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  • 'CS: GO': jogo que inspirou comemoração de Neymar, já foi proibido no país e tem campeões mundiais brasileiros; saiba mais
    on 3 de julho de 2018 at 23:02

    'Counter-Strike: Global Offensive' tem história de controvérsias e sucesso, com Neymar e outros milhões de fãs. Justiça brasileira já tentou proibir e um dos criadores foi preso por exploração sexual. Imagem do jogo CS: GO mostra lançamento de flashbang, que inspirou comemoração de Neymar Reprodução A comemoração do gol do Neymar contra o México, com ele e os outros jogadores tapando o rosto com os braços, parecia uma imitação do choro do Quico, personagem do mexicano "Chaves". Mas era referência ao jogo "CS: GO", um dos mais controversos e bem-sucedidos da história dos games. "CS:GO" é a sigla de "Counter-Strike: Global Offensive". É a versão atual de "Counter-Strike", jogo de tiro surgido em 2000, e que entrou na fase "Global Offensive" em 2012. Confira comigo no replay: antes de colocar o braço no rosto, Neymar faz o gesto de jogar uma bombinha. É o flashbang, item que provoca o efeito de cegueira no jogo. Os jogadores da seleção já mostraram o game nos bastidores em redes sociais. Ou seja: foi "CS: GO" mesmo, não Quico. Initial plugin text Leia sobre o "Counter-Strike: Global Offensive" e clique nos links para saber mais: A Justiça já baniu o jogo no Brasil Em 2008, ainda antes do lançamento da versão "Global Offensive", "Counter Strike" foi considerado "nocivo à saúde do consumidor" e recolhido de lojas no Brasil. Uma grande discussão sobre jogos de tiros aconteceu na época (veja uma das matérias do G1). Segundo o descrição do Procon de Goiás na época, "o participante pode escolher o lado do crime: virar bandido para defender a favela sob seu domínio. Quanto mais PMs matar, mais pontos. A trilha sonora é um funk proibido". A venda só voltou a ser liberada no ano seguinte, em 2009. Brasil tem campeões de Counter-Strike O G1 acompanhou em 2016 uma grande vitória brasileira. Foi a conquista da equipe brasileira SK Gaming, que bateu os americanos da Team Liquid na SL One, competição de "CS:GO". Foi uma das primeiras e mais marcantes vitórias brasileiras dos eSports. A SK Gaming está atualmente sem time, após a saída de seus principais jogadores. Mas ainda é o único bicampeão consecutivo dessa batalha. Criador foi preso nesse ano A marca parece atrair polêmica, mesmo que não seja no jogo em si. Em fevereiro de 2018, Jess Cliffe, um dos criadores do jogo, foi preso pela polícia de Seattle, acusado da exploração sexual de uma criança. A Valve, empresa na qual Cliffe trabalha como designer de games desde 2003, o suspendeu após a prisão. Cliffe criou o jogo com a ajuda do designer Minh Le a partir de modificações no clássico "Half-Life". Tempos depois, a Valve comprou os direitos de "Counter-Strike", e lançou novas versões do jogo, como "Counter-Strike: Global offensive". 'Counter-Strike: Global Offensive' Divulgação […]

  • Copa de Hits: após acertar os 2 jogos, G1 simula Brasil x Sérvia no 'Fifa18' com MC Loma; veja
    on 27 de junho de 2018 at 09:00

    G1 chama cantores de hits da Copa simular jogos do Brasil no videogame. MC Loma representa o Brasil contra a Sérvia, fala de vida pós-'Envolvimento' e possível turnê pela Europa. Copa de Hits: MC Loma e as Gêmas Lacração Começou como brincadeira, mas a coisa ficou séria. Depois de acertar o empate do Brasil contra a Suíça, e cravar o placar da vitória de 2 a 0 sobre a Costa Rica, a Copa de Hits, em que o G1 convida músicos para jogar no videogame as mesmas partidas do Brasil na Copa, convoca MC Loma e as Gêmeas Lacração para simular a partida derradeira contra a Sérvia, que acontece nesta quarta-feira (27), às 15h. A boa notícia é que, se depender das criadoras de “Envolvimento” e “Disputa do Bumbum”, Neymar e companhia se classificam com folga às oitavas da Copa do Mundo na Rússia. Num confronto simulado no game “Fifa 18”, Loma conseguiu uma vitória tranquila de 4 a 0 sobre os adversários. Assista no vídeo acima à terceira edição da Copa de Hits, com MC Loma e as Gêmeas Lacração. Copa de Hits: Atitude 67 simula Brasil x Costa Rica no 'Fifa 18' e fala sobre música 'Agora é hexa' Copa de Hits: MC WM simula Brasil x Suíça no 'Fifa 18' e fala sobre 'Copa do Bumbum' e 'Fuleragem' MC Loma e as Gêmeas Lacração no clipe de 'Treme treme' Divulgação Após atingirem listas de mais ouvidas e conseguirem quase 250 milhões de visualizações no YouTube com “Envolvimento”, Loma e as irmãs Mirella e Marielly lançaram “Disputa do Bumbum” a tempo de embalar a campanha brasileira da Copa. Para isso, no entanto, a canção teve que passar por algumas transformações. “Eu mudei algumas coisas, já tinha ela no meu bloco de notas”, conta Mirella. “Escrevi uma música normal, mas depois coloquei umas coisas de Copa.” Em relação à competição, o empate na estreia foi decepcionante, mas elas acham injusto a cobrança sobre Neymar. “Eu fiquei meio que sem esperança. Não vou mentir”, diz Loma. “O povo só bota pressão em Neymar. Ele dá o máximo dele.&rdquo […]

  • Bitcoin despenca 70% seis meses após atingir pico de US$ 20 mil; analistas falam em 'estouro da bolha'
    on 26 de junho de 2018 at 09:00

    Moeda virtual chegou a ser vendida a US$ 20 mil em dezembro; maior escrutínio de autoridades financeiras e ceticismo derrubaram a cotação. Representação da moeda virtual bitcoin Jack Guez/AFP A desconfiança do mercado financeiro fez o bitcoin derreter desde o fim do ano passado, quando chegou a ser vendido por US$ 20 mil, a maior cotação da história da criptomoeda. Desde dezembro de 2017, a moeda virtual beira os 70% de queda. Enquanto a euforia de investidores contribuiu para levar o preço do bitcoin às alturas, o maior escrutínio de autoridades financeiras sobre levantamentos de capita com toda e qualquer moeda criptográfica ajuda a segurar o ânimo com a maior delas. Soma-se ainda a desconfiança, levantada por acadêmicos e firmas de análise de mercado, de que a guinada do bitcoin foi sustentada artificialmente por um esquema quase tão complexo quanto as próprias moedas digitiais criado por uma das maiores “casas de câmbio” dessa área. A valorização do bitcoin, que só no ano passado disparou mais de 1.000%, acendeu o sinal vermelho para a formação de uma bolha especulativa. Se 2017 foi um ano de crescimento astronômico para o bitcoin, o mesmo não ocorre em 2018. Desde o começo do ano, a moeda virtual já caiu 54%. Na última sexta-feira (22), era negociada a US$ 6.198. Já em relação a dezembro do ano passado, quando atingiu os US$ 20 mil, a derrapada é ainda mais intensa: de 69%. Com o declínio, especialistas avaliam que a bolha possa ter estourado. “A gente teve aquela grande escalada de preço no fim do ano, que foi o grande excesso. Hoje, em retrospectiva, a gente consegue enxergar que houve uma grande euforia”, diz Fernando Ulrich, especialista em criptomoedas da XP Investimentos, uma das maiores corretoras de investimentos do Brasil e que está em processo de aquisição pelo Itaú. “Tinha gente que dizia que era bolha na época. Acho que sim, tinha um grande excesso de preço.” Veja no vídeo abaixo o que é bitcoin: Educação financeira: entenda o que é o Bitcoin Veja perguntas e respostas sobre o que é bitcoin Ceticismo “Flutuações semelhantes já aconteceram no mercado de ‘criptoativos’ ao longo dos últimos anos. Entendemos como um movimento natural do mercado reagindo a diferentes acontecimentos como regulações e proibições em alguns países, casos de invasões de hackers a corretoras”, diz Youyang Jiang, diretor-geral da CoinBene, uma das maiores exchange do mundo que acabou de chegar ao Brasil. As investidas de órgãos de controle financeiras atingem em cheio uma das principais peculiaridades do bitcoin: a de não estar sob a supervisão de nenhuma autoridade financeira. Só que os investimentos feitos em moedas criptográficas que seguiram o rastro do bitcoin entraram de vez na mira de reguladores do mercado. No Brasil, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) proibiu que fundos invistam em criptomoedas. A SEC, equivalente à CVM para os Estados Unidos, revelou em março ter aberto investigações sobre ofertas públicas iniciais de moedas virtuais, as ICOs. Elas são vendas de fatias de um determinado negócio. Só que, em vez de ações, os compradores adquirem novas moedas virtuais, geradas apenas para aquela transação. Outra pedra no caminho do bitcoin é o aumento das suspeitas de que o preço só subiu porque uma das maiores “corretoras” de criptomoeda manipulou o mercado. A corretora Bitfinex passou a encontrar dificuldade de encontrar bancos que gerissem suas contas correntes. Por isso, inventou o Tether, que, segundo promete, equivale a US$ 1. Assim, à medida que alguém usava US$ 1 para comprar alguma criptomoeda na Bitfinex, um Tether era emitdo. Dessa forma, o Tether, que não é uma moeda criptográfica, mas, sim, uma “ficha” digital funciona, na prática, como uma nota promissória de dólar. Só que o Tether passou a ser aceito por outras corretoras, também impedidas de trabalhar com dólares por não ter conta em banco. A ideia é que a troca de Tether por dólares possa ser feito a qualquer momento, mas os fundos para cobrir a quantidade de Tether em circulação nunca foi comprovada. Pesquisadores da Universidade do Texas descreveram em um estudo que as movimentações de Tether responderam por até 50% da valorização do bitcoin nos 12 meses anteriores a março de 2018. O professor John Griffin e a pós-graduanda Amin Shams estimam que, sem a circulação de Tether nesse período, o bitcoin valeria cerca de US$ 4,1 mil em março de 2018 – na época, porém, era vendida a US$ 7 mil. “O dólar Tether pode ter tido uma influência, sim”, diz Ulrich, mas ressalta que sua presença não foi “preponderante”. Normalização Os especialistas não descartam que a queda foi substancial, mas a encaram como uma tentativa do mercado de trazer sua cotação para um patamar mais sustentável. “Essa reversão deve ser uma normalização”, diz Ulrich. O diretor-geral da CoinBene concorda: “O mercado deve amadurecer no mundo inteiro”. “Previsões de preços são sempre muito difíceis, mas esse é mais ou menos o patamar para os mineradores ficarem no zero a zerou ou minimamente rentáveis”, completa. “Não é um piso, mas é um indicador do que seria algo mais saudável.” Mineradores são as pessoas que cedem a capacidade de seus computadores para que as transações de bitcoin sejam realizadas. Como a transferência de moedas requer a realização cálculos matemáticos complexos, é necessário o uso de processadores potentes para decifrá-los. Em troca, os mineradores recebem algumas moedas de tempos em tempos. Só que, como manter essas máquinas custa caso, principalmente com a energia para que funcionem e fiquem resfriadas, os mineradores podem acabar tendo de operar no vermelho caso o preço do bitcoin caia muito. “Há diversos fatores para a valorização ou queda dos ativos digitais, que hoje são mais de 2 mil. O lado interessante dos últimos acontecimentos é o maior interesse da pesquisa acadêmica econômica. Isso pode ser muito positivo para o mercado”, diz Youyang Jiang. […]

  • Recomendações feitas por inteligência artificial vão mudar suas decisões, diz líder do Google para Mapas
    on 23 de junho de 2018 at 09:00

    Serviço de mapas passou a ser usado para jogos que querem levar dinossauros, zumbis e fantasmas para o mundo real, além de tomar um banho de realidade aumentada e inteligência artificial. Gayathri Rajan, vice-presidente do Google Mapas. Divulgação/Google Dinossauros caminhando na avenida Paulista, principal via da capital paulista, assustariam mais se Pikachu e outros monstrinhos já não tivessem feito isso antes quando Pokémon Go virou febre no ano passado. A novidade por trás do game “Jurassic World Alive" é que ele é um dos primeiros a usar a tecnologia do Google Mapas, aquele serviço que você usa quando não faz ideia de onde fica algum lugar ou quer escapar do trânsito. Essa é apenas uma das mudanças pelas quais o Mapas está passando, diz Gayathri Rajan, vice-presidente do Google Mapas, ao G1. “Tínhamos os mapas em papel, passamos ao mapa em tempo real e agora tentamos recriar o mundo real e trazê-lo para os mapas.” Além de transformar o Mapas, assim como todas as informações contidas lá, em uma plataforma que pode ser usada por jogos, diversos mecanismos de inteligência artificial foram adicionados. Um deles é o que analisa todas as preferências gastronômicas de alguém para sugerir o melhor restaurante. Mas não só. O Google usa inteligência artificial também nas novas câmeras dos carros que captam imagens para o Street View. Com isso, os robôs são capazes de identificar nomes e números em placas de rua. “Se você parar para pensar, o que é um mapa? Mapas são a representação do mundo real, mas, cada vez mais, você vê que os limites entre real e digital ficam borrados.” Veja abaixo os principais trechos da entrevista: Quando o Google Maps surgiu, a proposta era levar o mundo real para o digital. Em que estágio o serviço está agora? No passado, você tinha que usar papel para desenhar um mapa. Era algo que durava por muito tempo, mas já estava bom o suficiente. Agora, antes de ir a qualquer lugar, você pesquisa antes no seu celular como chegar lá. Por isso temos que liberar dezenas de atualizações aos mapas todos os dias. Hoje, o que temos é um mapa com vida própria, atualizado em tempo real. Como o mundo está mudando, temos que seguir de muito perto quais tecnologias usar para saber onde as coisas estão. Uma das mudanças que fizemos é para resolver um problema simples. Quando você recebe direções para ir caminhando a um lugar, ao começar, você não sabe quando virar à direita ou à esquerda. Tornar as coisas mais simples é algo no que eu acredito que a realidade aumentada pode ajudar. Tínhamos os mapas em papel, passamos ao mapa em tempo real e agora tentamos recriar o mundo real e trazê-lo para os mapas. A tecnologia que lançamos é algo como 'me ache onde quer que eu esteja no mundo real'. Sistema de roteamento do Google Maps que usa realidade aumentada para guiar pessoas. Divulgação/Google Algumas das ferramentas que vocês criaram, como usar inteligência artificial para identificar restaurantes de que as pessoas gostariam, usa informações coletadas no mundo digital para influenciar ações no mundo real. É realmente o intuito do Google? É um jeito interessante de pensar a respeito. A inteligência artificial, em geral, entende o que está acontecendo, tenta prever a resposta correta e aprende com tudo isso. Essa é a natureza dela. Ela sabe, com base nos dados, a que lugares as pessoas gostam de ir, lugares a que vocês já foi antes. A inteligência artificial aprende com o mundo, faz recomendações e aí sim influencia as decisões que você toma. O Google lançou uma integração do Mapas para desenvolvedores de games transferirem o mundo real para o mundo virtual dos jogos. Essa é uma nova abordagem do Maps? Nós fornecemos uma plataforma que tem uma visão em 3D do mundo. É algo que pode ser personalizado para o mundo dos games, mas de um jeito muito diferente do mundo real, ainda que baseado nele. Mostramos também quais são os lugares 'jogáveis', ou seja, os lugares em que ações dos games podem ocorrer, como aqueles em que você pode colocar o seu dinossauro ou o seu Pokémon. A realidade aumentada vai ser isso: objetos digitais colocados no mundo real para criar essa noção de que, no mundo, real e digital se tornaram parte da mesma realidade. Jogo 'Jurassic World Alive' usa realidade aumentada para mostrar dinossauros no mundo real e também o Google Maps. Reprodução/Ludia O Mapas também tem ferramentas para estabelecimentos comerciais se integrarem no mundo virtual. Vocês acham que precisam pressionar esses negócios para marcarem a presença no mundo virtual? Não é uma pressão, mas é uma forcinha para novos negócios que estão se tornando interessantes e estão crescendo, como por exemplo as empresas de entrega programada. Elas já usam tecnologia, como o Mapas, para obter direções e rotas e conseguir tocar seus negócios. Também há pequenas companhias que criaram suas operações de entrega como um atalho para conseguir cliente. Nós queremos ajudá-las a se tornar visíveis digitalmente e serem encontradas. O Google começou a usar um novo sistema nos carros do Street View. O que vocês pretendem fazer com essa informação? Quando lançamos o Street View há quase uma década, queríamos ajudar as pessoas a se encontrar e a entender como poderia ser um lugar a que elas estavam indo. Agora, conseguimos usar aprendizado de máquina para reconhecer nessas imagens que aquilo é o número dois ou isso é o número da rua. Com isso, podemos construir nosso conhecimento sobre lugares e endereços, o que é muito, muito útil. No Brasil, especificamente, letreiros e placas não são muito pouco visíveis. Essa ferramenta nos ajuda, de uma forma mais econômica, a atestar todos os endereços em nosso banco de dados. De outra forma seria muito difícil checar placa por placa todos os endereços do mundo. Novo carro do Google Street View Divulgação/Google Essa ferramenta ajuda vocês a colocar no mapa um estabelecimento que não estava lá antes? Isso nos ajuda a fazer atualizações. Isso nos ajuda a perceber se o número de um prédio contém ou não o número dois, por exemplo. Se as informações fornecidas pela cidade não derem conta de que esse estabelecimento existe, essa ferramenta nos ajuda a entender e a criar endereços de forma mais eficiente e rápida. Muitos pesquisadores criticam sistemas de roteamento, como Maps e Waze, por acreditarem que eles prejudicam o trânsito. Nossa inteligência artificial está constantemente aprendendo. Se ela vir que o tempo de tráfego estimado para uma rota está muito alto, o modelo aprende e a próxima pessoa a pedir um itinerário vai receber uma sugestão diferente. É realmente dinâmico. Se há congestionamento e um grande número de pessoas está nessa rota, elas rapidamente são orientadas a seguir por outra rota. E você não poderia fazer isso sem aprendizado de máquina. Só é possível porque ela lê o fluxo de dados em tempo real. Eu acho que São Paulo é uma cidade muito, muito grande, e o tráfego definitivamente vai piorar a não ser que façam mais ruas e rodovias. Não acho que o trânsito seja culpa do Mapas. […]

  • Copa de Hits: Atitude 67 simula Brasil x Costa Rica no 'Fifa 18' e fala sobre música 'Agora é hexa'
    on 22 de junho de 2018 at 09:00

    Grupo ganhou de 2x0 do adversário da seleção brasileira e conversou sobre canção gravada com Anavitória e outras músicas como 'Saideira' e 'Cerveja de garrafa'. Copa de Hits: Atitude 67 simula Brasil x Costa Rica e fala sobre 'Agora é hexa' Se a seleção brasileira se inspirar no grupo Atitude 67, pode ser que consiga se recuperar na Copa do Mundo e consiga uma vitória contra a Costa Rica nesta sexta-feira (22), na segunda rodada da fase de grupos. O sexteto do MS, que atingiu a lista de 50 maiores virais do Spotify com as músicas "Saideira" e "Cerveja de garrafa (fumaça que eu faço)", participou da nova canção da dupla Anavitória, "Agora é hexa", uma celebração do possível título brasileiro na Rússia. Se revezando nos controles do video game, o grupo conseguiu uma vitória de 2 a 0 para o Brasil em uma partida de "Fifa 18" contra a Costa Rica. Isso talvez seja um bom sinal, considerando que a primeira simulação feita pelo G1, com participação de MC WM, acabou no 0 a 0, e a seleção realmente ficou no empate por 1 a 1 contra a Suíça no último domingo (17). Nos próximos dias, o G1 convida artistas que lançaram canções relacionadas ao mundial para simular no videogame os jogos da seleção na Copa. Assista no vídeo acima à segunda edição da Copa de Hits, com o grupo Atitude 67. Os membros do Atitude 67 se mudaram para São Paulo e dividem uma casa Divulgação O grupo ficou um pouco decepcionado com o primeiro resultado do Brasil, mas teve a difícil missão de levantar a energia do público após o empate. "A gente tentou trazer a energia. A galera já tava meio bêbada, né? Então a gente tentou dizer que o empate era nosso e vambora", conta Karan, responsável pelo pandeiro e uma das vozes do Atitude 67. Mesmo assim, eles continuam confiantes no hexa, mesmo que isso signifique que a canção não tenha uma vida útil tão longa – ou talvez tenha. "A gente conversou isso quando estava no estúdio com as meninas da Anavitória", conta o vocalista Pedrinho. "Qualquer coisa, se colocar 'Agora é hepta' vai rimar da mesma forma. A métrica é a mesma. E vai dar sorte. Então a gente quer que ganhe. Vai ser muito legal se ganhar porque vai marcar uma coisa incrível, que é o hexa." Initial plugin text […]

  • Uso de aplicativo para obter 'root' no Android e fraude com boleto falso: pacotão de segurança
    on 21 de junho de 2018 at 14:00

    Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados etc.) vá até o fim da reportagem e utilize o espaço de comentários ou envie um e-mail para g1seguranca@globomail.com. A coluna responde perguntas deixadas por leitores no pacotão, às quintas-feiras. Um dos vários avisos de segurança recebidos ao tentar baixar e instalar o Kingroot: 'este tipo de arquivo pode danificar o seu dispositivo'. Reprodução >>> Software de root no Android Eu gostaria de pedir uma atenção especial de vocês para o aplicativo que faz root no celular chamado KingRoot. Ele faz root e aparentemente tem uma conexão constante com servidores chineses. Pesquisando na internet, vi que muitas pessoas dizem que ele rouba dados. Usei meu celular rooteado com esse aplicativo por mais de 1 ano. Então imaginem como estou preocupado. Sempre tive cuidado com isso, mas também sempre instalei aplicativos de fora da Google Play Store. Agora estou tendo muito mais atenção. Troquei senhas, retirei o root, estou até usando firewall no celular. Wagner Wagner, o processo de realizar "root" (superusuário) no celular -- não importa a forma ou aplicativo -- já é por si só uma redução na segurança do telefone. Se você preza pela segurança, realizar root e baixar aplicativos fora da Play Store são atividades desaconselhadas. Afinal, a finalidade de realizar o root é desbloquear a realização de ações que são bloqueadas pelo sistema justamente para garantir a confiabilidade e a segurança do celular. Se você age no sentido de derrubar essas barreiras, você está quase sempre prejudicando sua própria segurança. Não é apenas uma questão de utilizar esse ou aquele aplicativo para realizar o root -- qualquer root traz riscos para o uso do seu celular. Dependendo do método utilizado e do aparelho, há até um risco de danificar o celular de tal maneira que ele não ligue mais. Dessa forma, Wagner, você se contradiz quando fala que "sempre teve cuidado" e que "sempre instalou aplicativos fora da Play Store". Você decidiu adotar um comportamento arriscado porque confiava na sua habilidade de medir o risco dos aplicativos. O problema agora, como você está vendo, é que medir a confiança de aplicativos é algo extremamente difícil. Será que o Kingroot é mesmo malicioso ou não? Para um aplicativo relativamente conhecido, poucos antivírus detectam o Kingroot como um código malicioso. Mas é aí que mora o problema: como é um aplicativo de uma fonte terceirizada, não é possível saber o que o aplicativo faz depois de instalado, se todas as pessoas que baixam recebem o mesmo arquivo, se não existem versões modificadas na internet e por aí vai. Em nenhuma hipótese é possível recomendar esse tipo de procedimento, do ponto de vista da segurança, independentemente da qualidade do aplicativo envolvido. Isto dito, existem mecanismos semioficiais para desbloquear o celular e obter root. Eles são destinados a programadores e sua dificuldade é compatível com o público que se espere que utilize esses métodos. Uma vez obtido o root, é possível usar o aplicativo SuperSu (que está na Play Store) para gerenciar o root. >>> Boleto na compra de drone Gostaria de saber mais sobre meu caso. Eu estava procurando um drone para comprar e fui no mercado livre vi o anuncio de um vendedor e fiz o contato com o vendedor para a entrega do produto e foi enviado a mim o boleto com nomeado com os dados do Mercado Livre. Fiz o pagamento e na minha conta Mercado Pago ficou como pendente e como se eu fosse o vendedor. Fiz a reclamação no Mercado Livre e eles passaram que não foram eles que me enviaram o boleto e não tem como fazer o reembolso, pois o vendedor já tinha sacado o valor do Mercado Pago, e é pra eu pedir o reembolso à instituição financeira. O que devo fazer? Danilo Rosa O seu caso parece idêntico a outros que já foram assunto neste pacotão de dúvidas (veja aqui, por exemplo): o vendedor entrou em contato com você de alguma forma, enviou documentos (boletos) falsos e você fez o pagamento. Como o dinheiro nunca caiu na conta do Mercado Pago, o Mercado Livre não tem condições de realizar o reembolso para você. Realmente, apenas a instituição financeira teria condições de realizar o reembolso. Na prática, isso é extremamente difícil e raramente é oferecido qualquer reembolso, porque é possível que os criminosos já tenham feito o saque do valor. Como o boleto é apenas um documento que autoriza uma transferência de dinheiro, do ponto de vista do banco você entregou esse dinheiro na mão dos criminosos -- e, portanto, o banco também não é culpado pelo ocorrido. Você pode e deve tentar buscar todo o auxílio possível (Procon, polícia e Poder Judiciário), inclusive porque pode ter ocorrido alguma falha do banco ao não identificar a fraude (embora também exista a possibilidade de os criminosos terem usado a conta de uma empresa que não sabia o que estava acontecendo). Mas, independentemente do resultado obtido, você precisa tomar mais cuidado e utilizar os sistemas de pagamento online (PagSeguro, Mercado Pago, PayPal, etc) de forma correta. Você não deve aceitar documentos recebidos por e-mail. Além disso, pagar por cartão é normalmente mais seguro do que boleto, porque você pode pedir o cancelamento do valor pago. Mas, como você abriu um documento enviado pelos criminosos, você também poderia ter aberto um site de pagamento falso para o cartão e entregue todos os seus dados para os bandidos -- você provavelmente teria que cancelar o cartão todo. É por isso que você só deve realizar o pagamento pelo site original do sistema de pagamento. >>> IMEI e número de telefone Quando alguém possui o IMEI de seu celular, essa pessoa pode descobrir seu número de celular? E se essa pessoa possuindo o IMEI, pode ver todos os acessos de apps e Internet que faz no celular? Annie Uma pessoa não pode fazer isso, mas a operadora de telefonia pode, com certas restrições. Ou seja, se você for alvo de uma investigação da polícia ou de um processo na Justiça, a operadora pode ser obrigada a informar os números de telefone que estão ou já foram associados a um IMEI. Da mesma forma, a polícia também pode solicitar grampos no seu acesso à internet, o que permitirá visualizar parte do acesso que você acessa nos aplicativos. Os aplicativos que você instalou em seu celular também podem ser obtidos junto ao Google ou à Apple. A lista pode não ser totalmente confiável, mas também pode ser útil, dependendo do caso. De qualquer modo, estas são informações que podem ser solicitadas às empresas no âmbito da Justiça. Uma pessoa normal, em sua própria capacidade, não teria condições de descobrir todas essas informações. O IMEI, como já explicado nesta coluna, é um número de identificação do aparelho junto à operadora. Existe muito misticismo ao redor desse número, mas ele só revela qualquer informação quando associado àquilo que a operadora sabe de seu cliente ou número de telefone. O pacotão da coluna Segurança Digital vai ficando por aqui. Não se esqueça de deixar sua dúvida na área de comentários, logo abaixo, ou enviar um e-mail para g1seguranca@globomail.com. Você também pode seguir a coluna no Twitter em @g1seguranca. Até a próxima! […]

  • Intel anuncia saída de CEO por se relacionar com funcionária, prática proibida pela empresa
    on 21 de junho de 2018 at 13:26

    Esposa do executivo trabalhou na empresa logo após se graduar em engenharia química em 1996. Brian Krzanich, CEO da Intel, fala durante a CES 2018, em Las Vegas, nos EUA. Rick Wilking/Reuters A Intel, maior fabricante de chips para computadores do mundo, anunciou nesta sexta-feira (21) que Brian Krzanich não é mais o presidente-executivo da empresa por ter mantido um relacionamento amoroso com uma funcionária, prática proibida pela política da companhia. “A Intel foi recentemente informada de que Krzanich tem um relacionamento consensual antigo com uma funcionária da Intel. Um conselho de investigação interna e externa confirmou a violação da política da Intel de não-confraternização, o que se aplica a todos os gerentes”, explica a Intel. “Dada a expectativa de que todos os empregados irá respeitar os valores da Intel e aderir ao código de conduta da companhia, o conselho aceitou a renúncia de Krzanick.” Carreira e vida pessoal Krzanick estava na Intel desde 1982, quando ingressou para trabalhar como engenheiro na fábrica de processadores da empresa no Novo México. A partir daí, ele subiu na hierarquia da companhia até começar a supervisionar a cadeia de suprimentos da fabricante de chips em 2007. Cinco anos depois, se tornou diretor de operações da empresa, o que o gabaritou para assumir a presidência-executiva pouco mais de um ano depois, em maio de 2013. Ele é casado com Brandee Krzanich, com quem tem dois filhos. Atualmente, Brandee trabalha em uma firma imobiliária, mas, entre 1996 e 1998, ela passou pela Intel assim que se formou como engenheira química na Universidade do Texas. Próximo CEO O posto de CEO será ocupado de forma interina pelo diretor financeiro, Robert Swan, que está na empresa desde outubro de 2016. “O conselho acredita firmemente na estratégia da Intel e nós estamos confiante na habilidade de Bob Swan de liderar a companhia conforme conduzimos uma robusta busca pelo nosso próximo CEO”, afirmou, em nota, o presidente do conselho da Intel, Andy Bryant. 06/01: Brian Krzanich apresenta novidades da Intel Corp. na CES 2014, em Las Vegas, nos EUA Ethan Miller/Getty Images/AFP […]

  • Parlamentares dos EUA querem que Google reconsidere negócios com a chinesa Huawei
    on 21 de junho de 2018 at 12:32

    'Estamos decepcionados porque o Google está mais disposto a apoiar o Partido Comunista Chinês que os militares dos EUA', disseram deputados e senadores ao CEO do Google, em carta. Sundar Pichai, CEO do Google. Stephen Lam/Reuters Um grupo de parlamentares dos Estados Unidos pediu ao Google, da Alphabet, nesta quarta-feira, para reconsiderar seu trabalho com a empresa de telecomunicações chinesa Huawei, descrita por eles como uma ameaça à segurança nacional. A preocupação foi manifestada em carta enviada ao presidente-executivo do Google, Sundar Pichai. Assinada pelos senadores republicanos Tom Cotton e Marco Rubio, pelos deputados republicanos Michael Conaway e Liz Cheney e pelo deputado democrata Dutch Ruppersberger. No documento, os legisladores compararam a aliança com a empresa chinesa e a recente recusa do Google não renovar o "Projeto Maven", uma parceria de pesquisa de inteligência artificial com o Departamento de Defesa dos EUA. "Apesar de lamentarmos que o Google não queira continuar uma longa e frutífera tradição de colaboração entre as empresas militares e de tecnologia, estamos ainda mais decepcionados porque o Google está mais disposto a apoiar o Partido Comunista Chinês que os militares dos EUA". A Alphabet não respondeu imediatamente a um pedido de comentário. A carta foi a mais recente de uma série de esforços de membros do Congresso dos EUA para atingir Huawei e a ZTE, outra grande empresa chinesa de equipamentos de telecomunicações. Os parlamentares apresentaram projetos de lei que impedem as agências governamentais de usar os produtos das empresas e tentam derrubar o acordo do presidente Donald Trump de encerrar a proibição contra a ZTE. No início deste mês, outro senador, o democrata Mark Warner, escreveu à Alphabet e outras empresas de tecnologia perguntando sobre quaisquer acordos de compartilhamento de dados com fornecedores chineses. […]

  • Ataque hacker lançado da China invadiu satélites e empresas de defesa dos EUA, diz Symantec
    on 21 de junho de 2018 at 12:11

    'A interrupção dos satélites poderia deixar as instalações civis e militares sujeitas a grandes polarizações [no mundo real]', disse executivo da empresa. Uma sofisticada campanha de hackers lançada a partir de computadores na China invadiu operadores de satélites, empresas de defesa e de telecomunicações nos Estados Unidos e no sudeste da Ásia, informaram pesquisadores de segurança da Symantec nesta terça-feira (19). A Symantec afirmou que o ataque parece ser impulsionado por metas nacionais de espionagem, como a interceptação de comunicações militares e civis. Essas capacidades de interceptação são raras, mas não são inéditas, e os pesquisadores não puderam dizer quais comunicações, podem ter sido comprometidas. O mais perturbador neste caso é que os hackers infectaram computadores que controlavam os satélites, de modo que eles poderiam ter mudado as posições dos dispositivos em órbita e interrompido o tráfego de dados, disse a Symantec. "A interrupção dos satélites poderia deixar as instalações civis e militares sujeitas a grandes polarizações [no mundo real]", disse Vikram Thakur, diretor técnico da Symantec. "Somos extremamente dependentes de sua funcionalidade." A Symantec informou que já compartilhou informações técnicas sobre o ataque com o FBI e o Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos. Também informou agências de defesa na Ásia e outras empresas de segurança. O FBI não respondeu a um pedido de comentário. Segundo o executivo, o acesso dos hackers já foi removido dos sistemas infectados. Segundo Thakur, a Symantec detectou o uso indevido de ferramentas de software comuns em sites de clientes em janeiro, levando à descoberta da campanha em alvos não identificados. Ele atribuiu o ataque a um grupo chamado internamente como Thrip -- outras empresas possuem nomes diferentes para ele. Não ficou claro como o Thrip conseguiu entrar nos sistemas. No passado, dependia de e-mails enganosos que infectavam anexos ou levavam os destinatários a links maliciosos. Desta vez, em vez de infectar os computadores de usuários, mirou os servidores, o que dificulta a detecção. A Symantec não culpou diretamente o governo chinês pelo ataque. A empresa disse que os hackers lançaram sua campanha de três computadores na região. Em teoria, essas máquinas poderiam ter sido comprometidas por alguém em outro lugar. […]

  • 'Na transformação digital, você fala diretamente com o cliente', diz líder de computação em nuvem da Amazon
    on 21 de junho de 2018 at 11:32

    'Internet e smartphones fazem consumidores esperarem relação mais próxima com negócios', diz ao G1 Adrian Cockcroft, vice-presidente da AWS, responsável por 72% do lucro da Amazon. Amazon Web Services Divulgação/Amazon Se você gosta de “Casa de Papel”, “Sense8” ou “Stranger Things”, há um homem a quem agradecer: Adrian Cockcroft. Ele foi o responsável por desenhar a arquitetura de computação em nuvem da Netflix, no momento em que a empresa abandonava de vez o negócio de aluguel de DVD e passava a transformar sua plataforma de streaming de vídeo em um negócio global. Em 2009, quando a companhia estava prestes a lançar sua primeira operação fora dos Estados Unidos, no Canadá, ele bateu na porta da Amazon Web Services para discutir como seria possível hospedar na nuvem uma cópia do acervo da Netflix em cada canto do mundo onde pretendia entrar. E de uma forma que os clientes pudessem apertar o play e não ter muitos problemas para ver séries e filmes. Hoje, ele mesmo migrou para a nuvem: é o vice-presidente de arquitetura em nuvem da AWS e ajuda outras empresas a abrir mão de um data center próprio e guardar seus dados nos computadores da empresa. Apesar de a Amazon ser bastante conhecida como a maior varejista do mundo, a computação em nuvem responde por 72% dos US$ 1,92 bilhão de lucro operacional da empresa, segundo dados do primeiro trimestre de 2018. Ainda que a empresa tenha clientes como Nasa, a prefeitura de Nova York, gigantes globais, como o banco AIG, e regionais, como Magazine Luiza, ele se empolga mesmo com startups, como o Nubank, porque a fintech brasileira “nasceu do zero” já na nuvem. Ele está no Brasil pela primeira vez desde 1994 para palestrar em um evento da Amazon Web Services que ocorre nesta quinta-feira (21). Além de retornar ao país em ano de Copa do Mundo, o que ele jura que é pura coincidência, Cockcroft não poderia ter escolhido melhor momento para a visita. O governo federal acabou de publicar diretrizes para órgãos públicos contratarem serviços de computação em nuvem e o Banco Central criou regras para os bancos brasileiros que queiram hospedar dados de seus clientes fora de seus sistemas. Coincidência ou não, ele e o governo veem na digitalização de alguns processos um dos trunfos da computação em nuvem. “Se um banco tivesse 2 mil agências, ele teria 2 mil pontos de acesso aos consumidores. Mas isso foi antes da transformação digital, porque hoje todos os seus consumidores têm um aplicativo para celular que faz as mesmas coisas que uma agência fazia. Se antes você tinha 2 mil, agora têm alguns milhões de consumidores que a todo momento podem se conectar a você.” “Na transformação digital, em vez de gerenciar seu serviço indiretamente, você fala diretamente com o cliente. Essa é a coisa mais básica para todas as indústrias: internet, smartphones e todas essas tecnologias digitais, que todos carregam consigo, agora fazem com que os consumidores esperem relação mais próxima com negócios.” Adrian Cockcroft, vice-presidente de estratégias para a nuvem da Amazon Web Services. Reprodução/Vimeo Veja abaixo os principais trechos da entrevista: G1 - Você trabalhava na Netflix, uma das maiores clientes da AWX, e agora lidera a estratégia de nuvem da Amazon. Que lições levou? Adrian Cockcroft - Eu entrei na Netflix em 2007, justamente quando estavam lançando o serviço de streaming. Antes disso, era só um negócio de aluguel de DVD. Nessa época, ela era totalmente operada em Data Center. Crescíamos muito rápido e queríamos ir além dos EUA para nos tornar global. Por volta de 2009, quando estávamos trabalhando para operar em todo o mundo, olhamos para os Data Centers e pensamos: 'Isso não vai dar certo'. Conversamos com a AWS, e a Netflix se tornou o primeiro grande cliente, porque até ali ela costumávamos trabalhar com startups. A arquitetura de hoje é a que definimos em 2010. G1 - Há alguma série da Netflix que você curte? Cockcroft - Eu gosto de “Chef's Table”, em que eles acham um chef e investigam a fundo o que ele faz e por que faz. Um deles foi sobre um chefe da Patagônia, que costuma viver no meio da floresta, cozinhando a própria comida. Era uma abordagem totalmente diferente. G1 – Nunca pensou em dar uma olhadinha na próxima temporada do “Chef’s Table”, já que todo o acervo da Netflix está na Amazon? Cockcroft - Não funciona desse jeito. A gente não pode ver nada do que os nossos consumidores estão hospedando. Tudo é criptografado e fica completamente isolado. O que a AWS vê é, ‘Ok, esse cliente tem mil máquinas sendo usadas'. Só temos que saber o suficiente para cobrar o preço correto. Nós só precisamos saber o suficiente para mandar a conta certa (risos). O que você quer rodar nessas máquinas fica por sua conta. Nos primeiros dias da Netflix, que é um grande competidor do [serviço de streaming de vídeo] Amazon Prime, os serviços da AWS foi o escolhido para o negócio ser construído. E a Netflix nunca teve nenhum problema de a Amazon Prime ficar sabendo o que eles estavam fazendo. G1 – Como vocês garantem que os dados são mantidos em segurança e que a transferência dessas informações é feita sem interceptações? Cockcroft - Os dados são criptografados e só o cliente possui a chave. Quando isso ocorre, os dados viram só números aleatórios para qualquer outra pessoa. Se pudesse ver os dados, você veria que tudo está embaralhado. Quando uma requisição é feita para usar aquela informação, o cliente manda a chave para decodificar somente os dados pertinentes para aquela solicitação. G1 – Apesar dos ataques do presidente Donaldo Trump à Amazon, a empresa é uma das maiores fornecedores do governo norte-americano. Com que órgãos federais vocês trabalham lá? Cockcroft - Nós temos uma versão da nuvem, chamada de Gov Cloud, que é feita especificamente para organizações do governo. É o caso da Nasa. Todos que trabalham lá têm de ser cidadãos norte-americanos. Em um nível, temos um modelo diferente de segurança, regras diferentes sobre quem pode operar. Em outro, temos um estágio ainda maior de sigilo manter [essas informações] ainda mais isoladas. G1 - O governo brasileiro lançou diretrizes que órgãos públicos devem seguir na hora de contratar nuvens públicas. Como o Brasil é um dos maiores mercados para vários segmentos de tecnologia, qual é o tamanho dessa oportunidade para a Amazon. Cockcroft – Estamos conversando com todos os governos do mundo. É uma grande oportunidade para a gente. Não conheço a fundo o processo de modernização do Brasil, mas sei que houve projetos semelhantes lançados na França, Argentina, EUA e no Reino Unido. Estamos vendo governos de todo mundo indo para a nuvem, para ter agilidade, velocidade e redução no custo de produção, em comparação ao jeito que costumam fazer as coisas antes. São sistemas muito, muito velhos. Alguns deles foram construídos há 30, 40 anos e precisam ser atualizados. Vemos que querem oferecer melhores serviços para os cidadãos. G1 - Tanto você como o governo brasileiro falam de transformação digital. Afinal, o que é isso. Cockcroft - Essa é uma expressão comum e a melhor forma de entendê-la é pensar em como os negócios eram feitos anteriormente: eles atendiam aos consumidores apenas de forma indireta. Pene nos bancos: eles construíam produtos de tecnologia para automatizar suas agências; para ser atendido, você tinha que ir até lá, já que era onde as máquinas estava. Se um banco tivesse 2 mil agências, ele teria 2 mil pontos de acesso aos consumidores. Mas isso foi antes da transformação digital, porque hoje todos os seus consumidores têm um aplicativo para celular que faz as mesmas coisas que uma agência fazia. Se antes você tinha 2 mil, agora têm alguns milhões de consumidores que a todo momento podem se conectar a você. Esse é o exemplo para bancos, mas você pode pensar na TV. Se você é um canal de TV, provavelmente, trabalha com pontos de distribuição local. É essa filial, que talvez atenda 20 cidades, que diga quantas pessoas estão assistindo a um programa. Há no modelo do Netflix, tudo vai diretamente para o consumidor final. Veja o exemplo da internet das coisas. Os fabricantes esperavam fazer algo, colocar em uma caixa, ser pagos e nunca mais ver aquilo novamente, pois, muito provavelmente, seria alguma reclamação porque o aparelho quebrou. Agora, quando enviam um produto esperam ouvir sobre ele a cada cinco minutos. Ele simplesmente liga para você, porque a Internet das Coisas está na sua porta da frente, na sua campainha, no seu termostato. Na transformação digital, em vez de gerenciar seu serviço indiretamente, você fala diretamente com o cliente. Essa é a coisa mais básica para todas as indústrias: internet, smartphones e todas essas tecnologias digitais, que todos carregam consigo, agora fazem com que os consumidores esperem uma relação direta com um negócio. G1 – Com tantos dados fluindo das pessoas para as empresas e também na mão contrária, qual a importância de ferramenta de inteligência artificial para processar todas essas informações? Cockcroft - Quando um canal transmite um programa às 21h, tem de perguntar a outra empresa quantas pessoas ela acredita terem visto aquilo, para decidir quanto pode ser cobrado pelos anúncios baseado nessas taxas. Quando você vê um produto diretamente levado ao consumidor, sabe exatamente quem o vê. Sabe quem viu da última vez e sabe exatamente quem deveria ver. A inteligência artificial pode olhar para o comportamento de milhões de consumidores e dizer, ‘Pessoas que gostaram dessas coisas aqui podem curtir aquilo ali'. Um algoritmo comum de personalização consegue ainda dizer todas as coisas de que talvez você gostaria com base no que as pessoas que viram o que você viu gostaram de ver. G1 – Uma das diretrizes do governo brasileiro é que os dados de serviços públicos não sejam hospedados fora do país. Você já viu isso em outro lugar no mundo? Cockcroft - Sim, isso já aconteceu com outros governos quando eles começaram a mover seus dados. Nós temos uma operação aqui [no Brasil] e nunca mudamos os dados de lugar. Se o cliente quiser deixar os dados dele aqui, nunca mudaremos para outro lugar. G1 – O Banco Central permitiu que bancos guardem dados de seus clientes em nuvens no exterior, desde que os países de destino tenham acordo de transferência com o BC. Isso pode atrapalhar? Cockcroft - Nós vemos bancos ao redor do mundo levando seus dados para a nuvem. E trabalhamos com vários organizações de estado para, em alguns momentos, mudar as regras, em outros, pedir mais esclarecimentos. Recentemente, os reguladores brasileiros permitiram levar dados para a nuvem. Já fizemos essa migração em vários outros países, dos EUA a Cingapura. Tudo isso está acontecendo porque, se você voltar alguns anos atrás, as pessoas nessas indústrias diziam que nunca mudariam para a nuvem. Diziam, 'Se a gente ignorar, tudo isso irá sumir'. Agora, é difícil achar quem diga que a migração não vai acontecer. Dizem, 'Isso vai acontecer comigo um dia'. Agora, que tudo é visto como inevitável, a pergunta passou a ser: 'Quando e como chegamos lá?'. Estamos vendo muitos consumidores tendo vantagens como agilidade ao usar a nuvem e deixando de lado infraestruturas usadas anos atrás. Estamos ainda vendo novas companhias, como o Nubank, que está crescendo muito rapidamente ao atender as necessidades de clientes e fazendo os outros bancos ter de competir com ele. Em todos os países, encontramos companhias preocupadas em ser as primeiras e encarar todos os problemas disso, quando deveriam querer ser as primeiras e ter os benefícios de ser as primeiras. Vemos isso com bancos, indústrias. E o que os concorrentes deles estão tendo que fazer é segui-los ou copiá-los. G1 - Quais setores, impensáveis até pouco tempo atrás, estão migrando para a nuvem? Cockcroft - Os primeiros mercados foram varejo e entretenimento, mas agora os bancos entenderam. Todos estão em lugares diferentes mas entenderam o que precisam fazer. A indústria é um dos mercados interessantes que está adotando a nuvem. A empresas de energia também estão tentando se reinventar ao ir para a nuvem. No Oriente Médio, eles estão sentados sobre todo aquele óleo, mas ainda assim estão construindo painéis solares o mais rápido possível. Estão se perguntando sobre o que seria uma economia pós-petróleo e pensando se será uma economia digital. Por isso, estão usando todo o dinheiro ganho óleo e investindo em energias renováveis. Carros estão se tornando laptops com volantes. Há muita tecnologia neles, principalmente nos carros elétricos. Há muitas companhias de energia pensando em como se preparar para atender o que está por vir, já que não haverá postos de gasolina e, sim, pontos de recarga. O carro deixou de ser aquele produto que você vende e não quer mais ver. Agora, ele é completamente conectado. Todos os carros da Tesla que estão circulando por aí estão gravando toda rodovia para saber, por exemplo, quão rápido o tráfego está fluindo, e as empresas automotivas estão coletando todos esses dados. […]

  • Instagram lança IGTV, app para vídeos mais longos, e abre disputa com YouTube para atrair criadores
    on 20 de junho de 2018 at 18:08

    Com a mudança, o aplicativo quer incentivar que mais criadores adotem a plataforma como escoadouro para suas produções. Kevin Systrom, um dos fundadores do Instagram. Helton Simões Gomes/G1 O Instagram lançou um aplicativo novo, chamado IGTV, que exibe vídeos mais longos, de até uma hora, enquanto atualmente apenas criações com até um minuto são permitidas. Com isso, a rede mira o público do YouTube, mas não esconde que quer roubar expectadores da TV tradicional “Hoje ainda vemos vídeos no formato da TV, o que nos faz ter que virar o celular. É época do vídeo avançar e evoluir”, disse Kevin Systrom, presidente-executivo e um dos fundadores do Instagram. Com a mudança, o aplicativo quer incentivar que mais criadores adotem a plataforma como escoadouro para suas produções. A novidade é o movimento mais robusto da rede social, que pertence ao Facebook, para bater de frente com o YouTube, do Google, que criou um novo mundo de influenciadores digitais — você os conhece como youtubers. “Alguns criadores já veem o Instagram como sua casa”, diz Krieger. O executivo adicionou que os vídeos poderão ser incluídos diretamente na plataforma Watch, do Facebook. Durante o anúncio, feito nesta quarta-feira (20), a companhia aproveitou ainda para divulgar que atingiu a marca de 1 bilhão de usuários, após oito anos de seu nascimento. “A gente conseguiu evoluir o produto para não ser algo super específico”, disse Mike Krieger, brasileiro que, além de também ser um dos fundadores do Instagram, é diretor de engenharia do app. “Os primeiros usuários eram mais hipster mesmo." Os vídeos mais extensos representam um salto em relação à proposta original do Instagram, que nasceu para ser um repositório de fotos sobre acontecimentos cotidianos. Quando liberou a publicação de vídeos, limitava os conteúdos a 15 segundos, mas essa barra foi ampliada para os atuais 60 segundos. Instagram lançou um aplicativo novo, chamado IGTV, que exibe a publicação de vídeos mais longos Divulgação IGTV No IGTV, os criadores poderão optar por resolução de imagem de até 4K, e não será dessa vez que o vídeo na horizontal vai pegar — o padrão de incentivar a publicação de imagens na vertical permanece, para se acomodar melhor à forma como as pessoas seguram smartphones. O Instagram até brincou com isso: antes da apresentação, uma TV exibia imagens na horizontal, mas, prontamente, o aparelho começou a girar até que ficasse na vertical. Krieger fez questão de diferenciar o IGTV de outras plataformas de streaming de vídeo, como Netflix e HBO, que criam ou compram produções originais. “O IGTV é conteúdo de usuário e não pago. É importante diferenciar isso, já que você pode ir a outros lugares e ver uma coisa mais produzida” como as feitas por “Netflix e HBO”. Modelo de negócios "No primeiro dia, não vai ter monetização mas a gente vai bater um papo com os criadores”, diz Mike Krieger, outro dos cofundadores do Instagram. “A gente vai discutir o melhor modo para eles fazerem renda com isso. Ele não descarta que a plataforma será usada para abrigar publicidade, mas não no início. “Anúncio não, para começar, mas é algo que vamos olhar”, diz. “Isso vai vir ao longo dos meses” Adotar vídeos mais longos é ainda uma oportunidade para o Instagram ampliar a exibição de publicidade na rede social. O Facebook já inclui anúncios publicitários em vídeos mas extensos publicados por lá. Até agora, a única abordagem do Instagram nesse sentido é a inclusão de posts patrocinados no meio da linha do tempo e entre os Stories dos usuários. A novidade é também mais um passo do Instagram para deixar de ser só uma rede social e se tornar uma plataforma para outros tipos de interação. No começo do ano, a rede social liberou alguns recursos para lojas virtuais que a usavam como vitrine. A partir daí, elas podiam vender os produtos mostrados nas fotos e vídeos. IGTV, do Instagram, deve concorrer com o YouTube Divulgação Assim que abrir o app, o usuário vai se deparar com vídeos executados automaticamente, publicados por amigos ou por outros criadores, selecionados pelo Instagram com base nos interesses do usuário. Ao deslizar a tela para cima, surgirão categorias de vídeo como “para você”, “seguindo”, “popular” e “continue assistindo”. Apesar de anunciar que quer se afastar da TV, o Instagram construiu um app que possui canais. Mas, segundo ressalta, os canais são os perfis de cada criador presente na plataforma. […]

  • Facebook levará jogos interativos e pesquisas de opinião a vídeos ao vivo
    on 20 de junho de 2018 at 12:20

    Novidades incluem ainda a realização de concursos com prêmios em dinheiro por meio da plataforma de vídeo da rede social. Vídeos ao vivo no Facebook. Divulgação/Facebook Facebook anunciou nesta terça-feira (19) que oferecerá uma série de novos formatos para sua plataforma de vídeo, incluindo jogos interativos, pesquisas e concursos. Os novos formatos estarão disponíveis para criadores de conteúdo de vídeo na rede social, que busca um nicho para competir com Netflix e YouTube, entre outros. Uma das funções do Facebook permitirá a interatividade, que poderá ser utilizada em jogos e concursos com prêmios em dinheiro. "Acreditamos que ver vídeos não tem que ser algo passivo, e que muitos tipos de formatos de entretenimento tradicional -- desde programas de jogos até séries de telerrealidade e conteúdos baseados em roteiros -- podem ser reinventados para ser um centro comunitário", declarou o Facebook. Entre as atrações do novo formato está o show "Outside Your Bubble", da BuzzFeed News, que desafiará os participantes a dar um "passo fora da bolha" e adivinhar o que estão pensando as pessoas em diferentes grupos das redes sociais. […]

  • Golpe no Instagram espalha site com falsas promoções de óculos Ray-Ban
    on 20 de junho de 2018 at 11:53

    Um golpe que afeta principalmente usuários do Instagram está divulgando sites falsos com supostas promoções de produtos da marca Ray-Ban por meio de publicações não autorizadas. Os endereços divulgados são de sites sem relação com a loja oficial da marca e os produtos vendidos também são falsos ou, no mínimo, de procedência duvidosa. Também é possível que os sites estejam roubando as informações dos consumidores. Legenda: Exemplo de publicação no Instagram divulgando site com promoções falsas da Ray-Ban. Divulgação/Instagram Há poucos dados confirmados sobre esse golpe. Sabe-se que as imagens são publicadas no Instagram, que são divulgados diversos sites idênticos (porém com endereços diferentes) e que os preços informados aparecem em várias moedas. As postagens são feitas sem autorização no perfil das vítimas. A publicação tende a marcar outras pessoas para obter uma visibilidade maior. Não se sabe como os invasores obtiveram permissão para postar as imagens em nome das vítimas. É possível que as vítimas tenham caído em algum golpe de phishing -- páginas falsas do Instagram ou Facebook -- ou que os criminosos tenham utilizados senhas presentes em vazamentos de dados (quem repete as mesmas senhas em vários serviços pode ser vítima nesse caso). Outra possibilidade é que as senhas tenham sido roubadas por um vírus. Site 'MinhaSenha' revela suas senhas que caíram no submundo da web A recomendação para todos os usuários é que o site com as supostas promoções não seja visitado. Para quem teve a imagem da promoção publicada sem autorização no perfil, aconselha-se a troca das senhas do Instagram e do Facebook. Também vale a pena verificar os aplicativos autorizados na conta do Instagram (https://www.instagram.com/accounts/manage_access/), mas é improvável que a publicação tenha ocorrido por esse meio. Spam em contas invadidas O uso de contas comprometidas para publicar uma imagem em massa e divulgar sites fraudulentos mostra como qualquer tipo de conta de serviço pode ser útil. Não é comum enxergar o Instagram como um site de conteúdo sensível ou sigiloso. No entanto, o uso de várias contas comprometidas permite que os golpistas alcancem um público considerável com o golpe. É por isso que não se pode pensar que uma senha de acesso para qualquer serviço -- seja ele qual for -- não é de interesse dos invasores. Praticamente qualquer serviço on-line pode ser envolvido em um golpe, desde que os malfeitores tenham criatividade para aproveitar o acesso que obtiveram. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com […]

  • Apple é multada na Austrália em US$ 6,6 milhões por não consertar iPhones reparados por outras empresas
    on 19 de junho de 2018 at 19:11

    Australianos tiveram aparelhos afetados pelo 'erro 53'. 'Erro 53' desativava iPhones e iPads que tivessem passado consertos feitos por empresas que não a Apple. Divulgação/iFixit A Apple terá que pagar uma multa na Austrália de aproximadamente US$ 6,6 milhões por prejudicar clientes que compraram seus aparelhos entre fevereiro de 2015 e fevereiro de 2016, informaram as fontes judiciais nesta terça-feira (19). A decisão foi tomada pelo Tribunal Federal da Austrália que atendeu as reclamações feitas em um processo judicial movido pela Comissão Australiana de Concorrência e Consumo (ACCC, sigla em inglês) contra a Apple e sua filial no país. O órgão entrou com a ação judicial após investigar centenas de queixas vinculadas ao "erro 53". O problema aparecia após donos de iPhone 6, que passaram por algum reparo "não oficial" (fora dos centros de serviço autorizados), instalarem o sistema operacional o iOS 9 nos aparelhos. A falha técnica desativava não só iPhones mas também iPads. A Apple admitiu ter rejeitado a reparação dos terminais de pelo menos 275 clientes australianos afetados, alegando que os dispositivos já tinham sido reparados por terceiros. "Se um produto tem uma falha, os clientes têm o direito de consertá-lo ou substituí-lo, de acordo com a Lei do Consumidor da Austrália e, às vezes, até mesmo um reembolso", disse a comissária da ACCC, Sarah Court. Após receber as notificação das investigações da ACCC, a Apple colocou em prática um programa para compensar os clientes prejudicados -- que são em torno de 5 mil. […]

  • Google vai corrigir falha no Chromecast que mostra localização de internautas
    on 19 de junho de 2018 at 18:16

    Nova versão do Chromecast é arredondada e possui mais antenas para captar o Wi-Fi. Divulgação/Google O Google está trabalhando para consertar um problema no dispositivo de streaming Chromecast e no alto-falante inteligente Google Home que pode entregar a localização precisa do internauta para qualquer site na web. E o aparelho nem precisa estar em uso: ele só precisa estar conectado à rede. A possibilidade de realizar esse ataque foi identificada pelo especialista em segurança Craig Young, da empresa de segurança Tripwire. O Chromecast e o Google Home não bloqueiam solicitações vindas da rede local, pois "supõem" que sistemas da rede local são confiáveis. O problema é que qualquer página da web pode manipular o navegador para enviar solicitações a dispositivos dentro da rede local. Dessa forma, se um computador da rede for usado para abrir um site malicioso, este site pode instruir o computador a enviar uma solicitação ao Chromecast que está em sua rede local. Em outras palavras, se um celular, notebook, computador ou televisor for usado para abrir um site, e houver um Chromecast ou Google Home na rede local, o site visitado tem condições de determinar o local preciso do visitante, mesmo sem que o internauta autorize o envio das informações de localização. Para obter a localização do internauta, o site malicioso solicita que o Chromecast instalado na rede da vítima informe a lista de redes Wi-Fi que ele "enxerga". Essa lista de redes próximas é então enviada ao serviço de geolocalização do Google, que é capaz de determinar a localização de um dispositivo com base nas redes Wi-Fi próximas. Uma das fontes desses dados são os carros do Street View do Google: além de tirar fotos das cidades, eles também registram a disponibilidade de redes Wi-Fi em cada coordenada de GPS. Aplicativos do Google no celular - como o Google Maps -- também coletam essa informação. Ela serve para que os serviços de localização continuem funcionando mesmo quando o celular não tiver acesso ao GPS. Porém, quando o possível atacante envia a lista de redes Wi-Fi que o Chromecast enxerga ao serviço de localização do Google, a localização da vítima pode ser determinada com alta precisão -- em alguns casos, cerca de 10 metros. Normalmente, uma localização tão precisa só poderia ser determinada com envio de informações de localização do próprio navegador após autorização do internauta. Quando Young comunicou o Google em maio sobre a questão, a empresa inicialmente se recuou a corrigir o problema. Young procurou o jornalista Brian Krebs, que entrou em contato com o Google, e a empresa acabou mudando sua avaliação. A atualização para corrigir o erro deve sair nas próximas semanas. Google Home Mini é versão compacta do dispositivo inteligente do Google Divulgação Para que serve a localização? A localização de visitantes é usada na web para direcionar conteúdo e publicidade. Da mesma forma, a localização do internauta não permite a realização de golpes por si só, mas ela pode ser uma ferramenta para potencializar outros golpes. Se o criminoso também conseguir o e-mail da vítima, ele pode enviar um e-mail altamente personalizado a partir da localização da vítima. O site malicioso também pode apresentar conteúdo altamente direcionado para aumentar as chances de que a vítima realize um download malicioso e instale um vírus, por exemplo. Localização via endereço IP Todos os sites visitados na web possuem acesso ao endereço de IP do internauta. É possível estimar a localização geográfica do visitante pelo endereço IP, mas essa estimativa tende a ser bastante imprecisa. Em alguns casos, a confiabilidade se restringe ao país, não sendo possível determinar o estado e nem a cidade. Essa precisão depende de como o provedor de acesso do internauta faz a sua distribuição de endereços IP e do que se sabe sobre essas práticas. A localização via Wi-Fi do Google, por outro lado, usa uma técnica de triangulação, estimando a distância do usuário a partir de todas as redes Wi-Fi presentes, podendo também levar em conta a potência de sinal. Dessa forma, é possível estimar com muito mais precisão a localização do internauta a partir da distância de cada rede disponível. Se o Google tiver os dados sobre as redes que o Chromecast estiver enxergando, a precisão vai chegar à rua do internauta. Se a qualidade dos dados for maior, a precisarão será ainda maior, podendo chegar a um raio de 10 metros. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com […]

  • Google vai corrigir falha no Chromecast que mostra localização do internauta para sites na web
    on 19 de junho de 2018 at 18:08

    Nova versão do Chromecast é arredondada e possui mais antenas para captar o Wi-Fi. Divulgação/Google O Google está trabalhando para consertar um problema no dispositivo de streaming Chromecast e no alto-falante inteligente Google Home que pode entregar a localização precisa do internauta para qualquer site na web. E o aparelho nem precisa estar em uso: ele só precisa estar conectado à rede. A possibilidade de realizar esse ataque foi identificada pelo especialista em segurança Craig Young, da empresa de segurança Tripwire. O Chromecast e o Google Home não bloqueiam solicitações vindas da rede local, pois "supõem" que sistemas da rede local são confiáveis. O problema é que qualquer página da web pode manipular o navegador para enviar solicitações a dispositivos dentro da rede local. Dessa forma, se um computador da rede for usado para abrir um site malicioso, este site pode instruir o computador a enviar uma solicitação ao Chromecast que está em sua rede local. Em outras palavras, se um celular, notebook, computador ou televisor for usado para abrir um site, e houver um Chromecast ou Google Home na rede local, o site visitado tem condições de determinar o local preciso do visitante, mesmo sem que o internauta autorize o envio das informações de localização. Para obter a localização do internauta, o site malicioso solicita que o Chromecast instalado na rede da vítima informe a lista de redes Wi-Fi que ele "enxerga". Essa lista de redes próximas é então enviada ao serviço de geolocalização do Google, que é capaz de determinar a localização de um dispositivo com base nas redes Wi-Fi próximas. Uma das fontes desses dados são os carros do Street View do Google: além de tirar fotos das cidades, eles também registram a disponibilidade de redes Wi-Fi em cada coordenada de GPS. Aplicativos do Google no celular - como o Google Maps -- também coletam essa informação. Ela serve para que os serviços de localização continuem funcionando mesmo quando o celular não tiver acesso ao GPS. Porém, quando o possível atacante envia a lista de redes Wi-Fi que o Chromecast enxerga ao serviço de localização do Google, a localização da vítima pode ser determinada com alta precisão -- em alguns casos, cerca de 10 metros. Normalmente, uma localização tão precisa só poderia ser determinada com envio de informações de localização do próprio navegador após autorização do internauta. Quando Young comunicou o Google em maio sobre a questão, a empresa inicialmente se recuou a corrigir o problema. Young procurou o jornalista Brian Krebs, que entrou em contato com o Google, e a empresa acabou mudando sua avaliação. A atualização para corrigir o erro deve sair nas próximas semanas. Google Home Mini é versão compacta do dispositivo inteligente do Google Divulgação Para que serve a localização? A localização de visitantes é usada na web para direcionar conteúdo e publicidade. Da mesma forma, a localização do internauta não permite a realização de golpes por si só, mas ela pode ser uma ferramenta para potencializar outros golpes. Se o criminoso também conseguir o e-mail da vítima, ele pode enviar um e-mail altamente personalizado a partir da localização da vítima. O site malicioso também pode apresentar conteúdo altamente direcionado para aumentar as chances de que a vítima realize um download malicioso e instale um vírus, por exemplo. Localização via endereço IP Todos os sites visitados na web possuem acesso ao endereço de IP do internauta. É possível estimar a localização geográfica do visitante pelo endereço IP, mas essa estimativa tende a ser bastante imprecisa. Em alguns casos, a confiabilidade se restringe ao país, não sendo possível determinar o estado e nem a cidade. Essa precisão depende de como o provedor de acesso do internauta faz a sua distribuição de endereços IP e do que se sabe sobre essas práticas. A localização via Wi-Fi do Google, por outro lado, usa uma técnica de triangulação, estimando a distância do usuário a partir de todas as redes Wi-Fi presentes, podendo também levar em conta a potência de sinal. Dessa forma, é possível estimar com muito mais precisão a localização do internauta a partir da distância de cada rede disponível. Se o Google tiver os dados sobre as redes que o Chromecast estiver enxergando, a precisão vai chegar à rua do internauta. Se a qualidade dos dados for maior, a precisarão será ainda maior, podendo chegar a um raio de 10 metros. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com […]

  • Facebook cria inteligência artificial que 'abre' olhos de quem piscar em fotos
    on 19 de junho de 2018 at 17:36

    Engenheiros recorreram a técnica usada para criar rostos artificialmente. Facebook cria inteligência artificial que 'abre' os olhos de quem piscar em foto Divulgação/Facebook Piscou bem na hora do clique do fotógrafo? Isso pode ser um problema do passado. O Facebook criou um sistema de inteligência artificial que não só identifica quando alguém saiu de pálpebras cerradas em uma foto mas também consegue "abrir" seus olhos. A tecnologia, criada pelos engenheiros da rede social, Brian Dollahnsky e Christian Canton Ferrer, foi descrita em um estudo divulgado nesta segunda-feira (18). O que o mecanismo faz é estudar várias fotos em que aparece o rosto do sujeito para entender como são suas expressões faciais quando ele está de olhos abertos. VÍDEO: Cientistas usam inteligência artificial para 'colocar palavras' na boca de alguém “Para o problema particular de transformações faciais, ela [a tecnologia] aprende não só a preservar características como iluminação ou o tom da pele mas pode também abranger alguma noção de plausibilidade semântica”, escreveram os dois engenheiros. “Dando um conjunto de treinamento de tamanho apropriado, a rede irá aprender como um rosto humano ‘deve’ parecer.” Mas não só. Além disso, eles recorreram a técnicas avançadas de inteligência artificial para driblar o chamado “uncanny valley”, aquele ar de foto tratada no Photoshop que ocorre quando imagens passam por modificação mal feitas. Para fugir desse risco, os dois lançaram mão de um recurso geralmente usado para desenhar rostos do zero, chamada de rede adversarial generativa (GAN, na sigla em inglês). Você já deve ter visto a técnica em ação, já que ela é usada para criar faces de celebridades que não existem ou mudar o clima em vídeos. A mescla do uso desses dois sistemas é o que faz a diferença. Depois de aprender como são os olhos do indivíduo, o sistema usa a informação para criar uma reprodução fiel deles. Leva em conta o tamanho da cavidade ocular na foto em que o sujeito aparece de olhos fechados, a posição do rosto, a iluminação sobre a pele e qual o efeito da luz sobre os olhos. […]

  • Happn libera busca por ‘crush’ em mapas interativos
    on 19 de junho de 2018 at 13:00

    'Estamos o tempo todos cercados de pessoas interessantes na vida real, mas talvez não tenhamos a chance de conversar com elas', diz o CEO do aplicativo de relacionamento. Happn implanta no app mapa internet em que é possível achar 'crush' Divulgação/Happn O Happn, aplicativo de relacionamento para achar aquele “crush” que te deu mole no busão, vai mudar a forma de achar o paquera: a partir de agora, será possível buscar em um mapa por pretendentes que curtem ir aos mesmos lugares que você. Até agora, o Happn organizava os perfis em ordem cronológica. Funcionava assim: como usa o GPS do smartphone do usuário para saber por quais locais ele passou, o app identifica pessoas que cruzaram com ele e que podem interessá-lo; depois disso, os perfis dessas pessoas são exibidos de acordo com o horário em que o encontro se deu. A conversa só começa caso haja interesse mútuo – nesse sentido, o serviço é bem parecido com o Tinder. A partir desta terça-feira (19), o Happn vai mostrar em um mapa interativo todos os pretendentes que estiveram em um lugar visitado pelo usuário. Bastará tocar na imagem de uma rua, estabelecimento comercial ou evento, e o aplicativo mostrará os possíveis “crushs” que estiveram lá nos últimos sete dias. Encontros reais A versão antiga do Happn já ensaiava explorar mais intensamente a localização geográfica dos encontros – mapas eram mostrados, no entanto, apenas quando um perfil era aberto. Com a novidade, chamada de "Happn Maps", o mapa interativo assume possição central no app: ficará no topo do aplicativo. “Agora, ele pode lembrar onde viu uma certa pessoa, ou de um lugar em que teve a sensação de ter pessoas interessantes, e ir diretamente para esse lugar no mapa do Happn para checar se tem algum potencial Crush lá”, afirmou Dider Rappaport, presidente-executivo e cofundador do Happ. O executivo explica que “aparecerão somente aqueles [perfis de pessoas] que estiveram no mesmo lugar que você e na mesma hora, ou seja, com quem, de fato, você cruzou”. O sistema rastreará pessoas dentro de um raio de 250 metros a partir do ponto em que o usuário esteve. “As pessoas que vão aos mesmos lugares têm maior probabilidade de ter o mesmo estilo ou preferências que você. Por exemplo: se você vai a uma academia, show, evento esportivo ou bar, você pode encontrar pessoas no mesmo lugar e imediatamente ter algo em comum com ela”, afirma Rappaport. “Com o mapa do Happn, nós vamos além em nossa promessa ao separar as dimensões do tempo e espaço; porque o tempo voa, mas os lugares permanecem parados.” O executivo diz que a inclusão dos mapas são uma acentuação do DNA do aplicativo. “Em 2013, alguns sites de relacionamento e poucos apps já existiam, mas a experiência promovida por eles era virtual demais, consumia muito tempo e a combinação de pessoal era baseada em interesses e preferências mútuas. O Happn surgiu com o pensamento de que nós estamos o tempo todos cercados de pessoas interessantes na vida real, mas talvez não tenhamos a chance de conversar com elas.” País do amor O Brasil é um dos principais polos para empresas que desenvolvem apps e sites voltados a construir relações amorosas. Por aqui, há 6,6 milhões de usuários do Happn, o que faz do país o segundo maior mercado para o serviço. Mais de 1 milhão de pessoas usam o aplicativo só em São Paulo, cidade mais importante para a empresa, que possui 50 milhões de usuários no mundo todo. Outra companhia que tem no Brasil sua segunda maior operação é o Match Group, dona de mais de 45 serviços voltados a formar casais, como Tinder e Par Perfeito. […]

  • Elon Musk diz que fábrica da Tesla sofreu sabotagem de funcionário
    on 19 de junho de 2018 at 11:51

    Empregado que não foi promovido teria feito mudanças no sistema de produção e enviado informações sigilosas para terceiros. Fábrica da Tesla na Califórnia, EUA Noah Berger/Reuters O presidente-executivo da Tesla, Elon Musk, afirmou em mensagem aos funcionários da montadora de carros elétricos que um empregado da companhia promoveu "extensa e danosa sabotagem" ao supostamente ter feito mudanças de código de programação do sistema de produção e enviado informações sigilosas da empresa para terceiros. A porta-voz da companhia, Gina Antonini, não comentou o email enviado por Musk aos funcionários na segunda-feira (18). Musk afirmou na mensagem, obtida pela Reuters, que descobriu sobre o suposto caso de sabotagem durante o final de semana. O suposto sabotador não foi identificado. "A extensão completa de suas ações ainda não são claras, mas o que ele admitiu até agora ter feito é muito ruim", escreveu o executivo. "A motivação declarada dele é que ele queria uma promoção que não recebeu." "Como vocês sabem, uma longa lista de organizações querem que a Tesla morra", disse Musk no email, afirmando que a relação inclui investidores em Wall Street, companhias petrolíferas e montadoras rivais de veículos. Ele não citou nome de nenhuma empresa. Elon Musk em conferência de imprensa em fevereiro de 2018 Joe Skipper/Reuters Mais cedo, na segunda-feira, Musk enviou uma outra mensagem aos funcionários relatando um "pequeno incêndio" ocorrido em uma instalação da Tesla no domingo. Esta mensagem também foi obtida pela Reuters. Na mensagem, a Tesla afirma que na noite de domingo houve um incidente na área de carrocerias, que não houve feridos ou danos significativos a equipamentos e que a produção já tinha retornado ao normal. A empresa não especificou o local do fogo. Musk afirmou no email que apesar do fogo não ter sido um evento aleatório, "fiquem alertas sobre qualquer coisa que não esteja entre os melhores interesses da nossa companhia". Na semana passada, Musk anunciou demissão de 9% da força de trabalho da Tesla. O futuro da Tesla depende do aumento da produção do Model 3, que é o modelo mais "popular" da marca até agora. […]

  • Trump promete a presidente da Apple que iPhones serão poupados de tarifas da China, diz jornal
    on 19 de junho de 2018 at 11:41

    Smartphones da Apple são feitos na China e levados até EUA; na semana passada, Trump anunciou uma tarifa de 25% sobre US$ 50 bilhões em bens importados da China. Donald Trump fala em reunião do Conselho Espacial Nacional, na Casa Branca, nesta segunda-feira (18) Reuters/Jonathan Ernst O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou ao presidente-executivo da Apple, Tim Cook, que o governo norte-americano não vai impor tarifas de importação para iPhones montados na China, informou o jornal "New York Times" nesta segunda-feira (18), citando fontes com conhecimento do assunto. Segundo o periódico, Cook viajou para a Casa Branca no mês passado para alertar Trump sobre os potenciais efeitos adversos sobre a Apple da China gerados pelas políticas comerciais de seu governo. Os iPhones são feitos pela Foxconn, que possui plantas na China, de onde saem os aparelhos levados para os EUA, e no Brasil, que atende o mercado brasileiro. O "NYT" não informou quando Trump se comprometeu com Cook a não taxar iPhones. Representantes da Apple e da Casa Branca não estavam disponíveis de imediato para comentar o assunto. Em abril, os EUA divulgaram uma lista de produtos vindos da China que sofreriam uma sobretaxa de importação, mas deixaram de fora de parte produtos eletrônicos de consumo, como smartphones. Na semana passada, porém, Trump anunciou a cobrança de tarifas adicionais de 25% sobre produtos chineses importados, que movimentam US$ 50 bilhões ao ano. A lista revisada incluiu várias categorias de chips, o que criou temores de que as sobretaxas poderiam afetar o setor de tecnologia norte-americano. […]

  • ‘Queremos liderar a internet via satélite no Brasil’, diz executivo da operadora do satélite da Telebras
    on 19 de junho de 2018 at 08:00

    Parceria entre Telebras e a norte-americana é contestada na Justiça. 'Quando um concorrente muito forte entra, todos ficam preocupados', diz Kevin Cohen, gerente da Viasat. Kevin Cohen, gerente geral da Viasat para a América Latina. Divulgação/Viasat Os problemas compartilhados por Telebras e Viasat começaram muito antes de a Justiça brasileira suspender o acordo que as duas fecharam para operar o satélite brasileiro que custou R$ 2,78 bilhões e está há mais de um ano no espaço, mas impedido de levar banda larga a qualquer lugar do Brasil. No ano passado, uma greve de trabalhadores da Guiana Francesa atrasou o lançamento do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), que só acabou ocorrendo em maio de 2017. “Essa greve também nos feriu um pouco”, afirmou ao G1 Kevin Cohen, gerente geral da Viasat para a América Latina. "Depois do SGDC, o próximo satélite da fila era o nosso. Tínhamos marcado a data e não deu certo.” O cruzar de braços fez a norte-americana postergar o lançamento de seu quarto satélite, o Viasat 2, somente levado ao espaço em julho. Quase um ano depois, Telebras e Viasat estão no centro de outra paralisação: uma ação judicial, que foi mantida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no começo do mês, suspendeu a parceria entre as duas. Isso congelou dois importantes programas do governo federal criados para levar banda larga móvel a lugares remotos: o Governo Eletrônico – Serviço de Atendimento ao Cidadão (Gesac) e o Internet para Todos. O processo judicial foi movido pela Via Direta, uma empresa amazonense que diz ter sido preterida durante o processo privado que levou a Telebras a contratar a Viasat. “Nós sabíamos que o Brasil é bem complicado e difícil de entrar. Mas, como o Brasil é o maior mercado da América Latina, nós já planejávamos vir e ficar por um longo prazo.” Em conversa com o G1, Cohen contou como a possibilidade de operar o SGDC surgiu como um atalho para a Viasat chegar ao Brasil. Já estava nos planos da norte-americana aportar no país, mas somente em 2020. Nesse ano, a companhia pretende lançar o primeiro de uma constelação de satélites, chamada de Viasat 3, e o equipamento inaugural já será capaz de cobrir todo o continente americano. Para Cohen, a insatisfação gerada entre as empresas preteridas ocorre porque a entrada de um novo concorrente costuma pressionar os preços para baixo. Ele diz também que, ainda que os desdobramentos na Justiça não sejam favoráveis, nem pensa em encerrar a parceria com a Telebras. A aposta, diz, é virar líder em internet via satélite no Brasil. “Quando um concorrente muito forte entra, todos ficam preocupados. Nosso plano é de captar muito da participação de mercado por aqui e crescer. Nosso objetivo é ser primeiro em internet satelital no Brasil”, diz Cohen. Veja abaixo os principais trechos da entrevista, concedida pelo executivo em São Paulo: G1 - Vocês pensavam que seria assim tão difícil chegar ao Brasil? Kevin Cohen - Nós sabíamos que o Brasil é bem complicado e difícil de entrar. Mas, como o Brasil é o maior mercado da América Latina, nós já planejávamos vir e ficar por um longo prazo. G1 - A Telebras vem enfrentando problemas com esse satélite desde sua concepção. Por que vocês escolheram um projeto de uma outra empresa para começar a operar no Brasil? Cohen - Com 32 anos desenvolvendo tecnologia satelital, temos 4 satélite no espaço. Fazemos do satélite até as antenas e estações terrestres, além de operamos o serviço. Usam os nossos serviços 19 empresas aéreas. Enquanto você está lá em cima, nosso serviço permite fazer streaming de vídeos e todas as coisas que feitas no chão. Há sete anos, lançamos nosso terceiro satélite, o ViaSat 1, com capacidade de 140 Gigabits por segundo e com cobertura para EUA, Canadá e norte do México. Em junho passado, lançamos o Viasat 2, que cobre América Central e Caribe e tem capacidade de 260 Gbps. A certas zonas, pode fornecer conexão de até 100 Mbps. Em 2020, teremos uma constelação de satélites chamada ViaSat 3, que terá mais de 1 Terabit por segundo de capacidade. Esses três satélites terão cobertura de um terço do globo; o primeiro vai cobrir as Américas e o segundo, Europa e Oriente Médio. Nosso plano de expansão não era ficar só nos EUA, mas entrar em outros países, como fizemos no México. Já sabíamos que o Brasil é um país muito grande, tem muita oportunidade e tem milhões de pessoas que estão desatendidas, em comunidades e vilarejos remotos. Uma parceria com uma empresa como a Telebras nos ajudaria a entrar no mercado, porque nós planejamos ficar e crescer. Foi muito atraente. Por isso, entramos no Brasil antes do ViaSat 3. Queríamos aprender. O mercado do Brasil é tão grande que não queríamos perder a oportunidade. G1 - O Brasil está saindo de uma crise econômica, mas ainda muito lentamente. Vale a pena entrar no país ainda que nessas condições e ainda mais oferecendo banda larga, que, apesar de onipresente e popular, não é um serviço essencial? Cohen - Eu diria que a internet é um direito humano básico, como eletricidade, água, comida e casa. A conectividade melhora a educação. Como nós já estamos levando um serviço de conexão a preços acessíveis para quem mora em aldeias no México, nosso objetivo é atender esse mercado desatendido, de milhões de brasileiros. O Brasil está em crise, mas, como ficaremos aqui por muito tempo, sabemos que o mercado está aqui. G1 - Vocês esperavam que as dificuldades nascessem da concorrência? Cohen - Sempre que entramos em um mercado, sabemos que vamos mudar o negócio. Por exemplo, com o aumento de capacidade para satélite, os preços para backhaul de celular estão caindo. Por isso, já com o SGDC, os preços iriam cair ainda mais e a velocidade seria ainda melhor. Alguns concorrentes não querem abraçar a redução dos preços. G1 - Como a entrada de um novo concorrente faz os preços caírem? Cohen - Se você pensar no modelo anterior do satélite, a prática era vender capacidade para sinal de TV, do tipo DTH. Mas com os novos satélites, como Viasat 1 e Viasat 2 e o de outros concorrentes que estão criando constelações satelitais, tem muito mais capacidade do que demanda para DTH. Então estamos vendendo capacidade com preços menores para poder, ao menos, fazer a venda. Há bastante capacidade e não tanta demanda nos negócios anteriores. G1 - Por que vemos alguns lugares no Brasil sem conexão nenhuma? Cohen - É uma questão econômica. Se você tiver que instalar uma torre de celular, seja de 3G ou de LTE, custa muito caro. E ela vai cobrir um raio de alguns quilômetros. Se fizer esse investimento para atender poucas pessoas e o poder aquisitivo delas for de R$ 10 por mês, não dá. O cálculo não fecha. Como não temos que instalar torres de celular, a diferença é que podemos levar internet de alta qualidade e a preços menores para comunidades isoladas geograficamente. G1 - Como a Viasat pretende atuar aqui no Brasil? Cohen - Nosso plano principal é primeiro atender o Gesac, que pretende de levar internet a 15 mil pontos, como escolas, centros de saúde, postos na fronteira etc. Além disso, teremos os planos de Wi-Fi comunitário, que faz parte do programa Internet para Todos. Além de atender as comunidades desatendidas de classe baixa, também teremos outros serviços no futuro. Nos EUA, na Europa e na Austrália, por exemplo, temos serviço comercial para aviões. No Brasil, já assinamos um acordo com a Embraer para os jatos privados dela. Essa parceria não inclui o SGDC, e sim o Viasat 1, porque 80% dos aviões da empresa operam nos EUA. G1 - Há a intenção de competir pelos consumidores de grandes centros no Brasil? Cohen - Nosso objetivo é ficar nas áreas periféricas, não nas áreas urbanas centrais. Podemos levar um serviço de alta velocidade a um baixo preço para onde não tem nada. G1 - Quanto isso custaria? Cohen - O plano é levar internet em pacotes pequenos, por dados ou por hora. Eu diria que o preço seria o mesmo para comprar uma Coca-Cola ou um pacote de salgadinhos. G1 - Quanto a Viasat vai investir no Brasil? Cohen - Estamos investindo mais de US$ 50 milhões. G1 - A Telebras diz que está perdendo dinheiro com a suspensão do acordo. O mesmo está ocorrendo com vocês? Cohen - Primeiro, quem mais está perdendo é o povo brasileiro, porque já estaríamos em milhares de comunidades com o Wi-Fi comunitário e o Gesac. Estaríamos em escolas com conexões 10 vezes mais rápidos. Segundo, um satélite só tem vida útil para 15 anos, e o SGDC já está no espaço há mais de 10 meses. Além disso, por não estarmos funcionando no Brasil, já perdemos milhões de dólares, mas não posso precisar quanto. G1 - Concorrentes reclamam que começaram a negociar e foram preteridas no meio do processo. A forma como a Telebras escolheu a Viasat foi justa? Cohen - A Telebras fez um chamamento público, não apareceram interessados. Depois disso, recebeu propostas de todos os concorrentes. Nós confiamos na Justiça e no processo, porque fizemos tudo direito. G1 - A Viasat já se tornou operadora de um satélite de outra empresa em algum lugar do mundo? Cohen - Sim, na Austrália, instalamos as estações terrestres e operamos o serviço, porque o país possui dois satélites próprios. G1 - Em algum lugar do mundo, a Viasat já foi obrigada a retirar equipamentos que estávamos instalados? Cohen - Essa é a primeira vez. Essa ideia de retirar os equipamentos foi muito chocante. Antes, as crianças tinham um serviço em que tinham de esperar. Cada um tinha de fazer sua tarefa para dar lugar a próxima criança. Depois, quando chegou o serviço do SDGC, eles podiam fazer as tarefas ao mesmo tempo. Esse serviço atendia a necessidade delas. G1 - Há alguma chance de a Viasat desistir do acordo com a Telebras, já que os resultados na Justiça não têm sido nada favoráveis? Cohen - Nós confiamos no processo e estamos aqui para ficar. Estamos confiantes de que poderemos recomeçar o trabalho com o SGDC. G1 - Operando o SGDC, a Viasat já gerou um desconforto entre os concorrentes. Espera o mesmo quando o Viasat 3 entrar em operação? Cohen - Quando um concorrente muito forte entra, todos ficam preocupados. Nosso plano é captar muito da participação de mercado por aqui e de crescer. Nosso objetivo é ser primeiro em internet satelital. […]

  • Suprema Corte dos EUA avalia comissões em App Store da Apple em caso antitruste
    on 18 de junho de 2018 at 18:21

    Donos de iPhones se queixaram de que a Apple monopoliza a venda de aplicativos de mensagens e jogos, o que eleva os preços. App Store, loja de aplicativo da Apple Divulgação/Apple A Suprema Corte dos Estados Unidos aceitou nesta segunda-feira (18) uma ação judicial que acusa a Apple de descumprir leis federais contra antitruste ao monopolizar o mercado aplicativos para o iPhone e fazer os consumidores pagarem mais do que deveriam. A Justiça vai ouvir a apelação da Apple sobre uma decisão em uma instância menor que reabriu uma ação de clientes do iPhone sobre as comissões que a fabricante recebe por meio de sua App Store. O caso pode expandir a ameaça de danos antitruste contra companhias no comércio eletrônico, que gera centenas de bilhões de dólares em vendas no varejo norte-americano. O governo do presidente Donald Trump apoiou a Apple e pediu que a justiça seja feita. Os negócios que podem ser ameaçados pelo litígio incluem marketplaces eletrônicos como a App Store, o site de ingresos StubHub, a plataforma de vendas da Amazon e o eBay, serviços em que vendedores individuais definem os preços. O caso antitruste contra a Apple surgiu de um processo de 2011 por vários compradores de iPhone na corte federal da Califórnia, incluindo Robert Pepper, principal autor da ação, segundo documentos judiciais. Eles se queixam que a Apple monopolizou a venda de aplicativos de mensagens e jogos, levando a preços maiores do que se os mesmos fossem disponibilizados por outras fontes. Embora os desenvolvedores definam os preços dos aplicativos, a Apple coleta os pagamentos de usuários do iPhone, cobrando dos desenvolvedores uma comissão de 30% em cada transação. Os desenvolvedores ganharam mais de US$ 20 bilhões em 2016, de acordo com a Apple. […]

  • Apple vai mostrar localização de quem usar iPhone em ligação para número de emergência nos EUA
    on 18 de junho de 2018 at 14:20

    Para empresa, compartilhamento vai agilizar atendimento a chamadas de emergência. iPhone realizando ligação para o 911, número para acionar serviço de emergência nos EUA. Divulgação/Apple Quando o iOS 12 chegar aos iPhones, quem usar um smartphone da Apple para ligar para o número de emergência dos Estados Unidos, o 911, enviará automaticamente sua localização para o atendente que pegar a chamada. O compartilhamento da posição de quem acionar serviços de emergência é uma das novidades do novo sistema operacional para dispositivos móveis da Apple. A intenção da Apple é tornar o atendimento mais ágil, já que quase 80% das chamadas para serviços de emergência são feitas por telefones celulares. Para agilizar o deslocamento de ambulâncias e bombeiros, a empresa vai integrar uma tecnologia já existente nos iPhones ao software dos serviços que atendem o 911. Em 2015, a empresa criou uma forma de compilar dados de diversas fontes para apontar a localização mais provável de alguém que liga para o 911. O sistema usa dados do GPS, de pontos de conexão ao Wi-Fi e de torres de celular. Apple anuncia iOS 12, novo sistema operacional com novos recursos para realidade aumentada e fotos O que o iPhone fará é integrar essa possível localização com o software de atendimento dos serviços de 911. A iniciativa da Apple adianta uma exigência que passará a valer para operadoras de telefonia a partir de 2021. A Comissão Federal das Comunicações dos EUA (FCC, na sigla em inglês) exige que a partir dessa data todas as empresas de telecomunicações informem a localização de quem ligar para o 911 com uma precisão de 50 metros e em 80% das tentativas. Segundo a Apple, seu sistema é mais preciso que isso, a ponto de funcionar em "ambientes urbanos e densos". […]

  • 'Mega Man 11' se atualiza para agradar novatos e veteranos; G1 jogou
    on 18 de junho de 2018 at 13:40

    Nova aventura do robôzinho azul da Capcom tem visual moderno e chega em 2 de outubro para PS4, Xbox One, PCs e Switch. 'Mega Man 11' deixa robô azul da Capcom com visual moderno Divulgação/Capcom O robôzinho azul da Capcom definitivamente se atualizou em "Mega Man 11", game que combina suas habilidades clássicas a um novo par de movimentos e um visual todo modernão. É que a nova aventura de Mega Man tem tudo para ser a mais acessível entre os jogos principais, com a inclusão de níveis de dificuldade que influenciam variáveis como dano causado e recebido. Ao mesmo tempo que traz fases complexas, com obstáculos que lembram o design de games difíceis como "Super Meat Boy" e "Celeste", e um sistema inédito de técnicas poderosas chamado de "Double gears". O mesmo de sempre, mas diferente E3 2018: 'Mega Man 11' traz novidades para franquia clássica; G1 jogou A lógica de "Mega Man 11" é a mesma dos outros games. São várias fases disponíveis logo de cara, com permissão para escolher qual jogar primeiro. Todas têm um chefão no final e cada vitória garante o acesso às armas especiais que eles usam. A novidade nesse ciclo tradicional fica por conta das "Double gears". Com elas, Mega Man pode temporariamente ficar mais forte ("Power gear") e/ou deixar os obstáculos e inimigos em câmera lenta ("Speed gear"). Também é possível ativar as duas ao mesmo tempo para uma injeção de habilidade. As "Double gears" são acionadas com os botões L1 e R1 (no PS4) e, se usadas com parcimônia, deixam Mega Man com muito poder nas mãos. Mas se usadas por tempo demais, fazem o robô azul superaquecer e ficar mais fraco que o normal por um período de tempo. Fuse Man é um dos chefes de 'Mega Man 11' Divulgação/Capcom Saber dosar esses novos recursos é imprescindível para não transformar a vantagem em prejuízo. Isso porque chefes como Fuse Man e Block Man, disponíveis na demonstração do jogo na feira E3 2018, são desenhados com vulnerabilidades que podem ser exploradas pelas "Double gears". Mas com ataques que tiram proveito do seu mal uso. E se você é fã das antigas e ficou preocupado com o visual menos retrô pixelado e mais desenho animado, pode ficar tranquilo. A essência permanece a mesma aqui também. Mega Man tem a movimentação básica dos outros jogos e só consegue pular, deslizar e carregar os tiros da sua arma. "Mega Man 11" será lançado em 2 de outubro para PS4, Xbox One, PCs e Switch. […]

  • Passageiros da Uber poderão dar gorjeta a motoristas pelo app no Brasil
    on 18 de junho de 2018 at 13:25

    Dar pagamento extra foi liberado também para entregadores do Uber Eats. Novidade chega 1º a Londrina, Maringá, Cuiabá, São José dos Campos, Vitória, Campo Grande e Natal. Representante do serviço alternativo de transporte Uber registra interessados em trabalhar pelo aplicativo, em Nova York. Shannon Stapleton/Reuters A Uber vai permitir a partir desta segunda-feira (18) que usuários brasileiros usem o próprio aplicativo da empresa para dar gorjeta a motoristas e entregadores. A empresa garante que todo o dinheiro enviado dessa maneira será remetido a esses profissionais. A possibilidade ganhar uma “caixinha” valerá tanto para condutores que usam a plataforma de transporte alternativo quanto para entregadores do Uber Eats. A novidade começará a ser liberada aos poucos nas próximas semanas, quando a Uber vai liberar atualizações de seus aplicativos. A Uber optou por liberar a nova ferramenta a partir de mercados menores dentro do Brasil. As primeiras cidades em que o sistema vai funcionar são: Londrina; Maringá; Cuiabá; São José dos Campos; Vitória; Campo Grande e; Natal. Quando a mudança estiver ativa, ao final de cada viagem feita por um motorista da Uber ou de entregas feitas pelo Uber Eats, os usuários vão poder fazer contribuições em dinheiro além de avaliar os profissionais que acabaram de atendê-lo. A opção de dar gorjeta só aparecerá caso o pagamento pela corrida ou pela entrega for feita de forma digital pelo aplicativo. Além de cadastrar cartões de crédito ou de débito para pagamentos automáticos via app, é possível pagar em dinheiro –nesse caso, não será possível fazer os repasses pelo app. O pagamento de gorjeta será opcional e será o cliente quem definirá o valor. O usuário não precisará escolher na hora que sair do carro, mas apenas quando enviar a avaliação do colaborador da Uber. Segundo a empresa, essa opção fica aberta por até 30 dias. "Temos ouvido cada vez mais dos nossos parceiros pedidos para permitirmos o pagamento de gorjetas pelo app, de modo que os usuários da Uber e do Uber Eats pudessem recompensar um esforço extra", diz o diretor-geral da Uber no Brasil, Guilherme Telles, em nota. […]

  • Google vai investir US$ 550 milhões em gigante chinesa de comércio eletrônico JD.com
    on 18 de junho de 2018 at 11:36

    Acordo vai unir análise de dados do Google com expertise em logística e gestão de estoques da JD.com. O Google vai investir US$ 550 milhões no grupo chinês de comércio eletrônico JD.com, como parte dos esforços da companhia norte-americana em ampliar presença em mercados asiáticos. As duas companhias descreveram o investimento como parte de uma parceria mais ampla que incluirá a promoção dos produtos da JD.com no serviço de shopping do Google. Representantes da companhia afirmaram que o acordo não envolve qualquer outra grande iniciativa do Google na China, onde os principais serviços da empresa estão bloqueados por recusa da companhia em filtrar resultados de busca de acordo com a legislação. As empresas afirmaram que o acordo vai unir o alcance de mercado e análise de dados do Google com a expertise em logística e gestão de estoques da JD.com. Entrega de produto comprado na loja chinesa JD.com feita com drone. Divulgação/JD.com […]

  • Android: falso alerta de vírus induz usuário a instalar aplicativo de segurança
    on 17 de junho de 2018 at 15:53

    (Se você tem alguma dúvida sobre tecnologia, utilize o espaço para comentários abaixo e escreva sua pergunta) Alerta falso de vírus Reprodução >>> Falso alerta de vírus induz o usuário a instalar aplicativo de segurança Olá, Ronaldo! Eu tenho um Samsung S7 Edge. Ao entrar na internet, aparece uma mensagem alertando que o celular está com vírus sério. O que faço? Márcia Olá, Márcia! A notificação que está sendo exibida no seu celular é um falso alerta de vírus. Provavelmente você instalou algum aplicativo gratuito que exibe publicidade de terceiros. Embora a mensagem seja alarmista, ela redireciona o usuário para a Google Play para induzi-lo a instalar o app de segurança indicado no anúncio. Quando a mensagem for exibida, clique na opção "impedir que essa página crie caixas de diálogo adicionais", para bloquear o falso alerta. >>> Vale a pena instalar Windows no Macbook Pro depois que a versão do MacOS não for mais atualizada? Após o anúncio da nova versão do MacOS, fiquei muito decepcionado porque o meu Macbook Pro, mesmo tendo uma ótima configuração, não será suportado pelo novo sistema da Apple. Eu não pretendo trocar de computador nos próximos meses, mas não gostaria de permanecer usando um sistema que não irá mais receber atualizações. Vale a pena substituir o MacOS pelo Windows 10? Ricardo Olá, Ricardo! A instalação de outros sistemas operacionais num computador fabricado pela Apple é uma excelente opção de aumentar o tempo de uso do equipamento. O MacOS Mojave não irá suportar diversos modelos de equipamentos que foram fabricados antes de 2012, mesmo estando perfeitamente funcionais. O Windows apresenta um excelente desempenho, quando instalado em MacBooks. >>> Como recuperar a senha da rede Wi-Fi? Oi, Ronaldo! Eu esqueci a senha da minha rede sem fio e preciso conectar novos computadores. Você tem alguma dica sobre como descobrir a senha da rede Wi-Fi? Eduardo Olá, Eduardo! Para visualizar rapidamente a senha salva nas configurações de rede, siga os passos descritos abaixo: Digite "cmd" na busca do Windows para localizar o 'Prompt de Comando'. Digite o comando: "netsh wlan show profiles"; tecle 'ENTER' para a execução. Serão exibidas todas as redes que foram acessadas e salvas no PC. Digite o comando: "netsh wlan show profile name=profilename key=clear"; antes substitua o argumento 'profilename' pelo nome da rede sem fio cuja senha deseja ver a senha salva, e após tecle 'ENTER'. Serão exibidas algumas informações correspondentes a rede sem fio, identifique as configurações de segurança e localize o campo 'Conteúdo da Chave'. O valor associado a essa chave corresponde a senha de acesso para a rede Wi-Fi. […]

  • Copa de Hits: MC WM simula Brasil x Suíça no 'Fifa 18' e fala sobre 'Copa do Bumbum' e 'Fuleragem'
    on 17 de junho de 2018 at 09:00

    Placar da simulação no game ficou no 0 a 0. 'A gente perdeu no futebol, mas no bumbum o brasileiro não perde pra ninguém', diz funkeiro. Veja VÍDEO. Copa de Hits: MC WM fala sobre o sucesso 'Copa do Bumbum' No que depender do MC WM, a estreia do Brasil na Copa, neste domingo (17), será uma "fuleragem". Este é o nome do maior hit do funkeiro paulista, com mais de 170 milhões de visualizações no YouTube e uma vaga no top 10 do Spotify. WM, que lançou "Copa do Bumbum" com Léo Santana, aceitou o desafio do G1 de simular o jogo da seleção contra a Suíça, no game "Fifa 18", mas o placar ficou no 0 a 0. Nos próximos dias, o G1 convida artistas que lançaram canções relacionadas ao mundial para simular no videogame os jogos da seleção na Copa. Assista no vídeo acima o início desta Copa de Hits com o MC WM. MC WM e Léo Santana lançaram 'Copa do Bumbum' Divulgação Lançada em maio, “Copa do Bumbum” foi grava com a ideia de incentivar os jogadores que ainda podem se lembrar da derrota por 7 a 1 contra a Alemanha em 2014. “A gente perdeu no futebol, mas no bumbum o brasileiro não perde pra ninguém”, brinca o MC. “Eu não quero, pelo amor de Deus, dizer que o Brasil é o país da bunda e a gente só tem isso de bom. Com certeza não. Até porque já falei que o Brasil é o país do futebol.” Na entrevista, ele diz que é santista e gostaria de ver Rodrygo, vendido pelo Santos para o Barcelona, jogar na seleção. WM fala ainda de Neymar e da pressão para manter o sucesso após "Fuleragem" virar hit. Initial plugin text […]

  • Novo 'Resident Evil 2' usa pontos altos da franquia e reinventa clássico de terror para nova geração; G1 jogou
    on 16 de junho de 2018 at 18:34

    Capcom reconstrói cidade de Raccoon City com tecnologia de 'Resident Evil 7' e perspectiva de 'Resident Evil 4', mas clima de tensão segue digno do jogo original. Lançamento é em janeiro de 2019. Nova versão do clássico de terror 'Resident Evil 2' será lançada em 25 de janeiro de 2019 Divulgação/Capcom "O verdadeiro discípulo é aquele que supera o mestre". É essa frase de Aristóteles aparentemente fora de contexto que ilustra com certa precisão as ideias e razões por trás da nova versão de "Resident Evil 2", apresentada com o devido destaque na feira E3 2018 após passar três anos sem notícias. É que o "remake" do jogo de 1998, um dos episódios mais adorados dos fãs, consegue reconhecer tudo de bom que aconteceu em "Resident Evil" depois deste segundo capítulo. Não tem "mimimi" em favor da nostalgia. E3 2018: 'Resident Evil 2' retorna como clássico renovado O novo "Resident Evil 2" usa pontos altos da franquia, como a tecnologia de "Resident Evil 7" (2017) e a perspectiva mais próxima da ação de "Resident Evil 4" (2005), e reinventa um clássico do terror para uma nova geração de jogadores. Mas sem abrir mão do clima de tensão, dos quebra-cabeças e da movimentação mais lenta do jogo original. O que deixa claro duas coisas: mesmo com alguns tropeços, "Resident Evil" evoluiu. E nessa história de recontar e recriar seus romances de zumbis e armas biológicas, sim, a Capcom está fazendo um raio cair duas vezes no mesmo lugar Veja mais abaixo imagens de comparação entre as duas versões do game. Primeiro dia de trabalho sempre é puxado Leon S. Kennedy retorna à Raccoon City como protagonista de 'remake' de 'Resident Evil 2' Divulgação/Capcom O roteiro de "Resident Evil 2" é praticamente o mesmo no "remake". A história acontece fora da mansão do primeiro game, na cidade de Raccoon City, e tem como personagens principais Leon S. Kennedy e Claire Redfield. Leon chega à cidade para seu primeiro dia de trabalho como policial local. Enquanto Claire procura pelo irmão desaparecido Chris, um dos protagonistas do primeiro "Resident Evil". Com a cidade infestada de mortos-vivos, a dupla decide trabalhar junta para seguir viva. A demo da E3 2018 se passava na famigerada delegacia de polícia de Raccoon City, um dos cenários mais famosos da franquia. E traz familiaridades e novidades mesmo pra quem conhece o lugar de cabeça pra baixo. Perspectiva do terror 'Remake' de 'Resident Evil 2' tem perspectiva em 3ª pessoa Divulgação/Capcom Saem os pontos de vista fixos do game original e entra uma câmera em 3ª pessoa. Mas "Resident Evil 2" está longe de ser moleza ou menos assustador. Leon e Claire se movimentam lentamente mesmo quando estão correndo. E as salas e corredores continuam estreitas. Ou seja, mirar com armas pode até ser mais fácil. Mas ainda é preciso escolher bem a hora de encarar os zumbis para não ficar sobrecarregado. Some a isso um sistema de iluminação que faz da incidência de luz um bem valioso em meio à muita escuridão e os sustos serão constantes. Sangue pra que te quero Sistema de ferimentos em tempo real é uma das grandes novidades de 'Resident Evil 2' Divulgação/Capcom Por falar em mortos-vivos, os pobres coitados sentem literalmente na pele o avanço da tecnologia no novo game. É possível atirar nas pernas e braços dos zumbis para desmembrá-los e atrapalhar sua locomoção. "Resident Evil 2" também tem um recurso que mostra os ferimentos causados em tempo real e de maneira realista. Estamos falando, por exemplo, de crateras se abrindo nas cabeças dos zumbis após um disparo preciso. É um investimento pesado em anatomia que deixa o jogo mais grotesco, ainda bem. Mérito da RE Engine, tecnologia gráfica desenvolvida pela Capcom que rendeu frutos e também vai dar vida ao novo "Devil May Cry 5". O "remake" de "Resident Evil 2" será lançado em 25 de janeiro de 2019 para Xbox One, PS4 e PCs. Comparação de cena de diálogo do 'Resident Evil 2' original, de 1998, com o novo Divulgação/Capcom Entrada da delegacia de Raccoon City no 'Resident Evil 2' antigo em comparação com o 'remake' Divulgação/Capcom Comparação das perspectivas do 'Resident Evil 2' de 1998 com o 'remake' Divulgação/Capcom […]

  • FBI prende 74 pessoas em ação contra fraudes digitais financeiras que roubou US$ 16,4 milhões
    on 16 de junho de 2018 at 17:51

    Fraude é realizada com e-mails falsos e empresas de fachada com nomes parecidos com os dos fornecedores das companhias vítimas do golpe Brian Lary/Freeimages.com O FBI, autoridade policial federal dos Estados Unidos, deflagrou a Operação WireWire para prender 74 pessoas acusadas de cometer fraudes tipo Business Email Compromise (BEC). As investigações levaram seis meses e contaram com a colaboração de sete países para prender suspeitos em cinco deles. Aproximadamente US$ 14 milhões em dinheiro desviado pela quadrilha foi recuperado pelas autoridades, com outros US$ 2,4 milhões bloqueados pelas autoridades. As prisões da operação ocorreram nos Estados Unidos, no Canadá, na Nigéria, em Maurício e na Polônia. Mais da metade das prisões ocorreu nos Estados Unidos (42 pessoas), 29 foram presas na Nigéria e outras três nos demais países. A operação também contou com a ajuda de autoridades na Malásia e na Indonésia. O Business Email Compromise (BEC) é um tipo de fraude que ocorre por meio de mensagens de e-mail que buscam convencer funcionários de uma empresa a realizarem pagamentos indevidos. Em uma forma da fraude, os criminosos ganham acesso a alguma caixa de e-mail importante de uma empresa -- pode ser de um executivo de alto escalão ou um diretor de departamento, por exemplo --, para depois enviar um e-mail com ordem de que um funcionário realize uma transferência bancária. Em outro modelo da fraude, os criminosos podem enviar mensagens se passando por fornecedores da vítima. Para isso, eles chegam a registrar empresas com o mesmo nome do fornecedor verdadeiro em outros países. Em seguida, eles enviam cobranças de supostos serviços prestados. Isso é possível porque os criminosos monitoram a comunicação da empresa por algum tempo para após ter acesso à correspondência eletrônica de algum funcionário. Com as informações das empresas em mãos, eles confeccionam a fraude. Em vez de uma transferência bancária, as mensagens podem solicitar alguma informação dos funcionários da companhia, como aconteceu com a fabricante de discos rígidos Seagate e o Snapchat. Google, Facebook e Mattel, a fabricante da Barbie, também foram alvos desses ataques, mas as empresas conseguiram reaver as quantias roubadas. O prejuízo total causado por fraudes do tipo BEC pode ultrapassar os US$ 5 bilhões, segundo estimativas do FBI. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com […]

  • 'Ghost of Tsushima' busca inspiração em Akira Kurosawa para narrar invasão ao Japão no século XIII
    on 15 de junho de 2018 at 22:08

    Game de samurais será em mundo aberto e exclusivo para PS4. Ainda não há data de lançamento confirmada. Cena de 'Ghost of Tsushima', game que narra história de invasão mongol à ilha japonesa no século XIII Divulgação/Sony O game "Ghost of Tsushima" foi buscar em Akira Kurosawa e outros mestres do cinema japonês a inspiração para narrar sua história de uma invasão mongol à ilha de Tsushima, no Japão, no século XIII. O jogo exclusivo de PlayStation 4 está sendo desenvolvido pelo estúdio Sucker Punch, o mesmo da série "Infamous, e ganhou uma demonstração inédita na E3 2018. Ainda não há data de lançamento confirmada. "A abertura dessa demo é minha homenagem à Kurosawa. Ele era o rei das composições em movimento", diz Billy Harper, diretor de sequências cinematográficas de "Ghost of Tsushima", em uma apresentaçao do jogo ao G1 na feira de Los Angeles (EUA). Mas além da influência do cinema também tem tecnologia. As paisagens serenas e bucólicas do Japão feudal do jogo são a todo tempo contrastadas com a violência explícita desse mundo. Um novo sistema desenvolvido pela Sucker Punch recria de forma dinâmica o comportamento de fluidos como sangue e lama, deixando em evidência os rastros das batalhas. "Queremos lembrar as pessoas desse evento devastador antes de elas poderem observar os cenários magníficos que criamos", diz o desenvolvedor. Nesse momento, o protagonista Jin enfrenta um bando de adversários e Harper se lembra de outra grande influência: "13 assassinos" (1963), filme de Eiichi Kudo que acompanha um grupo de samurais numa missão para assassinar um lorde japonês e proteger seu código de honra. Samurais, código de honra e proteção, aliás, são palavras-chave em "Ghost of Tsushima". De acordo com Harper, Jin é um dos poucos guerreiros da ilha que sobreviveu ao ataque do exército mongol na praia de Tsushima. E é andando pelas sombras – daí o "ghost" (fantasma, em tradução) no título – que ele vai aprender técnicas pouco ortodoxas para defender seu povo. "Essa história em particular fala da sua evolução como pessoa. Das suas crenças e habilidades", ele conta. Silêncio e calma Samurai chamado Jin é protagonista de 'Ghost of Tsushima', game exclusivo de PS4 Divulgação/Sony "Ghost of Tsushima" recebeu elogios pela beleza gráfica da demo, e os paparicos devem aumentar nesse sentido até o lançamento. De acordo com Harper, a sequência apresentada é de uma missão secundária do jogo. É que "Ghost of Tsushima" é um game de mundo aberto, com vários tipos de atividades. "Felizmente estive em uma das equipes que passou 13 dias no Japão tirando fotos e fazendo anotações. Você pode visitar tudo o que conseguir ver dentro do jogo", ele conta. Nesse sentido, o trabalho anterior nos jogos "Infamous", também em mundos abertos, ajudou a Sucker Punch a criar um mapa do tipo no Japão feudal. Mas não sem antes enfrentar certos desafios. "Estamos acostumados a fazer jogos rápidos. E tivemos de nos acostumar com o silêncio e com a calma de 'Ghost of Tsushima' em oposto à ação", diz Harper. […]

  • Justiça suspende multa de R$ 5 milhões por Telebras não entregar contrato de satélite bilionário
    on 15 de junho de 2018 at 17:20

    Acordo assinado entre estatal e a Viasat para operação de satélite que custou R$ 2,78 bilhões é contestado na Justiça. Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), parceria entre Ministério da Defesa e Telebras. Reprodução/YouTube O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) suspendeu a multa de R$ 5 milhões aplicada a Telebras e Viasat por não entregarem o contrato firmado pelas duas para operação do satélite brasileiro. A decisão foi emitida nesta segunda-feira (11) pelo desembargador federal Souza Prudente e representa uma rara vitória para a estatal. A última decisão havia sito do Supremo Tribunal Federal (STF), que manteve a suspensão do acordo entre Telebras e Viasat. As duas empresas foram obrigadas a entregar o contrato assinado pela Telebras com a Viasat para que a empresa norte-americana operasse o Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC). O documento entregue, no entanto, foi um documento com partes cruciais do negócio omitidas por tarjas pretas. Agora, Souza Prudente acolheu o argumento da Telebras e resolveu suspender a cobrança da multa até que mérito da ação judicial fosse julgado. O acordo entre Telebras e Viasat foi parar na Justiça após uma empresa concorrente da norte-americana, a Via Direta, reclamar de ter sido preterida. Ele também exigiu que as antenas já instaladas para receber sinal do satélite deveriam ser retiradas. Inicialmente, fixou multa diária de R$ 100 mil em caso de descumprimento. Agora, elevou o valor para R$ 200 mil. As duas empresas, no entanto, já cumpriram a determinação. Após 'não' de empresas, Telebras reduziu exigências para achar parceiro em satélite bilionário Briga judicial faz satélite brasileiro de R$ 2,7 bilhões levar internet a menos de 0,1% dos pontos planejados Ao custo de R$ 2,78 bilhões, o satélite é o primeiro operado pelo Brasil e tem seu uso compartilhado entre militares e civis. O Exército usa 30% da capacidade do equipamento para conectar suas instalações, como postos da fronteira. Já a Telebras, que é uma empresa de capital misto, usa o restante para fornecer conexão contratada por diversos órgãos do governo federal. Para operar sua parte do satélite, a Telebras contratou a Viasat após manter um processo de chamamento público aberto por oito meses e não encontrar interessados. A empresa amazonense Via Direta Telecomunicações entrou na Justiça alegando que foi preterida do processo depois de iniciar as negociações para operar parte da capacidade do satélite e conseguiu decisão suspendendo o contrato entre a Telebras e a Viasat. A Telebras afirma que a Via Direta sequer apresentou proposta para participar do negócio. Após a Telebras recorrer e perder na segunda instância, o processo subiu para o Superior Tribunal de Justiça (STJ) que o encaminhou ao STF porque, além da questão contratual, a Via Direta questionou se o acordo colocaria a soberania do país em risco. […]

  • Instagram não vai mais avisar se alguém copiar fotos ou vídeos do Stories
    on 15 de junho de 2018 at 13:26

    Rede social não informará mais se alguém deu 'print' nos conteúdos publicados nessa área. Aviso do Instagram feito a quem tentava copiar fotos ou vídeos publicados no Stories. Reprodução/Instagram O Instagram não irá mais notificar as pessoas que tiverem seus Stories copiados ou gravados por outro usuário. A novidade foi informada pela rede social ao Buzzfeed News nesta quinta-feira (14). A iniciativa havia começado a ser testada em fevereiro pelo Instagram, que queria preservar o caráter efêmeros das postagens feitas nesse espaço do aplicativo. Quando alguém publica fotos ou vídeos como Stories, esse conteúdo fica no ar apenas por 24 horas. A rede social, porém, manterá a informação de quem viu os Stories. […]

  • Facebook tem sido menos usado para ler notícias, enquanto WhatsApp cresce
    on 15 de junho de 2018 at 12:09

    Levantamento feito nos EUA mostra que audiência entre jovens caiu ainda mais. Ícone do WhatsApp ao lado do Messenger; ambos são apps do Facebook. Reuters O uso de redes sociais como o Facebook para leitura de notícias começou a cair nos Estados Unidos, conforme muitos jovens recorrem a aplicativos de mensagens como o WhatsApp, que pertence ao Facebook, apontou o Reuters Institute. O uso do Facebook, maior rede social do mundo, para notícias caiu 9 pontos percentuais em relação a 2017 nos Estados Unidos e 20 pontos para audiências mais jovens, mostrou uma pesquisa do Instituto Reuters com 74 mil pessoas em 37 mercados. "O uso da mídia social para notícias começou a cair em vários mercados importantes após anos de crescimento contínuo", disse Nic Newman, pesquisador associado do Instituto de Estudos de Jornalismo da Reuters, no Digital News Report. "Continuamos vendo aumento no uso de aplicativos de mensagens para notícias, à medida que os consumidores procuram espaços mais privados [e menos conflituosos] para se comunicar", disse Newman. O levantamento revela a volatilidade de preferências dos consumidores, à medida que a indústria de notícias tenta lidar com o impacto da Internet e dos smartphones que transformaram tanto o modo como as pessoas consomem notícias quanto a forma como as empresas de mídia ganham dinheiro. Facebook e Twitter ainda são usados ​​por muitos usuários para procurar notícias, mas a discussão ocorre em aplicativos de mensagens como o WhatsApp, geralmente porque as pessoas se sentem menos vulneráveis ​​ao discutir eventos em tais espaços. "A mídia social é como usar uma máscara", disse uma entrevistada britânica não identificada do grupo etário de 30 a 45 anos. "Quando estou em meus grupos de mensagens com meus amigos, a máscara se solta e sinto que posso realmente ser eu mesma." O WhatsApp, fundado em 2009 e comprado pelo Facebook em 2014 por US$ 22 bilhões em dinheiro e ações, é mais popular que o Twitter em importância para notícias em muitos países, de acordo com o relatório. Alguns entrevistados ainda encontraram notícias no Facebook, mas postaram itens em um grupo do WhatsApp para discussão com um conjunto mais próximo de amigos. WhatsApp e Instagram, também do Facebook, decolaram na América Latina e na Ásia, enquanto o Snapchat avançou na Europa e nos Estados Unidos, observou a pesquisa sobre diferenças regionais de compartilhamento de notícias. […]

  • 4 missões do Summit, o supercomputador mais poderoso do mundo que acaba de entrar em operação
    on 15 de junho de 2018 at 11:39

    Ocupando área de duas quadras de tênis, máquina que realiza 200 quatrilhões de cálculos por segundo será usada para criar modelos e simulações, visando avanços em áreas como saúde, energia, desenvolvimento de materiais e astrofísica. Ocupando um espaço que equivale a duas quadras de tênis, o supercomputador vai ser usado para criar modelos científicos e fazer simulações. Divulgação/Summit Mal entrou em funcionamento e já está sendo chamado de o supercomputador mais poderoso do mundo. Esse é o Summit, que é duas vezes mais rápido do que o chinês Sunway TaihuLight, tido até então como que a máquina mais veloz do planeta. Desenvolvido nos Estados Unidos por meio de uma parceria entre a IBM e a Nvidia, o Summit, que fica no Laboratório Nacional de Oak Ridge, no Tenessee, o supercomputador tem capacidade para 200 quatrilhões de cálculos por segundo. É composto por fileiras de servidores do tamanho de geladeiras que, juntos, pesam 340 toneladas e ocupam uma área de 520 m² -- o equivalente a duas quadras de tênis. O Summit está conectado com mais de 300 quilômetros de cabos. O computador trabalha como um monstro sedento que consome mais de 4 mil galões de água a cada minuto para manter seu sistema de refrigeração funcionando. Segundo os criadores, a máquina é tão eficiente que já funcionava enquanto ainda estava sendo montada. "Imagine dirigir um carro de corrida enquanto trocam os pneus", disse Thomas Zacharia, diretor do laboratório onde a supermáquina foi montada. Summit está conectado a 300 quilômetros de cabos. Divulgação/Summit A princípio, o computador será usado para criar modelos científicos e fazer simulações baseadas em inteligência artificial e automatização de padrões para acelerar descobertas em áreas como saúde, energia, desenvolvimento de materiais e astrofísica. Superpoderes 200 quatrilhões de cálculos em um segundo. Se uma pessoa consegue fazer um cálculo por segundo, levaria 6,3 bilhões de anos para calcular o que o Summit executa em um piscar de olhos. Se os 7,4 bilhões de habitantes do mundo fizessem um cálculo por segundo, demoraria 305 dias para realizar uma operação que para o Summit é instantânea. O sistema de armazenamento do Summit é capaz de armazenar 250 petabytes de dados, o que equivale a 74 milhões de anos de vídeo de alta definição. Veja como o poderoso "cérebro" do Summit poderá ajudar a conseguir avanços nessas áreas: 1. Astrofísica O Summit vai permitir simular cenários de explosões de estrelas mil vezes maiores que as que vinham sido recriadas até agora. Também vai poder rastrear 12 vezes mais elementos que os atuais projetos. Pesquisadores esperam conseguir coletar pistas sobre como elementos pesados, incluindo ferro e ouro, se formaram na Terra. O supercomputador vai permitir explorar o espaço por meio de simulações de explosões de estrelas. Divulgação/Summit 2. Materiais Entender como as partículas subatômicas se comportam é um conhecimento tido como chave no desenvolvimento de novos materiais para produzir, armazenar e transformar energia. O Summit promete multiplicar por 10 a capacidade de simulação desses comportamentos, o que deve acelerar a descoberta de materiais que podem conduzir energia de forma mais eficiente. Descobrir materiais para a condução de energia de uma forma mais eficiente e econômica é um dos desafios para o Summit. Divulgação/Getty Images 3. Acompanhamento do câncer Médicos e cientistas usam ferramentas automatizadas para extrair, analisar e classificar informações na tentativa de identificar fatores relacionados ao câncer, como genes, características biológicas e meio ambiente. O Summit ajudará a cruzar essas informações com relatórios e imagens de diagnósticos. Assim, ajudará a obter um panorama mais completo da população que sofre de câncer, com um nível de detalhe que normalmente só se obtém de pacientes que fazem parte de pesquisas clínicas. Há expectativa que o supercomputador use sua potência para ajudar a descobrir a causa de diferentes doenças Divulgação/Getty Images 4. Biologia O Summit usará inteligência artificial para analisar dados com informação genética e biomédica. A ideia é que, por meio dos cálculos feitos pelo supercomputador, pesquisadores consigam identificar padrões de comportamento das células humanas. Essa análise de informações em grande escala pode ajudar a entender melhor algumas doenças, como o Alzheimer, e também a compreender fatores que levam à toxicodependência. […]

  • 'Pokémon Let's Go', 'Overcooked 2' e 'Super Smash Bros. Ultimate' são destaques da Nintendo na E3 2018: G1 jogou
    on 14 de junho de 2018 at 20:31

    Games são maiores atrações da empresa japonesa na principal feira de jogos do mundo. 'Pokémon Let's Go', 'Overcooked 2' e 'Super Smash Bros. Ultimate': G1 jogou na E3 2018 Caçar, cozinhar e lutar com os amigos. São esses os principais passatempos no estande da Nintendo na E3 2018, onde "Pokémon Let's Go", "Overcooked 2" e "Super Smash Bros. Ultimate" podiam ser testados. O G1 jogou os três games por cerca de 1 hora. Veja impressões sobre eles abaixo. E assista ao vídeo acima. Melhor dos dois mundos "Pokémon Let's Go" une as batalhas em turnos dos "Pokémon" clássicos de Game Boy e DS com a captura de monstrinhos que virou mania nos celulares com "Pokémon Go". Enquanto você caminha em uma versão repaginada da região de Kanto, a mesma de "Pokémon Yellow", também vai cruzar com Pokémon selvagens e outros treinadores. Os monstrinhos podem ser vistos andando pelos mapas. E ao serem confrontados, o jogo assume as mecânicas de "Pokémon Go", onde é preciso arremessar a pokébola no momento certo para capturar a criaturinha. Frutas podem ser usadas para facilitar o trabalho. E com o novo controle do Switch em formato de pokébola dá até pra imitar o arremesso. A situação é outra nos encontros com treinadores. Eles interrompem suas andanças para batalhas em turnos, estilo RPG, onde é possível escolher com que golpes Pikachu e seus companheiros irão atacar. Uma receita na cabeça e uma faca na mão "Overcooked 2" vai soar bem familiar pra quem jogou o primeiro game, onde é preciso se coordenar com os colegas de cozinha para cortar ingredientes, preparar pratos e servir os clientes. Assim como antes, entrosamento é fundamental. As cozinhas de "Overcooked 2" operam como uma grande máquina onde cada jogador trabalha como uma das suas engrenagens. Há duas novas facilidades dessa vez, no entanto. A primeira é a possibilidade de arremessar ingredientes: uma boa pedida para as fases com buracos entre os jogadores. A outra é a inclusão do modo online para até 4 pessoas. Mas fica a dica: jogar no mesmo sofá continua sendo mais divertido e caótico. Festa da pancadaria "Super Smash Bros. Ultimate", por sua vez, é a versão mais completa da série de games de luta com personagens da Nintendo e convidados. Essa edição definitiva traz todos os lutadores que apareceram em quase 20 anos de jogos, incluindo figuras especiais como Sonic, Solid Snake e Cloud. E essa é a verdadeira aposta de "Ultimate": números. Pois as lutas em si não mudaram nada, pelo menos não a olho nu. Elas continuam caóticas, cheias de itens especiais e uma bem calculada dose de descontrole. […]

  • Microsoft mira Amazon ao investir em pagamento automático para varejo
    on 14 de junho de 2018 at 18:58

    Microsoft apresentou amostra da tecnologia para varejistas de todo o mundo e tem conversas com Walmart sobre uma potencial colaboração. Presidente-executivo da Microsoft, Satya Nadella, durante palestra para estudantes na Índia. Anindito Mukherjee/Reuters A Microsoft está trabalhando numa tecnologia para eliminar caixas e filas em lojas varejistas, desafiando a loja automatizada da Amazon. A gigante de software está desenvolvendo sistemas que rastreiam o que os compradores adicionam aos carrinhos de compra, disseram seis pessoas familiarizadas com o assunto. A Microsoft apresentou uma amostra da tecnologia para varejistas de todo o mundo e tem tido conversas com Walmart sobre uma potencial colaboração, disseram três das fontes. A tecnologia visa a ajudar varejistas a acompanhar o ritmo da Amazon Go, loja altamente automatizada que foi aberta ao público em Seattle em janeiro deste ano -- duas novas unidades serão abertas em breve em Chicago e San Francisco. Os clientes da Amazon escaneiam seus smartphones numa catraca para ingressar na loja. Câmeras e sensores identificam o que eles removem das prateleiras. Quando os clientes terminam de fazer compras, eles simplesmente deixam a loja, e a Amazon lança a conta no cartão de crédito registrado. Amazon abrirá sua 1ª loja sem caixas e atendentes na segunda-feira Ponto Frio aposta em 'loja digital', com realidade virtual e vitrine eletrônica, para mudar a cara da rede; veja vídeo A Amazon Go fez rivais buscarem maneiras de se preparar para mais uma mudança liderada pela empresa. Alguns testaram programas em que os clientes escaneiam e embalam cada item enquanto compram, com resultados mistos. Para a Microsoft, tornar-se um aliado estratégico de varejistas pode resultar grandes negócios. Além de criar tecnologias de varejo, a empresa ocupa o segundo lugar, atrás da Amazon, na venda de serviços em nuvem, essenciais para a operação de sites de comércio eletrônico, por exemplo. Não está claro quando a Microsoft apresentará seu serviço de pagamento automatizado ou se essa tecnologia é a resposta que os varejistas estão procurando. Alguns, porém, vêem a tecnologia como a próxima grande inovação em compras, que os concorrentes da Amazon não podem ignorar. "Este é o futuro para pagamentos em lojas de conveniências e mercearias", disse Gene Munster, chefe de pesquisa da Loup Ventures em Minneapolis, que estima que o mercado norte-americano de pagamento automatizado em US$ 50 bilhões. O trabalho de caixa é um dos mais comuns Estados Unidos. A Microsoft disse que "não comenta rumores ou especulações". Walmart e Amazon se recusaram a comentar. Equipamento caro O esforço da Microsoft até agora é liderado pela equipe de inteligência artificial, disse uma pessoa. Um grupo de 10 a 15 pessoas trabalhou em uma série de tecnologias para lojas de varejo e apresentou alguns de seus esforços para o presidente-executivo da empresa, Satya Nadella, disse a fonte. Em reunião com a equipe meses atrás, Nadella recomendou um dispositivo que possa gerenciar dispositivos conectados, como câmeras de vigilância, com transferências mínimas de dados para a nuvem, o que reduziria os custos, disse a pessoa. Tornar sua tecnologia barata o suficiente para não acabar com as já apertadas margens de lucro dos supermercados é um grande desafio para a Microsoft, disse outra pessoa. A Microsoft já apresentou os fundamentos do seu sistema de checkout automatizado no seu centro em Redmond. A equipe interna da Microsoft, incluindo um especialista em visão computacional contratado da Amazon Go, trabalhou na conexão de câmeras aos carrinhos de compras para rastrear os itens dos clientes. E estudou novas formas de os smartphones serem envolvidos na experiência de compra, disseram as pessoas. Ainda assim, a indústria está tentando alcançar a Amazon. A empresa passou quatro anos construindo a Amazon Go em segredo, antes de lançar um piloto apenas para funcionários em seu campus de Seattle em 2016. Ela coletou dados por mais quase 14 meses antes de abrir as portas de sua primeira loja em Seattle. A Amazon disse que não tem planos de introduzir a tecnologia de pagamento automatizado em sua cadeia de supermercados Whole Foods Market, que comprou no ano passado. A empresa ainda está trabalhando duro para melhorar o serviço. O vice-presidente da Amazon, Dilip Kumar, disse à Reuters no início deste ano que está treinando computadores para identificar itens ou atividades com um mínimo de informação. […]

  • BNDES apoiará projetos de Internet das Coisas com pelo menos R$ 1 milhão
    on 14 de junho de 2018 at 16:14

    Em iniciativa conjunta com MCTIC, banco abriu seleção de projetos-piloto de tecnologias para conectar dispositivos. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou nesta quinta-feira que assinou acordo para cooperação com o Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), dos Brics, juntamente com as instituições de fomento de Rússia, Índia, China e África Reuters O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES) lançou nesta quinta-feira (14) o início da seleção de projetos-piloto de Internet das Coisas (IoT), que receberão ao menos R$ 1 milhão. Conduzida ao lado do Ministério da Ciência, Tecnologia e Comunicações (MCTIC), a iniciativa tem orçamento de R$ 20 milhões, cujos recursos não são reembolsáveis. As propostas deverão ser enviadas até 31 de agosto (veja aqui). Como o BNDES limitará os recursos até 50% do valor total do projeto, os responsáveis pelas propostas deverão prever a aplicação dos valores restantes. Projetos de Internet das Coisas Internet das Coisas é um nome pomposo para denominar a conexão via internet entre dispositivos cotidianos, como eletrodomésticos, eletroeletrônicos, e até mesmo entre máquinas industriais. Podem enviar propostas instituições tecnológicas públicas ou privadas sem fins lucrativos. Cada uma pode submeter até três pilotos. 4ª revolução industrial: Como robôs conversando com robôs pela internet vão mudar sua vida Internet das coisas: há mais máquinas online que celulares e elas têm até rede própria As iniciativas de aplicação selecionadas deverão ser testadas em plataformas experimentos ou em ambientes reais. Infográfico explica como funciona a Internet das Coisas Arte/G1 BNDES e MCTIC receberão ideias que tratem de tecnologias para três verticais. Aqueles voltados para Cidades Inteligentes, devem mirar: redução de desperdícios, iluminação pública, aumento da capacidade de vigilância monitoramento aumento da atratividade de transportes públicos. Já os voltados para ambiente rural, devem tratar de: uso eficiente de maquinário dos recursos naturais e em segurança sanitária bem-estar do animal. A terceira vertical para desenvolvimento de projetos é a de saúde, que devem focar: monitoramento de pacientes; ativos e insumos; diagnóstico descentralizado. Os projetos devem ser executados dentro de um prazo de até 24 meses. Ao fim desse período, as instituições apoiadas devem prestar contas sobre como o dinheiro foi gasto. A ideia é que publiquem uma avaliação dos resultados dos projetos-piloto. A iniciativa faz parte do Plano Nacional de Internet das Coisas, com que o governo federal pretende fomentar o ecossistema de máquinas conectadas no Brasil. O BNDES informou que a próxima etapa de seleção de projetos-pilotos de IoT vai direcionar investimentos para o ambiente industrial. Nesse caso, a ideia será também promover o desenvolvimento de plataformas industriais da chamada 4ª Revolução Industrial. O plano Para balizar as medidas que do plano, o governo contratou a consultoria McKinsey, o escritório Pereira Neto Macedo Advogados e o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD). Eles trabalharam em um estudo ao custo de R$ 17,4 milhões para mapear as oportunidades geradas pela Internet das Coisas (IoT) e o potencial do Brasil. Um dado preliminar da análise dá conta de que a IoT pode gerar de US$ 4 trilhões a US$ 11 trilhões em 2025. […]

  • 'Stranger things' vai virar game
    on 14 de junho de 2018 at 16:08

    Estúdio Telltale Games é o mesmo que já fez jogos de 'Walking dead' e 'Game of thrones'. Produtora também vai lançar na Netflix o projeto 'Minecraft: Story mode'. Gaten Matarazzo, Finn Wolfhard, Caleb McLaughlin e Noah Schnapp em cena da segunda temporada de 'Stranger Things' Divulgação A Telltale Games anunciou, nesta quarta-feira (13), que vai fazer um game inspirado na série "Stranger things", da Netflix. O estúdio é o mesmo que já fez jogos de "Walking dead" e "Game of thrones". Em nota divulgada no Twitter, a Telltale informou que "está desenvolvendo um game baseado em 'Stranger things' que nós disponibilizaremos em consoles e computadores em uma data futura". "Nossa parceria com a Netflix é algo do qual nós estamos incrivelmente orgulhosos, e enquanto não tivemos nada mais para divulgar neste momento, estamos animados para revelar detalhes desses projetos mais para frente neste ano". O outro projeto ao qual o comunicado se refere é "Minecraft: Story mode", descrito como uma "aventura interativa" que vai ser lançada diretamente na Netflix no segundo semestre. De acordo com o site TechRadar, inicialmente o game de "Stranger things" estava previsto para sair junto com a segunda temporada da série, lançada em outubro de 2017, mas acabou sendo adiado. […]

  • Kassab diz que ainda é possível fazer marco regulatório de telecomunicações em 2018
    on 14 de junho de 2018 at 15:32

    Marco trata da transformação das concessões de telecomunicações em autorizações. O ministro Gilberto Kassab fala durante evento no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo, em fevereiro de 2018 Marcelo Brandt/G1 O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, afirmou que ainda é possível fechar este ano o marco regulatório para o setor de telecomunicações e que há boa vontade dentro do governo para viabilizar o tema em 2018. Segundo ele, as discussões estão avançadas e "não falta muito" para viabilizar o novo marco. De uma maneira geral, o marco trataria da transformação das concessões de telecomunicações em autorizações, o que em tese daria mais flexibilidade e liberdade às empresas. Banda larga deve ser novo foco das telecomunicações no Brasil "Vamos tentar fazer esse ano... estamos ainda no primeiro semestre e como existe boa vontade e potencialidades em ministérios e áreas afins, acredito que a gente vai conseguir ainda esse ano", disse Kassab a jornalistas após o lançamento no BNDES de um programa para financiar a Internet das Coisas. […]