utilizada em outros países. O projeto, que é defendido pela FPA e pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), tem sido duramente criticado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), Ibama e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), além de organizações ambientais. Saiba mais: Líder mundial, Brasil pode ganhar mais agrotóxicos na comida O PL, alegam os críticos do projeto, retira poder do Ibama e do Ministério da Saúde nos registros de produtos, concentrando boa parte das decisões no Ministério da Agricultura. Amanhã, em reação à bancada ruralista, será apresentado um requerimento pelo deputado Alessandro Molon (PSB-RJ) que propõe audiência pública para debater outro projeto de lei (PL 6670, de 2016), que institui a Política Nacional de Redução de Agrotóxicos. Para o Ministério Público Federal, o debate ainda não está maduro. "O ideal seria a criação de um grupo de trabalho para discutir o tema", afirmou o promotor Marco Antonio Delfino. Segundo ele, o relator do PL havia se comprometido em fazer um grupo de trabalho. "Efetivamente, o acordo não foi cumprido", disse. Pesquisa Na avaliação de Fabrício Rosa, diretor-executivo da Aprosoja Brasil, o debate sobre os agrotóxicos tem sido marcado por "posições ideológicas e apaixonadas, que prejudicam a discussão técnica e científica". Para reforçar sua defesa do PL, a bancada ruralista buscou apoio em pesquisas do professor Angelo Zanaga Trapé, médico toxicologista da Unicamp que estuda o assunto há 41 anos. Trapé afirma que, nos últimos 15 anos, investigou a saúde de 25 mil agricultores em todo o País, com o propósito de encontrar algum caso de doença crônica causada pelo uso de agrotóxicos. "Não conseguimos encontrar um caso sequer de alguém que tenha contraído um problema crônico relacionado a qualquer produto fitossanitário", disse à reportagem. "A realidade é que há muito desconhecimento e emoção neste assunto." […]

  • Como usar a semente de abóbora para eliminar vermes intestinais em 5 dias
    by Cura pela Natureza - Saúde on 18 de junho de 2018 at 23:41

    Cura pela Natureza […]

  • Glicose e triglicerídeos altos - isso se resolve com cravo e canela desta maneira
    by Cura pela Natureza - Saúde on 18 de junho de 2018 at 23:02

    Cura pela Natureza […]

  • Países do Mercosul terão rótulo frontal de alerta em alimentos
    by Deborah Giannini, do R7 on 18 de junho de 2018 at 21:58

    Medida obriga que haja alerta em rótulo sobre excesso de açúcar, sódio e gordura Getty Images Os países do Mercosul – Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Venezuela (suspensa no momento) – assinaram um acordo que exige que os rótulos sejam exibidos na parte frontal dos produtos alimentícios. A medida foi proposta pelo governo brasileiro e assinada na última sexta-feira (15) na 42ª Reunião Ordinária de Ministros de Saúde do Mercosul, em Assunção, no Paraguai. O encontro tem o objetivo de tratar temas como segurança alimentar, acesso universal à saúde, medicamentos essenciais, tabagismo e migração. Segundo o ministério, a medida tornará mais clara o entendimento sobre a quantidade de açúcar, sódio e gordura nos alimentos, que estão associados a doenças crônicas, como diabetes e hipertensão. A proposta ainda determina que o rótulo alerte sobre conteúdos excessivos desses nutrientes e estabeleça um limite máximo para seu uso em alimentos. O ministro da Saúde, Gilberto Occhi, afirmou, por meio de comunicado, que o rótulo frontal é uma ferramenta contra a obesidade. “Temos uma preocupação crescente com o aumento da obesidade e de doenças crônicas. Queremos dar, assim, condições para que as pessoas possam fazer escolhas melhores e mais saudáveis”. A medida considerou o crescimento do sobrepeso e da obesidade em todos os grupos etários, que hoje afetam os países do Mercosul. Dados da Vigitel 2017 mostram que 54% da população brasileira está com excesso de peso e 18,9% está obesa. Leia também: Líder mundial, Brasil pode ganhar mais agrotóxicos na comida O Brasil apresentou uma proposta de nova rotulagem de alimentos e acordo com a indústria alimentícia para a redução de açúcar em alimentos ultraprocessados durante a Assembleia Mundial da Saúde em maio, na Suíça. Saiba mais: Anvisa convida população a opinar sobre rotulagem de alimentos A discussão de um novo modelo de rotulagem está sendo conduzida pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). O Ministério da Saúde informou que o incentivo para uma alimentação saudável e a prática de atividades físicas é prioridade do governo federal. Segundo o ministério, durante o Encontro Regional para Enfrentamento da Obesidade Infantil, realizado em março, em Brasília, o país assumiu o compromisso de deter o crescimento da obesidade na população adulta até 2019. O ministério afirma que, em parceria com a Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (ABIA), já conseguiu retirar mais de 17 mil toneladas de sódio dos alimentos processados em quatro anos. […]

  • Como plantar um pé de uva em casa - é mais fácil do que você imagina
    by Cura pela Natureza - Saúde on 18 de junho de 2018 at 21:23

    Cura pela Natureza […]